A ALEGRIA DOS PALHAÇOS É VER O CIRCO PEGAR FOGO?

Publicado: 29 de julho de 2007 em Opiniões

 

Por Jorge Serrão

Lá em casa, quem manda é a minha Chefe de Redação. Eu obedeço, porque não sou um jornalista tão otário quando pareço! Parece que na casa do Nelson Jobim é a mesma coisa. Pelo menos o nosso gaiato presidente, sempre com piadas de bom gosto, garantiu que Jobim aceitou o Ministério da Defesa porque a mulher dele não mais o agüentava em casa, como ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal. E há quem jure – como amigos muito próximos – que o sonho de Adrienne Jobim é ser primeira-dama do Brasil.
Realidade ou ficção jornalístico-política? Só Deus e o casal Jobim sabem. O certo é que tem alguém faltando com a verdade nesta estória. Na quinta-feira passada, no dia em que Lula puxou o tapete do velho amigo Waldir Pires (cometendo o arakiri baiano de reconhecer a incompetência de seu “governo top-top” na condução da crise aérea), Nelson Jobim quase jurou que não tinha pretensões políticas porque sua mulher Adrienne não deixava. Também alegou que assumia a pasta de Defesa contra a vontade da mulher. O indiscreto Lula revelou que ocorreu o contrário…
Vale a versão ou o fato? Depende muito… Jobim só voltaria à vida pública para ser presidente. Quando se aposentou prematuramente do STF, fez de tudo para ser o vice de Lula, indicado pelo eternamente governista PMDB. Infelizmente, como diria o Garcia do Circo do Palhaço do Planalto, a estratégia dele “top-top”. Lula optou pela dupla com o amigo José Alencar. Agora, algum diabinho travesso soprou no ouvido de Jobim que o infernal Ministério da Defesa seria um bom trampolim para o Palácio do Planalto. Assim, ele acabou aceitando o cargo e o encargo.
Lula lhe deu todo o poder. Jobim adora o poder. O diário norte-americano “New York Times” ouviu “alguns analistas políticos” que classificaram de “jogada astuta” a escolha de Jobim por Lula. Só que ainda é preciso avaliar, com todo cuidado político e histórico, quem é a raposa desta nomeação. Tudo indica que o artilheiro oportunista tenha sido Jobim, mesmo aceitando jogar na Defesa, mas com toda liberdade (anunciada publicamente) para partir para o ataque sempre que necessário. Jobim será o “presidente paralelo”, com autoridade e mão pesada personalista, para gerir a crise que apavora Lula e desgasta sua popularidade. Não demora, estará batendo de frente com Guido Mantega, Paulo Bernardo, Tarso Genro e com sua “concorrente ao Planalto” Dilma Rousseff. O jogo começou.
Como nosso presidente corinthiano ama metáforas futebolísticas, nosso redator flamenguista lhe presta a homenagem devida. Aliás, ainda bem que o Lula não é tricolor. Não torcedor são-paulino. Mas do Fluminense. Fosse assim, seu brilhante desgoverno ainda sofreria da maldição do Sobrenatural de Almeida. Certamente, Nelson Rodrigues voltaria reencarnado para falar mal de sua atuação nas quatro linhas do poder executivo.
O espírito de Nelson, que encontraria no governo personagens e argumentos para escrever mais sacanagens que em “A Vida como ela é”, fatalmente, condenaria Lula a ser vaiado, eternamente, em cada minuto de silêncio do Maracanã. Seria sofrimento público demais para o dissimulado e mitomaníaco Apedeuta, que adora se fazer de bobo quando lhe convém, mas que ama ser idolotradado, como se acostumou, no passado, de "Lula Esperança".
Ainda falando de “futebol”, o técnico Lula quase entrou em campo para marcar um golaço contra seu PTabajara Futebol Clube. Antes de escalar Jobim na Defesa, Lula teve outra inspiração que poderia lhe custar o emprego forjado nas nada confiáveis urnas eletrônicas. O site do Cláudio Humberto revelou que Lula decidira botar o brigadeiro Juniti Saito no Ministério da Defesa. Tivesse isto, o Exército e a Marinha logo iriam assumir o “Ministério da Ataque”.
A cobra fumaria no Planalto. Seria deflagrada uma perigosa crise nas ainda comportadas Forças Armadas. Lula teria ficado encantado pelo Comandante da Aeronáutica, com quem conversou a sós, pela primeira vez, após o acidente da TAM e depois da burrada de um Sargento (não foi o Garcia, por favor) que detonou uma pane elétrica que paralisou o Cindacta 4, na Amazônia, pondo em risco os vôos internacionais sobre o nosso território.
Os “aspones” do desgoverno e os “cartolas” do PTabajara suaram gelado para demover o técnico Lula da brilhante idéia de escalar, na Defesa, o gentil brigadeiro que, tal como o presidente e a primeira dama, também adora vestir a farda de caipira nas festas juninas do Arraial do Torto (eita nome apropriado para uma festa de quadrilha do atual desgoverno). A sorte ou o azar de Lula é que, naquele meio tempo de indecisão, Nelson Jobim parou de fazer cocada e aceitou o convite que alguém no governo lhe fez. Jobim chegou a recusar o cardo duas vezes, deixando Lula contrariado. O técnico detesta que esbanjem sua seleção PTabajara.
Agora, Jobim está em campo. O advogado tem fama de craque. Pelo menos, segundo denunciaram o falecido Leonel Brizola e o cada vez mais vivo economista Adriano Benayon, desde a constituinte de 1988, o artilheiro Jobim faz todas as jogadas que agradam aos banqueiros internacionais e aos daqui de dentro. Vale a pena ler com toda atenção o estudo produzido pelo economista Adriano Benayon e pelo professor de matemática da UnB Pedro Dourado Rezende. Os dois pesquisadores conseguiram determinar qual foi a adulteração introduzida por Nelson Jobim à Constituição. Vejam em:
http://paginas.terra.com.br/educacao/adrianobenayon/fraudeac.html
Recordar é ficar PT da vida (sem trocadilho infame ou linguajar garciano). No Supremo Tribunal Federal, Jobim demorou meses sentando na decisão sobre a aplicação do Código de Defesa do Consumidor aos bancos. O julgamento da ação (proposta em dezembro de 2001) foi iniciado em abril de 2002. Mas ficou suspenso por vários meses, após pedido de vista do ex-ministro Nelson Jobim, que acabou votando favoravelmente à ação. O caso só foi julgado mesmo no dia 7 de junho de 2006. No STF, Jobim também foi um defensor da cobrança previdenciária de servidores inativos e pensionistas – fato que qualquer bebê de colo ou até um analfabeto jurídico consideraria “INCONSTIUCIONAL”.
Por isso e muito mais, nada custa bancar o idiota da objetividade e perguntar: Jobim vai jogar a favor de si próprio ou do time de Lula? Eis a questão nada difícil de responder. Jobim quer o lugar do técnico Lula. E alguns jogadores mais espertos do PTabajara FC perceberam isso depressa. Alguém acha que foi de graça o ataque do ministro da Justiça, Tarso Genro, que invadiu a grande área da Infraero (subordinada a Jobim), com uma linda jogada da Polícia Federal e da Secretaria de Direito Econômico em favor dos consumidores-passageiros, marcando vários gols contra as companhias aéreas.
Lula tem tudo para tomar uma bola nas costas. Uma ou mais. Jobim entrou com tudo em campo. Já sentou com o tucano José Serra (outro candidato a dirigir o Brasil), para discutir a crise aérea, e repartir responsabilidades e encargos com a oposição. A torcida do PMDB já se assanhou. O lema do partido se inspira na primeira estrofe do sagrado hino da Nação Rubro Negra. “Uma vez Flamengo, sempre Flamengo”. “Uma vez Governo, sempre Governo". No hino peemedebista parodiado e piorado está escrito: “Governo sempre eu hei de ser, é meu maior prazer…”.
O jornal espanhol "El País" descreveu Jobim como "um político a meio caminho entre o governo e a oposição". O jornal dos hermanos argentinos “La Nacion” foi mais implacável ainda: "Depois das vaias inesperadas que recebeu no Maracanã, há duas semanas, ao inaugurar os Jogos Pan-Americanos, e um descalabro trágico que o obrigou a desaparecer dos palcos em que costumava discursar quase diariamente, Lula está agora nas mãos de Jobim". E ele é o homem de confiança do mundo financeiro. O fato é público e notório.
A lógica é bem simplória. O desgoverno do presidente Lula é refém dos interesses dos banqueiros nacionais e internacionais. O Brasil é controlado pela Oligarquia Financeira Transnacional que manda no mundo, pois mandam nas maiores empresas globais, na mídia internacional, no comércio internacional, nas bolsas de valores e de mercadorias & futuros, e no mercado financeiro que decide os destinos do resto do mundo globalizado. Lula vira e mexe viaja à Inglaterra, para beijar a mão dos poderosos que o manipulam, de verdade, a partir dos interesses da City de Londres, suas casas bancárias e reais. A Oligarquia Financeira Transnacional não joga para perder no cassino eleitoral do Al Capone e suas urnas eletrônicas manipuláveis. Aliás, só joga para ganhar e com planejamento estratégico de longo prazo. Exemplo prático: em 16 de maio de 2004, em Londres, durante um jantar no castelo de Saint James, pertencente aos banqueiros ingleses Rothschild, o então governador de Minas Gerais Aécio Neves foi anunciado como candidato a Presidente da República do Brasil em 2010. O padrinho da candidatura Aécio é o também banqueiro Mário Garnero, do grupo Brasil Invest, que é sócio e considerado um parente próximo dos Rothschild.
Agora voltemos ao passado recente. Em entrevista coletiva no dia 15 de maio, o presidente Lula da Silva declarou ser contra a reeleição (embora tenha sido reeleito pela invenção de seu antecessor FHC). Questionado sobre eventual terceiro mandato, Lula afirmou que não iria propor mudança na Constituição e que não brincaria com a democracia. Mas o Poderoso Lula confirmou aos jornalistas que iria trabalhar para fazer seu sucessor. Fosse ele do PT ou dos 11 partidos que infestam base governista.
O chefão Lula não descartou dividir palanque com um nome do PSDB, como o do governador de Minas, Aécio Neves, com que confirmou ter ótimo relacionamento. Aliás, Lula faz sempre questão de tratar os tucanos como adversários e não como inimigos. Otário é quem pensa que o Apedeuta não sabe de nada… Ele apenas ignora, quando lhe convém… Fica difícil acreditar que Lula não enxergue em Jobim um potencial adversário ou com corrente político.
Talvez, por isto, Lula alimente a ilusão de ter “cooptado” Jobim com um nem tão simples ministério (tal como fez com Ciro Gomes, outro presidenciável no governo petista), na doce ilusão de tentar anulá-lo politicamente, até 2010. Não vai. Não tem como. Tal como Aécio Neves, Nelson Jobim é o queridinho dos banqueiros que mandam no mundo, nos controlam e mantêm nosso Brasil artificialmente na miséria – com a ajuda da colonizada classe política daqui. Aécio, Jobim, Lula, Dilma, Ciro, qualquer aventureiro de plantão ou até minha Santa Mãe – nenhum deles faz diferença para os controladores do Brasil.
Lula pensa em lançar Dilma Rousseff como candidata a sua sucessão. Se for obrigado, por forças de fora, a apoiar Aécio ou Jobim, em detrimento dos companheiros petistas, corre o risco de cair em desgraça e ser “justiçado” politicamente. Lembrai-vos de Celso Daniel… O caso do cadáver politicamente insepulto pode ressuscitar a qualquer momento. Tudo pode acontecer nos bastidores da disputa pelos podres poderes da nossa República.
O caso Jobim tem uma singularidade. Em linguagem de festa caipira, que o Apedeuta não ignora, Lula criou um Jobim para mordê-lo. Ou picá-lo (verbo que fica mais apropriado ao desgoverno top-top). E Jobim é “amigo” de Lula, de longa data, como o próprio presidente admitiu. O Garcia do Circo poderia até ponderar, em seu linguajar retórico do lumpanar, que “amigo de ânus é pênis”. Mas aí o problema seria sexual (assunto para outra integrante do governo), e não político. Uma coisa é dura de constatar. O top-top será fatal, se houver traição da velha amizade.
Uma possibilidade é objetiva. Se Nelson Jobim tiver um bom desempenho neste desgoverno, desarmando os pepinos do apagão aéreo e da pinimba em que vivem nossos bravos funcionários públicos fardados das três Forças, o ex-presidente do Supremo fica credenciado como candidato presidencial do PMDB, em 2010. Poder de fato ele já tem objetivamente. È o chefe dos militares. “Que a continência lhe seja leve” – como bem diria o defunto Brás Cubas, do velho Machado de Assis, que era um cara muito vivo.
Nelson Jobim também é. O sonho nada oculto dele é se tornar o Chefe Supremo da Nação. Ele tem todo direito. Nós é que não merecemos. É triste a sina do País que precisa de um poderoso chefão para governá-lo, servindo apenas de “laranja” ou “marionete” de interesses anti-nacionais. Ele já está em campanha. Jobim, nos escombros do prédio da TAM, usando o chapéu de Bombeiro, é uma imagem da contradição. A atuação política dele tem tudo para incendiar, por dentro, o governo Lula.
Se os segmentos esclarecidos da sociedade brasileira não caírem na real – e mudarem de mentalidade -, como diria o meu querido Garcia do Circo do Palhaço do Planalto, estamos "top-top”. Iremos repetir os mesmos erros de sempre que inviabilizam, institucionalmente, o Brasil.
Está armada lona do circo da sucessão presidencial. Tomara que a alegria do Palhaço não seja vê-lo pegar fogo. A felicidade do Palhaço será a tristeza do Brasil. Mas nada adianta gritar "Fora, Palhaço", se não se tiver um projeto de Nação para o Brasil, baseado no conceito de Democracia – como a prática da segurança do Direito, através do exercício da razão pública. Qualquer manifestação fora desta linha é "golpe" e "palhaçada". Chega de palhaçada! Ou o circo vai queimar com a gente dentro! 

O que Nem Regina Duarte Poderia Imaginar

Por Maria Lúcia Barbosa

O presidente da República disse na posse do novo ministro da Defesa, Nelson Jobim, que tem medo de viajar de avião. Algo muito humano, cuidadosamente escolhido para provocar empatia com os milhões de brasileiros que mais uma vez o assistiram pela TV. Afinal, quem não tem seus receios em alçar-se aos céus?

Entretanto, Lula da Silva, que já bateu recordes em viagens nacionais e internacionais, pode dizer sem susto que avião é o meio de transporte mais seguro que existe. Não só pelo luxo do aparelho apelidado de Aerolula, que vive a transportá-lo e as suas comitivas, mas pelos cuidados especiais que, naturalmente, são dispensados às viagens de um presidente da República.

Contudo, Lula está com medo de muito mais. Pela primeira vez percebeu que o altar do culto da personalidade, que para ele foi construído, pode estar desmoronando. Acostumado aos auditórios compostos por convidados especiais que sempre o aplaudem ou riem do seu besteirol, aos comícios encomendados onde exercita sua ferve, mistura de repentista com animador de auditório, o presidente ficou extremamente chocado com as vaias recebidas no Maracanã.

O horror foi tamanho que preferiu se esconder. Afinal, a festa de abertura do Pan deveria ser o palco iluminado a lhe conferir intenso brilho pontuado por aplausos estrondosos. No entanto, ficou ele pateticamente, ridiculamente, de microfone na mão. Foi calado pela sexta repetição das vaias de 90 mil gargantas.
Como a memória do povo é curta, certamente os propagandistas do presidente entenderam que bastaria armar alguns palcos artificiais para que o constrangimento fosse esquecido. A mídia se calara sobre o colapso aéreo, enfatizando apenas boas notícias. Mas eis que acontece outro acidente, pior do que o de setembro do ano passado do ponto de vista do número de mortos.

Com relação a primeira tragédia, muitos petistas chegaram a atribuir as manifestações que se avolumavam nos aeroportos por passageiros desesperados diante de vôos cancelados ou atrasados, aos chiliques da “elite branca”. Um evidente atestado de que os adeptos e defensores de Lula da Silva não sabem que o significado de elite é produto de qualidade.

Em todo caso, os marqueteiros reais estavam tranqüilos por considerar que a maioria que viaja de avião pertence à classe média. Como os pobres estão felizes com as bolsas-esmola e os ricos com os grandes lucros auferidos sob o governo de LILS, deduziu-se que as aflições dos “pequenos burgueses” não contavam. Estes servem para sustentar o luxo da “corte” com seus impostos e continuar a votar em Lula da Silva.
Entretanto, o segundo acidente impressionou os brasileiros de todos os recantos desse imenso país. Mostrado amplamente na televisão abalou não só as famílias das vítimas, mas até os que não são usuários do transporte aéreo. Surgiu também, pela primeira vez, a percepção de que o governo e sua figura maior, o presidente da República, tinham algo a ver com aquilo.
Então, mais Lula temeu e se escondeu. Somente três dias após a tragédia o presidente surgiu em cadeia de rádio e televisão para representar um ato em que tentou passar emoção, mas que falhou na conquista do público.
Antes o desgaste governamental ficara por conta da ministra do Turismo e ex-prefeita de São Paulo, Marta Suplicy, que como uma Maria Antonieta dos trópicos que mandasse dar brioche ao povo, aconselhou aos sofridos passageiros que se acumulavam nos aeroportos que relaxassem o gozassem.
Após o acinte e em pleno clima de luto brasileiro assistiu-se aos gestos obscenos de Marco Aurélio Garcia, o chanceler de fato e vice-presidente o PT, e de seu assessor, a provar que o senhor Garcia está interessado apenas na continuidade do poder. Ele sabe que para isso deve preservar a imagem do chefe, garantia de privilégios e imunidades para todos os companheiros. Em que pese o apoio do seu partido, a demonstrar o modo de ser petista, o escárnio e a estupidez do assessor do presidente soou como mais uma bofetada no rosto dos brasileiros.
Como se não bastassem todas essas ofensas e condutas impróprias a detentores de cargos importantes, o comandante da Aeronáutica, Juniti Saito, condecorou alguns companheiros da Anac, cujo descaso, despreparo e irresponsabilidade relativos ao colapso aéreo são visíveis.
Diante de todas as afrontas de seus auxiliares diretos o presidente, em vez de demiti-los, se escondeu. Ficou com medo de ir ao Sul e ao Sudeste e como um neo-coronel preferiu montar seu auditórios de ficção no nordeste. Não escapou, porém de vaias em Aracaju.
Lula trocou finalmente o ministro da Defesa. Pretende se escorar em Nelson Jobim, o ex-presidente do STF que julgava politicamente e não de acordo com a lei. Na posse do ministro Lula riu, fez os costumeiros gracejos à moda do Faustão, mas, quem diria, está com medo. Nem Regina Duarte poderia imaginar isso.

Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga. Autora dos livros “O Voto da Pobreza e a Pobreza do Voto – A Ética da Malandragem” e “América Latina – Em busca do Paraíso Perdido”.


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