Agora entendeu que a herança FHC deixou de ser especulação romanceada. Botou as unhas de fora e fez como mandou o figurino do marqueteiro João Santana, assessorado na intriga por Lula. Eis o mote central:

“Se houve, ou se há algo errado de fato no meu governo a culpa é do Fernando Henrique”.

FHC é o fantasma que ronda o PT nos dias e noites insones. Ou seja, sempre. Se tudo acontece a partir dele, então é um ser abençoado, aura brilhante, agraciado com o dom de tudo que é oni: presença, ciência, potência… Observador invisivel e implacável que permanece ao lado dos capos do petismo.

Sendo assim, corrompe e mascara a visão dos pobres petistas, no que deveria ser feito para um bom governo voltado para a honestidade, lisura e a ética em prol da sociedade brasileira. Malandragem além da conta. Lula e Santana sabem que soldadinhos petistas não têm neuronios ativos. A lavagem imposta descerebrou-os completamente. Pudera, não poderia ser diferente. A presidente Dilma, por exemplo, tem dois. Tico e Teco. Um faz ela falar o que ninguém entende; o outro não a deixa dizer coisa com coisa.

Nas ruas ou locais invadidos, a legião autômata, acata a palavra fácil emanadas dos trastes do gerenciamento do Partido dos Trabalhadores, PMDB, PR, PTB e outros heróis da impunidade e da roubalheira, fazendo inveja aos Irmãos Metralhas, dos quadrinhos.

O conjunto é indivisível. São partes de apoio incondicional acorrentadas e agregadas do sistema que integra os saques a partir do Congresso Nacional, Ministérios e Estatais: PETROBRÁS, ELETROBRÁS, BNDES.

No descaramento habitual da presidente Dilma, na última fala a respeito da situação do caos financeiro da ELETROBRÁS cujos aumentos da energia elétrica extrapolou o que é sensato, mesmo em ocasiões de exceção, a culpa mais uma vez remonta aos primórdios da era FHC. Ela, a descarada, estendeu os poderes dele até às chaves de São Pedro.

PSDB ganhou um aliado de peso. Chuva para as represas das hidrelétricas só com autorização de Fernando Henrique Cardoso.

FC

Meu bom José, li no Estadão mas não acreditei, do seu aviso, uma amostra de quem está preocupado com a vida do amigo pessoal Rodrigo Janot (posso considera-los assim, não houve agendamento do encontro entre as autoridades que são), ou ameaça velada de um moleque-de-recado a serviço do Palácio do Planalto?

A segunda hipótese seria a única viável. No entanto mantenho meu pensamento inicial. Mas algo me intriga, e preciso saber das respostas. Só assim poderei manter minha opinião e repassa-la para uma legião de amigos que mantenho no meu convívio pessoal e midiático:

Porquê avisar o Procurador sem avisar a sociedade e principalmente, a todos relacionados nos voos e tripulações específicas?
Sabe de alguma coisa Ministro que o mundo decente não saiba?

Tem explosivos ou pessoa-bomba pronta para morrer em nome da causa petista explodindo o avião e matando o “amigo” denunciante, passageiros e tripulação?

Por acaso a liberação dos nomes dos políticos envolvidos no Petrolão tem petistas já condenados, além de senador, deputado, ex-presidente e presidente?

Sua visita de “cortesia” ao procurador Janot, soa aos ouvidos como ameaça além de velada. Ameaça de fato. Digo mais: Pensamento voa longe Ministro Cardozo, mais que avião de carreira ou particular. Voa do assassinato do prefeito Celso Daniel a morte ainda não explicada do ex-governador Eduardo Campos.
O ex-candidato morto na queda (?) da aeronave, como todos sabem, voava em jatinho não comercial. Então? Porque  o senhor nas entrelinhas sugeriu ao procurador-geral, não voar em avião de carreira?…
Já sei: sugerir é o mesmo que induzir o procurador-geral, em nome da manutenção da boa integridade física,  a retirar da possível lista acusatória os nomes dos políticos, do PT, PMDB, PR?
E na leva, em contra partida, de outros políticos de fora do apoio partidário ao governo. Em tese, fora do esquema?
Na prática uma lista em branco, ou lista nenhuma?

Todos nós, agora falo em nome dos que pensam como eu, precisamos dessas respostas senhor Ministro Cardozo, o quanto antes, portanto.

Refletindo um pouco

Publicado: 23 de fevereiro de 2015 em Blogroll

Gosto de pensar meu mundo. O político também faz parte desse combo. Mas pensar sozinho, tem vez, leva a um incremento da solidão social e a certas doses de descrenças que encontram suporte quando olho para a janela e vejo o enredo da realidade se desenrolando sem definição de rumos, ao sabor dos ventos.
A lembrança de Um antigo quadro do Programa Silvio Santos, Consulta aos Universitários, me autorizou a fazer o mesmo aqui na minha casa. Então pedi ajuda ao espelho. Funcionou. Tergiversar sozinho sem qualquer crítica, estratifica o ego, e dá causa a mazelas da alma. Pensar que espelho não ecoa o que vê é negar a visão que se tem de si mesmo. Nessas reuniões mais íntimas, desnudo da hipocrisia pois não há plateia, exponho as mais cruas verdades. As minhas em primeiro lugar, depois malho a vida que segue a brutalidade da política partidário-insana que virge como se fosse um estatuto escrito e aprovado por unanimidade pela sociedade. Concluo que se eu fosse um ferreiro que batalhasse pela sobrevivência a partir do malho, tenderia a morrer de inanição, não fosse a caridade alheia.
Ainda assim eu não recorreria ao pão de circo político. Bolsas sociais têm alvo bem definido. Não sou um deles. Tampouco milhões de brasileiros – agora também estrangeiros – que travestidos de sangue-sugas vezam dos impostos daqueles que realmente trabalham e produzem as riquezas que se esvaiem no ralo corrupto do governo. Atualmente, do governo do Partido dos Trabalhadores, vulgarmente apelidado de PT. Há momentos de indignação diante do espelho. Sinto-me aquele culpado sem direito a dividir as omissões que engendram e favorecem o estado instalado pela agremiaçãozinha que lesa contundentemente o erário e a cidadania, brasileiros. Mas minhas mãos, pés e língua não estão amarrados. Meus olhos veem sem dificuldades, meus ouvidos ouvem o que deve e pode ser ouvido. Ainda não é hora de partir para os fatos físicos, há que trilhar todas as possibilidades reversoras objeto de desejo do povo sensato, íntegro e ordeiro. O momento exige muita cautela. Canetas ferinas são armas de certa forma, letais. A história do Recife registra um fato curioso pra época, que bem retrata o que escrevo sobre as ferinidades de resultados promissores a partir dos escritos de uma pena sobre papel, ou palavra dita.
Mário Melo, decano do jornalismo pernambucano, que viveu ativamente até a metade do Século passado (1959), ferrenho combatedor do que estivesse errado, inclusive na política, num de seus artigos feriu os brios de um conhecido figurão da política local. Houve um encontro casual entre os dois em um café recifense muito concorrido pela nata sociopolítica. Sem delongas o criticado sacou o Colt 38 para Mário Melo, que por sua vez sacou de sua caneta-tinteiro, Park 51, apontando-a para o agressor armado. Amigos comuns dos dois interviram. Resultado, fizeram as pazes e o ato que gerou a crítica, foi refeito e corrigido.
Precisamos das boas e más verdades para poder encontrar a ponta da meada. Sem ela é impossível seguir o fio trançado e desatar os nós.
Mentira tem perna curta. Dilma Rousseff e Lula esqueceram disso.

O que seria do PT sem FHC

Publicado: 23 de fevereiro de 2015 em Blogroll

VEJA.COM.BR
Por Rodrigo Constantino

Nunca, jamais duvide da cara de pau de um petista! Ela, assim como o universo de Einstein, tende ao infinito. E agora temos a maior prova disso. Era só o que faltava, e era questão de tempo. Sabem o petrolão, aquele apelido para o escândalo exposto pela Operação Lava-Jato? Aquele, da quadrilha liderada pelo PT que se infiltrou na Petrobras para desviar seus recursos? Vamos, faça um esforço, eu sei que ainda estamos em clima de carnaval, mas não custa nada. Então, esse mesmo!

Pois bem: a presidente Dilma já deu um jeito de jogar a culpa dele para os ombros de… FHC! Isso mesmo! E vejam bem: não é pelo motivo que Augusto Nunes deu, de que FHC tem sim uma parcela de culpa por não ter tido a coragem ou vontade de privatizar a Petrobras, o que teria evitado essa roubalheira de hoje que está destruindo a estatal. E sim porque o governo do tucano não investigou casos de corrupção na Petrobras!

É o que disse Dilma, em ápice de sem-vergonhice na cara. “Se em 1996 e 1997 tivessem investigado e tivessem naquele momento punido, nós não teríamos o caso desse funcionário que ficou quase 20 anos praticando atos de corrupção. A impunidade leva a água para o moinho da corrupção”, disse Dilma após cerimônia no Palácio do Planalto.

Dilma disse também que os esquemas de corrupção agora são investigados. “Hoje nós demos um passo e para esse passo devemos olhar e valorizar. Não tem ‘engavetador da República’, não tem controle da Polícia Federal, nós não nomeamos pessoas políticas para os cargos da Polícia Federal. E isso significa que o Ministério Público e a Justiça e todos os órgãos do Judiciário que o que está havendo no Brasil é o processo de investigação como nunca foi feito antes.”

É um espanto! O PT não cansa de nos surpreender. Dilma, que resolveu reaparecer e como se estivesse no auge da campanha eleitoral, não falou nada sobre Vaccari Neto, o tesoureiro do PT, ou dos mais de R$ 500 milhões que seu partido teria desviado da estatal. Preferiu culpar FHC pelo que vemos hoje na empresa. E ainda se vangloriou de medidas de órgãos independentes de estado, que seu governo vem tentando justamente dificultar.

Sergio Moro, o mesmo juiz que considerou “intolerável” a reunião meio às escondidas do ministro da Justiça de Dilma com os advogados das empreiteiras investigadas, eis que de repente vira sinônimo de “governo Dilma”. Ou seja, a máfia montada pelo PT dentro da Petrobras passa a ser culpa de um funcionário qualquer que não foi punido na era FHC, e as investigações que o PT tenta abafar passam a ser mérito da própria presidente.

Eu menti em uma coisa acima: isso não é um espanto. Quem conhece o PT sabe que sua cara de pau não tem limites mesmo. O que é um espanto, isso sim, é esse discurso ridículo, patético, medonho, ainda encontrar eco no vácuo cerebral de muitos brasileiros…

Hoje é o dia de ontem sem amanhã

Publicado: 21 de fevereiro de 2015 em Blogroll

por freiconvento

Na política tudo é possível, exceto conjugar além do agora. Tem sido assim desde sempre. Logicamente estamos falando do Brasil como extensão atual dos governantes tentadores da plena e total dominação por vias partidárias, através dos espelhos das más políticas vivenciadas em países comandados pela força, na américa latina e além mar. Países antidemocráticos.
Fidel Castro nos primórdios da Revolução Cubana jogou sombras sobre a política norte-americana do Presidente Eisenhower.

Já naquela época, John Kennedy, homem inteligente, culto e de formação universitária (graduado pela Universidade de Harvard, que teve a tese “why England Sleept” publicada e tornada um best-seller), candidato à presidência americana como barganhante da sucessão presidencial, foi por Castro taxado de “milionário analfabeto e ignorante”.

Kennedy era transparente além do que se esperava de um político cauteloso. Num arroubo de momento, fraseou “… não ficaremos satisfeitos enquanto a democracia não for restabelecida em Cuba”. Complementava a intenção de cumprir ao pé da letra a Doutrina Monroe, que num dos contextos pressupunha o isolacionismo político das américas sem o dedo da governabilidade de países ou ideologias advindas de outros continentes.

O vice-presidente Richard Nixon, opositor natural do candidato Kennedy, falava menos. E menos ainda externava pessoalidades, queria manter em segredo uma pretensa invasão de Cuba, em busca da tão sonhada democracia.

Em 21 de janeiro de 1960, Fidel Castro externou a vontade de mandar de volta pra casa os membros da embaixada dos Estados Unidos. O mal estar gerado na diplomacia de Washington, persistiu até 3 de janeiro de 1961, quando então os norte-americanos cortaram de vez as relações diplomáticas com Cuba.
Era o sinal que apontava uma provável invasão a Cuba. Castro, ladino como sempre foi, advertiu os americanos que tal ato invasivo não sairia de graça. Morticínio aconteceria de ambos os lados.
Ato contínuo instou seus milicianos a intensificar os treinamentos. Ainda pilheriou: “Armaremos até os gatos se pudermos ensiná-los a empunhar uma arma…”.

A invasão de Cuba aconteceu a 15 de abril de 1961. Um erro militar sem precedentes na história americana. Fracasso perfeito daquele serviço de inteligência.
31 de março de 1964. O Brasil civil é tomado pelo Brasil militar. Fez coro aos Estados Unidos, simbolizou a tomada do poder pelas armas, com logística de apoio dos americanos, rasgando nossa Constituição vigente.

O Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco assumiu o poder em nome das forças armadas brasileiras. Não demora, a resistência civil brasileira toma corpo, estabelece a sistemática de guerrilha e em plenitude dá sinais de vida em todos os setores do país. Há excessos de ambos os lados. Mais tarde a verdade sobrevivente ficaria com os vencedores.

Os governos civis foram sucedendo e anulando os arbítrios remanescentes. A normalidade constitucional redesenhou o estilo e o comportamento tupiniquim, independente da ideologia professada ou não, de cada um, numa aceitação circunstancial digna de países verdadeiramente democráticos.

Democracia para quem não entende a razão dela existir pode não ser necessária. Contudo, para quem cultiva o bom hábito social, e cidadania, pode ser divisada como um ruidoso, mas delicioso balaio cheio de gatos cegos, sujos e famintos, com gosto de música clássica, ou uma nova Torre de Babel com estranhos falando ao mesmo tempo numa discussão sadia, cada um na sua linguagem própria, onde ninguém entende ninguém, mas cuja soma de resultados diversos e adversos, ao mesmo tempo, logra demonstrar a satisfação de todos com tudo o que está ocorrendo a sua volta. Não confundir com política de resultados predefinidos.

A ditadura chega ao fim com a entrega do governo para um civil pelo General João Batista de Figueiredo, aquele que preferia o cheiro dos cavalos ao cheiro dos humanos.

Inicia a era Sarney cuja má administração justificava os resultados negativos da economia. Ao mesmo tempo, não dá guarida aos resquícios ditatorial-militares ainda existentes.

As diferenças agora são civil-ideológica e civil-doutrinária. Doravante a briga esquerdo-direita será o prato do dia.

A direita se definiu como sucessora natural para redemocratização do Brasil. Entende ter a composição política ideal para um país em desenvolvimento, mas sem abrir mão de uma oposição sensata e somadora para o desenvolvimento social da cultura, educação, saúde, economia, bem estar e dignidade do povo.

Enquanto isso, a esquerda se arvora o direito de maquinar e socializar o bem alheio, estatizar o que entende que é público; alienar e promover discórdia política, conflitos de raças, gerações e credo. O extremo desse radicalismo culmina com a usurpação do direito constituído da propriedade conseguida a custo do suor fruto do trabalho honesto e ordeiro dos cidadãos operosos. Ou por direito de herança.
Também reinvidica tomar o poder permanentemente. Em princípio, pelo voto comprado ou não; secundariamente pelo grito e pelas armas.
O petismo ali já rascunhava a armação perene da política de pão gracioso nas arenas escravas, com seus espetáculos a guiza de circo – fixos e mambembes, com sabor da vontade do governante da hora.

Fiel Castro em sua ilha, repito, chamou Kennedy de milionário analfabeto e ignorante, mas esqueceu de qualificar seu seguidor brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, homem de poucas letras e nenhuma cultura acadêmica, avesso aos livros, mas de boa retórica de apelo popular nos palanques.
Eis que chega a presidência através do eleitor que lhe confiava o destino, por sua palavra fácil.

Lula a princípio seria um novo Dom Sebastião, salvador do Brasil. Em dado momento, arvorou estar acima do Cristo… Mas o povo anestesiado não teve capacidade para julgar seus ditos, desditos e procedimentos políticos imorais e mais tarde, políticos ilegais.
Escândalos sucediam a surpresa da nação. Julgamentos de fachada, idem. A maioria simbolicamente. Fatos incompreensíveis para os simples mortais eram avalizados pelo presidente companheiro. No de maior repercussão, o mensalão, a casa ameaçou ruir, mas a engenharia das brechas “legais” recuperou a fachada suja e corrupta que grassava na política brasileira a partir do Palácio do Planalto em Brasília, numa contramão imoral, do partido que assumira o poder.

Saliente-se que apenas o primeiro governo tinha cunho legitimamente constituído para sanear os ministérios, o erário, as autarquias, secretarias, enfim, tudo que fosse extensão do braço salvador governamental.

Em tese, as veredas da legalidade e confiabilidade das ações políticas singrariam das marés corruptas turbulentas das malversações, para os mares tranquilos dos estados e municípios. No Distrito Federal, a singradura teria excelência.

Nos palanques sua voz de gralha rouco-metálica fazia-se ouvir: “Aqui corrupto não sobe; no meu governo ladrão não entra”. Mas o que se viu, foi um governo desestabilizado pela corrupção desde o próprio presidente da república, até o mais baixo servidor conluiado do escalão administrativo da nação.

Companheiros, ou “cumpanheiros”, ou “aloprados – no dizer de Lula”, foram acusados, julgados e condenados numa história sórdida e suja de maus costumes e boutades.

Findo seu primeiro (des)governo, ainda assim Lula que foi um mau governante conseguiu a reeleição. Dessa vez a outros custos. Desde o político pela imoralidade da barganha de cargos e ministérios, com o Congresso Nacional, Governadores e Prefeitos, banqueiros, empreiteiros da construção civil, estaleiros, indústrias etc., uma compra de votos, seja qual fosse o manto e a rubrica partidária que a escondia.

Já nesse tempo, esse tal sujeito de índole e comportamento temerário nascido em Caetés, interior pernambucano, investido da presidência, “namorava” certa cumpanheira especialista em terror, e exímia atiradora de armas de fogo, que atendia pelo nome Dilma Vana Rousseff.

Participara ativamente na luta contra a ditadura militar, usando e abusando vezeiramente da capacidade de molestar com resultados promissores e fatuais, as ações previamente desenhadas para acontecer.
Os bons pagos lhe sorriram? Anteriormente fora presa por, entre outras coisas, assalto e sequestro a mão armada. Agora vivenciava os loiros vitoriosos das ações que a levaram a cumprir parte da pena a que fora condenada, e que numa provisão de recurso teve a sentença abrandada para menos tempo do que já cumprira. Dilma recuperou a liberdade.

Mais tarde, no governo Lula, progrediu em escala rápida e inadmissível num governo sério, probo. Na sequencia foi escolhida e imposta na garganta do povo para ser candidata à presidência da republica. E foi eleita. Mas não governou de fato. A voz, que sempre foi dela num espetáculo circense da pior categoria, ecoava da boca de Lula, como uma boneca de ventríloquo sentada no colo dele, ex-atual-presidente de fato, até que escorregou do colo e deixou a máscara cair. Queda involuntária ou rebelião as cangalha e antolhos?

O segundo mandato presidencial encontra-lhe apática, inerte, afetada política e moralmente pelo povo e parte dos correligionários partidários, pelos desmandos cometidos e por comandar a corrupção infernal que assola, entre outros órgãos estatais, a PETROBRÁS, no maior escândalo político que se tem notícia no mundo inteiro.

Dilma Rousseff tomou posse a 1° de janeiro de 2015, mas diante das verdades que foi obrigada a mostrar, contrariando as promessas eleitorais nos palanques e mídia especializada, um estelionato eleitoral sem precedentes mesmo dentro do Partido dos Trabalhadores, permaneceu muda, estatelada por dois meses.
O barco do mutismo já soçobrava completamente quando foi obrigada por Lula e o marqueteiro do PT, João Santana, a voltar a público dar sinal de vida, e atacar a oposição numa frustrada tentativa de culpabilizar o governo FHC, que antecedeu o atual governo petisto-bolivariano, pelos “malfeitos” que, segundo ela, se tivessem sido investigados, e, – pasmem – punidos prematuramente pelo governo do PSDB, logo, antes de existirem, os crimes cometidos na sua gestão, inadivertida, indireta ou diretamente, ou à sua ordem, não teriam acontecido.

Presidente Dilma Vana Rousseff (peço desculpas ao seu dono político, Lula da Silva por me dirigir diretamente à senhora), se lhe resta um mínimo de dignidade, honestidade, vergonha e compromisso com a sociedade brasileira, renuncie. Entregue o governo a quem de direito nesse caso.
O Brasil e os brasileiros honestos e de vergonha serão eternamente agradecidos por esse gesto magnânimo de arrependimento em prol da nossa Nação.

BRIGADA CONTRA A CORRUPÇÃO BRASILEIRA

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Empreiteiros em revoada ao Instituto Lula

Publicado: 20 de fevereiro de 2015 em Blogroll

São Lula, togai por nós fraudadores da PETROBRAS e do erário de forma geral. Se pecamos contra Tu, e deixamos repassar alguma propina ou parte do acordado, foi ato involuntário. Teu coração que é tão grande quanto o rombo que tua profana igreja, o Partido do Trabalhadores representa. Ajudai-nos São Lula, prometemos solenemente que jamais refraudaremos o dízimo que Te devemos. Sabemos que Tua iníqua maldade é soberana e indiscutível. Portanto de joelhos te pedimos em nome de nossa aliança firmada desde que assumiste o desgoverno dessa coisa chamada Brasil.

Publicado: 30 de janeiro de 2015 em Blogroll

Fev s anr