Como olhar a crise

A crise política, econômica, social e moral que tanto abate o ânimo dos brasileiros começou com o sr. Lula da Silva

O Estado de S.Paulo

25 Junho 2017 | 03h00

A atual crise brasileira vem de longe. Com uma seletiva falta de memória, alguns falam dos maus tempos que o País atravessa como se eles tivessem começado no ano passado, com a chegada de Michel Temer à Presidência da República. Outros, ainda menos afeitos aos fatos, comentam as instabilidades nacionais como se sua origem pudesse ser encontrada no mês passado, com o vazamento da delação do sr. Joesley Batista. Tais visões são evidentemente deformadas. A crise política, econômica, social e moral que tanto abate o ânimo dos brasileiros começou com o sr. Lula da Silva, com a apropriação da administração federal, de alto a baixo, para fins partidários. Foi na chegada do PT ao governo federal, há mais de uma década, portanto, que o cumprimento da lei, o interesse público e o respeito às instituições perderam relevância na tomada de decisões.

Logicamente, uma crise com essas feições, cevada ao longo de tantos anos e especialmente turbinada pela ignorância e o voluntarismo de Dilma Rousseff, semeia muitas dúvidas a respeito da viabilidade do País e de suas instituições. E não foram apenas erros na condução da política econômica. Os escândalos de corrupção e as licenciosidades com a lei, também por parte de quem deveria cumpri-la exemplarmente, contribuem para pôr em questão a capacidade de o Brasil retornar aos trilhos do desenvolvimento econômico e social.

Nesses momentos de horizonte opaco, em que recai sobre o futuro nacional densa neblina de incertezas, é preciso redescobrir os fundamentos sobre os quais seja possível construir soluções efetivas. Ao contrário do que alguns dizem, nem tudo está perdido. Nessa tarefa de olhar o cenário da vida nacional com serenidade, pode ser útil aprender com os investidores estrangeiros, como aponta Zeina Latif, em sua coluna de quinta-feira passada no Estado. “Os estrangeiros, menos contaminados pelo noticiário local, avaliam de forma mais serena e pragmática os riscos pela frente”, diz a economista.

Para essa avaliação mais serena, não é preciso fechar os olhos à realidade. O que faz falta é justamente olhar mais longe, ampliando os limites da vista. “Os estrangeiros têm visão mais global e não veem o Brasil como caso isolado de país problemático. Depois de Brexit e Trump, esses investidores parecem um pouco anestesiados. Nada os surpreende tanto assim. Muitos minimizam os riscos para a eleição de 2018, dizendo que, nos EUA, eles têm o Trump”, afirma Zeina Latif.

Outra característica valiosa dos estrangeiros, que afeta o seu olhar sobre o Brasil, é a tendência ao pragmatismo e à ação. Os estrangeiros “querem saber mesmo o que vem pela frente: como fica a agenda de reformas, o time econômico, a política econômica, o risco de deslize fiscal e o espaço para cortar a taxa de juros. Querem discutir as oportunidades”.

Certamente, tal pragmatismo é muito importante para que o País possa reencontrar os rumos do desenvolvimento. Sem esse dinamismo, até mesmo o que é em si positivo, como a investigação de crimes praticados por agentes do Estado, dando oportunidade para interromper a prática criminosa e punir os culpados, torna-se ocasião para simples lamúria e letargia. “Ainda que o quadro recomende cautela, é importante não se deixar contaminar excessivamente pela crise política na tomada de decisões. Cautela sim, retranca não”, diz Zeina Latif.

A saída da crise não virá, como alguns parecem fazer crer, de uma decisão judicial pondo o último corrupto na cadeia. Além de utópica, já que nunca chegará esse dia, tal crença só conduz à passividade, como se a população tivesse de esperar o fim da crise para empreender, trabalhar, contratar, etc. A esse respeito, deve-se aprender também com o governo de Michel Temer, por muitas que sejam suas deficiências. Mesmo com o cenário conturbado, realizou significativos ajustes na economia e continua disposto a levar adiante as tão necessárias reformas. O País está hoje melhor do que estava um ano atrás. E talvez os estrangeiros percebam esse fato mais facilmente do que os próprios brasileiros

A facção criminosa Partido dos Trabalhadores, vulgo PT, mais uma vez deixará de fora – e sem voz – uma MULHER EXECUTIVA

Foi assim com Dilma Rousseff. Transformaram-na em uma carrasca com voz,  boneca do ventríloquo LULLARÁPIO. Quando se rebelou, a carrasca ganhou voz e transfigurou-se numa mula bravia descompensada, sem baia e sem dono. Surtada tentou apear a manta do lombo, a canga do pescoço, e os antolhos. Deu no que deu. Apressou o Brasil que já estava capengando, a alcançar o fundo do poço da bancarrota.  

Dessa vez a vítima é a falastrã senadora GLEISI HOFFMANN (PT-SC) eleita recentemente  para comandar o PT. Cometeu o ato falho de pretender falar alto na presidência da ORCRIM petista. Tardiamente compreendeu que mulher no PT não manda. Estertora. Cumpre ordens da executiva do partido, cuja voz maior é a do LULLARÁPIO. 

Presidenta-mulher da ORCRIM petista é cargo e função de fachada. GLEISI HOFFMANN caiu no lugar comum reservado aos baba-culhões lulistas de carteirinha: Ostracismo!

FC

Supremo Tribunal Eleitoral: “Absolvam-nos todos… Togados, os que são corruptos, saberão reconhecer os seus!”

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– Dessa forma cruel e malfazeja institucionalizou-se desmascarada e explicitamente a banda podre do STE, composta pela metade mais um, dos juízes avalizadores da corrupção eleitoral sistêmica no Brasil.

Se for visto como uma associação futebolística, terá um nome: “BANDIDOS UNIDOS JAMAIS SERÃO VENCIDOS”. Timaço que faz inveja ao Real Madrid. O Seu ataque tem nada mais nada menos que quatro craques da “bola”… Tarcísio, Napoleão, Admar e Gilmar.

O jogo de ontem estava empatado em 3×3. A defesa adversária era composta daqueles que tentavam impor moral; fazia o que podia.

Aos 45 minutos do tempo final o centro-avante Gilmar, excepcional batedor de pênaltis, carrasco que tem voz e fala mais alto que todos, jogara acompanhado da invisível Minerva, a deusa da sabedoria.  Foi chamado com seu destruidor tanque de guerra para a grande missão de fuzilar, e acabar de vez com a defesa da honestidade, moral e honra em prol da corrupção, imoralidade e desonra da própria instituição que preside, o agora sem-vergonha Supremo Tribunal Eleitoral cuja sigla STE, representava o último bastião da verdade do sistema eleitoral brasileiro.

O tribunal com a vitória contra a decência e lisura dos perdedores ganhou nova sigla:  Supremo Tribunal Eleitoral Vulgo STE!

FC

Parábola do rato

(Autor desconhecido)-

– Certo dia, um homem entrou numa loja de antiguidades e se deparou com uma belíssima estátua de um rato.

Bestificado com a beleza da obra de arte, ele correu ao balcão e perguntou o preço ao vendedor:

– Quanto custa?

– A peça custa R$ 50 e a história do rato custa R$ 1.000.

– O quê? Você ficou maluco? Vou levar só a obra de arte.

Feliz e contente o homem saiu da loja com sua estátua debaixo do braço. À medida que ia andando, percebeu mortificado que inúmeros ratos saíam das lixeiras e bocas de lobo na rua e passaram a segui-lo.

Correndo desesperado, o homem foi até o cais do porto e atirou a peça com toda a sua força para o meio do oceano. Incrédulo, viu toda aquela horda de ratazanas se jogarem atrás e morrerem afogadas.

Ainda sem forças, o homem voltou para o antiquário e o vendedor disse:

– Veio comprar a história, não é?

– Não, eu quero saber se você tem uma estátua do Lula.

Cenário do cotidiano sentimental e comportamental da sociedade, versus o cenário político brasileiro – As verdadeiras putas não se misturam às falsas-putas

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Putas verdadeiras são mulheres valorosas que lutam pela sobrevivência compartilhando o corpo numa atividade insalubre, a qual muitas vezes deixam ou trazem sequelas. Parte da sociedade – a hipócrita – repudia veementemente tal atividade em virtude de considerar concorrência desleal com as damas acima de qualquer suspeita…

Putas, e aqui vai minha homenagem, não maquiam o comportamento com o esmero de uma dama pra tentar ocultar as feiuras da face e dos seus EUs.

Enfrentam o batente (a cama) garbosamente. Vencem desafios gigantescos com maestria. Quando murmuram ou mesmo gritam um “ai” duvidamos se foi pela dor física provocada pelo invasor descomunal ou se foi pelo misto do sofrimento com o prazer da vitória, ou decepção, cominada com garantia de mais uma mesa simples, mas farta para si e para a prole.

Nível social: Para que serve nos arreganhares das pernas?

Uma mulher desagraciada da boa sorte, pobre (ou não),  iletrada (ou não) não se destingue de qualquer mulher autodita puta-puta, das putas–ditas-não-putas naquela posição de espera..  e vice-e-versa.

Mas difere plenamente na autencidade do ser e estar. Salvo raríssimas exceções (índole), não estão cultivando a vida mundana por opção. Quando não são jogadas direta e conscientemente pela família, são entregues por omissão, falta de orientação, deixando a “vida te levar”…

Mas vamos ao assunto principal que é o Cenário Político.

Neste as putas existem. Quase sempre fantasiadas de vereadoras, deputadas, prefeitas, secretárias de estado, deputadas, senadoras, ministras,  presidenta etc.

Putanizam o Brasil de norte a sul. Mas a grande concentração delas está em Brasília, no Executivo, Congresso Nacional, Ministérios, e outros ambientes do cenário político. São tão danosos quanto…

Vi, semana passada, um vídeo no qual uma puta-vereadora gaúcha numa sessão solene da Câmara que lhe dá guarida, reduzia o população nordestina a zero. A bancada inteira permaneceu calada num forte indicativo que se locupletava naquela descabida  impropriedade. Tal falsa meretriz, suponho, deve ser umas muitas putas eleitas por voto popular pra defender a sociedade contra desmandos e malfeitos cometidos pelo prefeito, diretamente ou à sua ordem…

Em vez disso, ataca sem distinção, uma sociedade sofrida situada a milhares de quilômetros de distância, exatamente por atos de quem deveria zelar por ela. Agressão injusta em gênero, número e grau essa que faz a puta-vereadora em questão.

 

Quando o então presidente LULA em um vídeo viralizado na internet cravou a expressão “…terra de viados…” sobre os munícipes de Pelotas-RS, abriu precedentes para ser seguido pela legião de putas-políticas subservientes petistas, e idólatras do presidente- canalha LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA, ainda que militem em outros partidos e/ou facções criminosas. O Congresso Nacional abriga muitas outras putas-políticas que se abrigam sob os mandatos, verdadeiros mantos da falta de vergonha moral e corrupção ativa: Deputadas Federais e Senadoras. Envergonham a nação corrompendo, roubando, prevaricando. Idem para o executivo, secretariado e ministérios. O ilícito é a bíblia que professam.

No auge dos descalabros traições  supra-legal de todas as órdens são praticadas. É putaria desenfreada. Até em vôos na aeronave presidencial fodelanças já aconteceram regadas a caviar e Cachaça 51.

Orgia nos ares, orgia nos hotéis de luxo, orgia nos bares, aonde quer que fosse, lá estavam charfundados e envolvidos até o pescoço, o santo-crápula de Caetés e a secretária do puxadinho da PR em SP.

Vimos de tudo nessa terra de candangos… Charuto de Havana em lábios femininos empesteando com seu aroma o gabinete presidencial e outros pulmões não tão desavisados. Até em um aeroporto civil da região sul a charuteira cara-metade executiva poluiu o ar ambiente do saguão sob apupos dos presentes.
VIDA ETERNA ÀS VERDADEIRAS PUTAS.

Prestam serviços inestimáveis e indispensáveis aos necessitados de todos os recantos em todos os tempos!

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O novo “MINISTRO-ADVOGADO” de TEMER que assumiu a pasta da JUSTIÇA também faz parte da panelinha de sustentação de governos bandidos

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O Brasil está fadado a ser conduzido e gerenciado por gente de valor escório entra-ladrão-sai-ladrão-entra-ladrão de novo.

Como pode o arremedo de uma jovem democracia solidificar decência honestidade legalidade moral e honra se, dos presidentes da república a uma grande parcela dos ministros desde o governo Sarney até o atual de Michel Temer são crápulas travestidos de homens de bem  ​investidos de legislaturas conferidas por votação solene pela sociedade crente (para uns) e descrente (para outros), além da parte podre do eleitorado de cabresto e comprado por pouco mais ou nada ajudando a empestear – mais ainda – o executivo brasileiro. Hoje, 31 de maio, tivemos mais um dissabor maquinado por Temer, que deu posse como Ministro da Justiça, a TORQUATO JARDIM, jurista comprometido com a ilegalidade do sistema político, afirmando para a imprensa  que roubar é ato de honestidade desde que seja para investimento na “causa” politica e também seja  declarado ao TSE, antro validador de tais lavagens de dinheiro. Declarou:  “Eu não discuto essa questão da origem, se a origem é caixa 1 ou é caixa 10. Eu quero saber se entrou contabilizado no comitê do candidato, no comitê partidário de campanhas, se entrou conforme a lei. “

Ou seja: ROUBOU, MAS SE LAVOU TA LIMPO!

VIVA TEMER

VIVA TORQUATO

VIVA O BRASIL


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