SÓ OS PAIS OBEDECEM

A psicóloga especializada em família diz que o medo de perder o amor das crianças faz com que os adultos abdiquem do poder e aponta elementos (e equívocos) na escolha de uma boa escola

Revista Veja – por Daniel Bergamasco e Fabiana Futema

Quando termina suas palestras alguma escola, a psicóloga Rosely Sayão precisa de ajuda para sair com tranqüilidade do prédio – costuma ser cercada por dezenas de pais, cheios de perguntas adicionais às respondidas no palco, de dilemas da própria casa. Formada na PUC de Campinas ela se tornou a mais conhecida referência em questões de família no país. Boa parte dessa projeção se deve ao trabalho na imprensa, desde que começou a escrever sobre sexo no extinto jornal Notícias Populares, a quase três décadas, e logo depois na Folha de São Paulo, da qual se despediu há duas semanas para se dedicar ao público de VEJA – ela assinará uma coluna mensal a partir da próxima edição e apresentará um programa em que responderá questões enviadas pelos internautas,algo semelhante ao que faz na Rádio Band News FM. Aos 67 anos, Rosely vive em um condomínio tranqüilo em Sorocaba, a cerca de 100 kilômetros da capital paulista, e mantém-se atuante em consultório e no atendimento a colégios e grupos de pais. Da própria experiência pessoal – é mãe de um casal de 38 e 42 anos  –, a principal conclusão é que os adultos vêm tornando a paternidade mais complicada nas ultimas décadas. “Eu trabalhava fora, deixava os dois com a empregada e nunca sentia a menor culpa por isso, como se tornou comum atualmente.”

A seguir sua entrevista:

Porque há tantas questões sobre como criar um filho?

As pessoas perderam a noção do que é uma criança. Se ela pergunta o que há na barriga de uma mulher grávida, podemos dizer apenas um bebê. As famílias, porém, se cobram tanto que já querem explicar como o bebê entrou, como vai sair, o namoro do papai e da mamãe. Não se dá mais a resposta “quando você crescer, vai entender”, que em geral satisfaz as crianças. Outro sinal da dificuldade de lidar com a infância é que os pequenos têm agenda de adulto, cheia de cursos e responsabilidades.

Isso pode ter impacto no futuro?

O problema é que a chance de brincar com a vida, que não foi aproveitada na infância, vira uma demanda no fim da adolescência. O número de adultos que levantam cedo para acordar o filho, de modo que ele não perca a hora das aulas na faculdade, é absurdo. Se você vai à secretaria de uma universidade no fim do semestre, há mais pais que alunos resolvendo todo tipo de pendência. Anos depois, os jovens chegam ao mercado de trabalho e muitas empresas têm dificuldade de lidar com esse perfil de recém-formado, o adulto que faz birra: só reclama, dá murro na mesa, sapateia.

Os pais de hoje se cobram em excesso?

As mães se culpam muito. Elas tentam oferecer um tempo do qual não dispõem, por compromissos profissionais ou outros motivos. Nem sempre é possível controlar como passaram a noite, se acordaram dispostas, e aí elas forçam demais a barra em busca de uma perfeição que colocaram na cabeça mas não é alcançável.

A senhora cita o exagero das mães. E dos homens?

A preocupação é bem menor, nem se compara. O papel deles tem mudado na educação, mas o avanço ainda é pequeno, em geral restrito a alguns grandes centros. Vocês viram essa repercussão sobre o (ator e apresentador do canal pago GNT) Rodrigo Hilbert? Aparece na mídia que ele cozinha, constrói casa na árvore no quintal, e fica todo mundo assombrado. Isso mostra quanto nossa sociedade ainda é machista, que o homem, em regra, é de pouco envolvimento. Surgiram recentemente na internet alguns blogs criados por pais que fizeram sucesso por ser algo diferente, já que quase todos os espaços com esses temas são abastecidos por mulheres.

A dificuldade em dizer “não” permanece?

Em toda palestra que eu dou, há uma pergunta assim na platéia: “Como falar não?”. E eu digo: “Vou ensinar gente, atenção: você olha nos olhos e diz: ‘Nããão’”. Faço essa brincadeira para perceberem quão ridícula é a questão. Os pais hoje têm esse receio enorme de desagradar, um medo de perder o amor dos filhos. Sempre foi o oposto. Era o temor dos pequenos de perder o afeto dos mais velhos que permitia muitas vezes que fossem educados, deixando de fazer várias besteiras. Entendi melhor essa movimentação com os temas do Bauman (o sociólogo polonês Zygmunt Bauman): a fragilidade dos laços afetivos hoje é uma coisa que nos assombra. O ser humano precisa de vínculos razoavelmente estáveis e duradouros, mas nada mais é assim entre nossos pares. Então, estamos jogando sobre os filhos essa expectativa. Com isso, o que temos visto, em geral, são os pais superobedientes. Loucura, não?

Uma dúvida freqüente é sobre quando a criança pode ter o próprio celular.

Quando souber usar bem o aparelho como um objeto que permite comunicar-se com quem está a distância, e não com os colegas no mesmo espaço que ela. Não existe uma idade mágica para isso, mas não é antes da adolescência. As crianças aprendem vendo os membros da família usar mal o telefone. Liga-se para as pessoas nos piores horários, com temas que não são urgentes. Conheço uma mãe muito zelosa, com três filho sem diferentes idades, que instituiu o check-in dos celulares: a família toda chega em casa e coloca as traquitanas em uma caixa. Pronto, todos chegaram, ninguém precisa mais do aparelho para se comunicar. Adorei a idéia.

E o batido argumento de que todo o restante da turma possui aparelho?

A criança diz: “todo mundo tem celular, menos eu”. Primeiro nunca é “todo mundo”. Trata-se de um argumento fácil, que pega com os adultos. Segunda coisa: e na adolescência, quando o filho disser sobre todos fumarem maconha, como mudar a lógica? Você vai ser obrigado a liberar maconha porque “todo mundo” fuma? Temos de ensinar desde cedo que cada família é diferente, algo que deve ser respeitado, mesmo que o filho fique bravo.

Os grupos de pais no WhatsApp são um elemento de união ou confusão nas escolas?

Se me fossem dados o direito e o poder de tomar uma decisão na vida dos pais, seria esta: parem com seus grupos. São uma fofoca sem fim, adultos falando de crianças. Se o filho leva uma mordida, já dizem que é porque o colega pertence a uma família desestruturada – criança morde porque tem dentes, às vezes porque quer beijar e não sabe como fazer, é algo natural. Além disso, ficam trocando mensagens em que falam o tempo todo mal dos professores da escola. Cadê a confiança fundamental na instituição para que a educação possa acontecer?

Não é natural que os clientes questionem o colégio e até queiram trocar impressões negativas sobre ele?

Claro, mas isso deveria acontecer lá no espaço pedagógico, onde eles possam ter a visão dos dois lados. Se houver algum problema, vamos dialogar ao lado dos professores, com outros pais, com respeito, ouvindo todos os lados do conflito, em busca de uma solução.

Os colégios, por outro lado, fogem desses conflitos usando artimanhas como inflar as qualidades dos alunos em reuniões?

Sim, muito. A partir dos anos 80, a escola virou uma empresa com conceitos de satisfação do cliente, fidelização. E aí faz o que os pais querem, quando sua função muitas vezes é o oposto, jogar os filhos para o mundo. Uma situação comum: se há um professor de história que é de esquerda, e não quero que dê opiniões em sala de aula porque me identifico mais com a direita, não estou confiando na capacidade de pensar, de ser crítico, de ter as próprias opiniões.

Como escolher um bom colégio?

A minha resposta costuma deixar os pais irritados,mas continuo afirmando que as escolas são muito mais parecidas que imaginam. Muda o aparato de segurança, de informática, mas quase todos são conteudistas, o professor fica falando, o aluno ouvindo, depois estuda em casa. Há alguns pontos, no entanto, que fazem a diferença. Converse com os professores na saída da aula, já fora daquele ambiente controlado, tente perceber se eles se sentem respeitados. E observe o recreio, veja se os alunos trocam idéias, se reúnem, ou se apenas ficam enlouquecidos correndo. Brinco dizendo que um bom teste seria pôr uma velhinha e um bebê no meio do pátio e ver se os dois sobrevivem. Eu mesma já fui muito empurrada em visitas aos intervalos.

E quanto a critérios objetivos, como a nota média das instituições no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ou o fato de serem ou não bilíngües?

A nota é do estudante. Não da escola. O CEP do local em que os matriculados moram acaba sendo mais determinantes na nota média, devido à renda, às oportunidades. E em alguns lugares há seleção de alunos, o que impacta o desempenho. Sobre ser bilíngüe, é uma diferença, não necessariamente uma vantagem. Depende da criança. Algumas se enrolam com esse duplo aprendizado, especialmente se em casa não se fala esse segundo idioma.

Como o bullying é tratado hoje pelas escolas e famílias?

Se você avaliar todas as perguntas que recebo, vai chegar a uma conclusão incrível: quase todas as crianças sofrem bullying, mas nenhuma o pratica. Quando digo que, muitas vezes, é  mesmo indivíduo quem sofre e pratica o bullying, as pessoas ficam assustadíssimas. Um problema diferente é a situação em que os alunos se tornam isolados, excluídos do grupo. A escola deveria interferir nisso, mas em geral não faz nada. Os professores dizem: “Vamos iniciar um trabalho em dupla, escolham seus parceiros”. Sempre ficará alguém de fora. Nesse aspecto, os pais devem rodar a baiana quando percebem o isolamento. Não se pode deixar isso acontecer.

Em meio a discussões em alta sobre identidade de gênero, os pais ainda se preocupam quando os meninos gostam de usar maquiagem ou as meninas não se interessam por bonecas?

Na verdade, hoje essa questão aparece menos que nos anos 90 e 2000. Digo que infância é infância, a sexualidade se define mais na adolescência. No dia em que conseguirmos entender por que alguém se torna heterossexual poderemos compreender o que faz de outro homossexual. Ninguém sabe. Muitas meninas dizem que gostariam de ser meninos porque acham as brincadeiras deles legais. Por outro lado, as roupas e acessórios femininos são muito mais coloridos que os trajes masculinos, então alguns meninos acham legal estar perto deles.

Qual a pior reação que se pode ter diante do garoto que pega um batom e se pinta, por exemplo?

Levar a sério. Você não pede a uma criança que põe um estetoscópio de brinquedo que ela faça uma cirurgia. Se ela se fantasia de menina ou menino, qual o problema? É uma brincadeira. Não dá pra levar a ferro de fogo e chamar demais a atenção para isso.

 

FC

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LULA TOMA SEU ÚLTIMO PORRE EM LIBERDADE NUM CARNAVAL

O carnaval de 2018 será o divisor de águas, digo, de porres, da liberdade-versus-prisão, do Ex-Presidente LULA BILTRE SAFADO CORRUPTO DA SILVA (seu nome real), também conhecido mundo a fora pelo epíteto ou vulgo LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA.

Um final melancólico para quem já teve o mundo aos pés, mas sucumbiu aos apelos dos deuses petistas, a corja maldita que iludiu a boa fé de quantos honestos votaram no PT e, principalmente, no próprio supremo gatuno do Erário brasileiro.

Preso, LULA, sofrerá bastante:
Não poderá farrear, tampouco tomar os pontuais homéricos gorós51 dos quais sempre se embebedou qual um gambá. Nunca solitariamente. Sempre rodeado da alta cúpula do inferno austral (cúpula petista e baba-ovos de plantão) que sacudiu os brasileiros de bem ao suplício do desemprego e do sofrimento patrocinado por ele, e também em seu nome, por sua cria-cupinxa, dúbia baba-ovo-e-outra-fruta (da qual se extrai um maravilhoso néctar usufruto dos deuses e das deusas…).

A abstinência não perdoa-rá LULA. A falta de álcool trará desespero e dor. Baterá a cabeça ensandecido pela falta da água que passarinho não bebe, na corrente sanguínea. Urrará qual fera ferida.
Não sei se o sofrimento proverá ao biltre de Caetés o direito de ganhar a palma dos martírios para expor na galeria da desfaçatez que sempre cultivou.

Acabou pra você LULA, é só uma questão de alguns dias a mais para habitares a cela que te caberá por merecimento nas ações praticadas pelo teu latrifúndio!

FC

A questão é : Tem o povo, dentro da chamada “democracia” o direito de votar em quem quiser, seja ele bandido e corrupto ?

Aroldo Pallú (comentário via UOL)

A democracia não exige nenhum tipo de compromisso com aquilo que seja correto ?

Basta conquistar a maioria dos votos que tudo é permitido ?

Ora, não estaríamos criando um campo minado para governos populistas, que historicamente causam tragédias pelo mundo, que ao atingir o apoio de mais da metade dos eleitores se consideram no direito de tudo fazer .

Não vão esses populistas se eternizarem no poder através do pão e o circo ? Precisamos definir o que é essa “democracia”?

O comentário recaiu sobre a insistência do PT querer Lula a qualquer preço disputando as eleições presidenciais de 2018.

FORA PORÃO DO DOPS

Nota de repúdio

O Comitê Paulista pela Memória, Verdade e Justiça, que reúne ex-presos políticos e ativistas de direitos humanos, repudia veementemente a decisão da juíza Daniela Pazzeto Meneghine Conceição, que permite o desfile neste Carnaval de um grupo fascista, auto denominado Porão do Dops, que faz apologia à tortura e enaltece reconhecidos torturadores, que atuaram na ditadura militar.

Consideramos que a decisão da juíza Daniela, além de desrespeitar a memória das vítimas que tombaram dentro das masmorras da ditadura e os ex-presos que sobreviveram às sevícias de torturadores, como o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra e o delegado Sérgio Paranhos Fleury, ídolos desse grupelho fascista, ainda contribui para a agressão ao estado democrático de direito, possibilitando a disseminação de ódio nas ruas da capital paulista.

Não bastasse tudo isso, a juíza em seu veredito, ao conceder a liminar que autoriza o desfile, ainda demonstrou ignorância ou má-fé. Diz ela que as pessoas enaltecidas pelo bloco Porão do Dops “sequer foram reconhecidas judicialmente como autores de crimes perpetrados durante o regime ditatorial”. Como pode a juíza Daniela desconhecer a decisão da Primeira Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo, que confirmou, por unanimidade, a sentença de primeira instância, que reconheceu o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra como notório torturador?

Com sua decisão, a magistrada revela, também, que se manteve alheia ao relatório da Comissão Nacional da Verdade, que investigou os crimes da ditadura e apontou tanto Ustra quanto Fleury, como reconhecidos torturadores de ativistas que lutaram contra a ditadura militar.

Em tempos de condenação sem provas e indulgência a criminosos, o Comitê Paulista pela Memória, Verdade e Justiça reitera sua luta pela punição dos torturadores e sua posição de nenhuma concessão a apologistas da tortura e dos agentes de Estado que perpetraram violações aos direitos humanos.

Por tudo isso, nos somamos a todos aqueles que estão unidos para impedir esse desfile macabro, numa festa popular, que nasceu como resistência aos do andar de cima.

Fora Porão do Dops!

MOLUSCO-LULA JÁ TEM A CELA-PRÊMIO QUE GANHOU EM NOME DO LATRIFÚNDIO QUE ERIGIU, PRONTINHA, CHEIRANDO COMO NOVA, ESPERANDO POR ELE

Presídio de São José dos Pinhais

por freiconvento

Esse conto é apenas um conto e não guarda qualquer semelhança com nomes, personagens ou lugares…

O ano é 2018: O molusco de olhos grandes certamente está pensando nas restrições da cela que ele poderia questionar através de seus advogados ante a JUSTIÇA. Qual seja: falta de um alambique personalizado; idem para uma adega, em que pese a cela estar muito bem equipada.

Tem cama de alvenaria, colchão de (fazer) pena, chuveiro devassado, latrina (buraco no chão) nas mesmas condições do chuveiro etc.

Contudo, dessa última não há porque questionar. É puro remetimento a um roteiro sentimental à sua infância de menino “treloso” em Caetés dos Malfadados, distrito de Garanhões, situado num agreste meridional de um estado nordestino.

A magnífica vivenda de pau-a-pique em que nasceu de parto nas mãos prestativa de uma parteira que até hoje não recebeu pelo serviço, lá não tinha W.C., ou casinha nos fundos da casa. Cagava e mijava num buraco no chão cujo fedor tinha sua valia: espantava mosquitos e pernilongos, baratas, ratos (os roedores), e por aí vai….

Cagava e mijava num buraco no chão cujo fedor tinha sua valia: espantava mosquitos e pernilongos, baratas, ratos (os roedores), e por aí vai….

Muito cedo começou cedo a trelar nas coisas que não lhe pertenciam. Primeiro nas vizinhanças; mais tarde nas feiras livres próximas. Fazia dupla perfeita com o irmão Vavá, tão treloso quanto...

Segundo relato de populares daquela região (lenda, para alguns mais próximos defensores desse cancro), “… de tanto mexerem aonde não deviam, a família foi obrigada a calçar botas de sete léguas, juntar as trouxas e os trecos, e arribar num pau de arara para São Paulo, em em “exílio permanente“.

Lula, no entanto, não descalçou as botas de sete léguas nem pra tomar banho… Com elas pulou sem rumo até maquinar o plano que o levaria aos portões das fábricas do ABC paulista como líder sindical. Um pulo mais ousado levou-o para o Congresso Nacional em Brasília. Na deputância federal foi um zero a esquerda. Mas serviu-se do aprendizado corrupto desde então na esfera do governo central. Deu mais alguns pulos e por fim no tropêço da sociedade que alimentou o grande pulo, caiu sobre a cadeira da presidência da república onde deitou e rolou na grana do Erário sem qualquer constrangimento!

Um pulo mais ousado levou-o para o Congresso Nacional em Brasília. Na deputância federal foi um zero a esquerda. Mas serviu-se do aprendizado corrupto desde então na esfera do governo central. Deu mais alguns pulos e por fim no tropêço da sociedade que alimentou o grande pulo, caiu sobre a cadeira da presidência da república onde deitou e rolou na grana do Erário sem qualquer constrangimento!

Sacripanta escolado nas más companhias a que sempre comungou, foi informante do exército na época da ditadura. Dentre outros apelidos, foi batizado com o vulgo de “O Boi” pela turma do General de Exército, Golbery do Couto e Silva, como nos conta a história.

O biltre fazia jogo duplo como um leva-e-trás contumaz. E assim foi consumando a desfaçatez de que é possuído até os dias de hoje, mentindo, lesando, furtando, roubando, enganando, tripudiando, e outros supostos crimes ainda não julgados.

Estará muito bem amparado e guardado no presídio já citado. Casa comida, roupa lavada, e pernas pro ar que ninguém é de ferro. Tudo às custas de nós contribuintes, porque na cadeia o bandido não vai trabalhar. 

Aliás, esse canalha nunca trabalhou na vida!

 

FC

BRIGADA CONTRA A CORRUPÇÃO BRASILEIRA
https://freiconvento.wordpress.com