LULA prisioneiro na cadeia sob regime de semi-isolamento em Curitiba deseja encontro com CIRO GOMES petistas e estudantes

CIRO GOMES no passado recente destratou LULA por tempo considerável usando dos piores adjetivos para qualificá-lo. LULA fazendo vista grossa aos ataques recebidos de CIRO, agora quer conversar politicamente.

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Controverso, GOMES diz que não deseja falar de política. Apenas quer rever o “amigo camarada cuja amizade remonta mais de trinta anos”. Mui amigo realmente.

Durante o prazo concedido a LULA pelo ILUSTRÍSSIMO JUIZ DOUTOR SÉRGIO MORO para que se entregasse espontaneamente, prazo que não foi cumprido senão mais de 24 horas depois, CIRO GOMES não quis e não foi visitá-lo na sede do sindicato onde LULA ficou “homiziado” sob a guarda da militância bandida por dois dias consecutivos.

Quais assuntos diversos da política que os dois farinhas do mesmo saco (além da mesma laia) teriam pauta para discustirem?

Querem esconder o óbvio. Tratar da candidatura CIRO GOMES como plano B a ser apresentado a militância e aos eleitores. Falei plano B, mas na verdade é o primeiro plano.

O sacripanta de Caetés nascido, segundo ele, analfabeto e filho de mãe também nascida analfabeta, sabe que não terá sua candidatura arrolada pelo STE. Logo o (ex?)-desafeto cearense seria a melhor opção em virtude do partido petista estar quase proscrito da política eleitoral por falta de candidatos honestos, íntegros, de moral ilibada.

Entre as flores mais mal cheirosas presidenciáveis no catálogo oposicionista, talvez CIRO GOMES seja entendido pela súcia petista como a flor que federia menos na eleição presidencial próxima vindoura.

Até lá!

 

FC

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ZÉ DIRCEU SE RENDEU A JUSTIÇA

Num arroubo de lucidez, o terrorista pelo PT,  ZÉ DIRCEU, reconheceu que seu destino está traçado e que o trilho da JUSTIÇA não permite descarrilhamento; que vai morrer trancafiado numa cela!

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Em certa entrevista, DIRCEU falou que jamais abriria o bico para delatar qualquer companheiro, afirmando que o lulopetismo é uma causa dogmática politica e social. Como tal, não compreende como alguns “ideólogos” renderam-se em troca de diminuir o tempo de cadeia, entregando de bandeja e sem qualquer constrangimento, os capos-mafiosos da estrutura da causa lulopetista, pela qual ele, ZÉ DIRCEU, renunciou a tudo, inclusive a família.

A cadeia da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba aos poucos vai se tornando seletiva. Está desde a condenação do primeiro petista, reservada para todos os “cumpanheiros” partidários e conluiados. Na fila preste a fazer companhia a LULA na prisão estão JOSÉ DIRCEU, GLEISI HOFMANN, e LINDBERGH FARIAS.

Ministério da Justiça precisará construir na PF em Curitiba, alguns puxadinhos conjugados para caber tantos criminosos da laia lulista, ou então após a quarentena curitibana, redistribuí-los para outros presídios lá mesmo no Paraná ou para qualquer um dos outros estados brasileiros que disponha de vagas em suas celas.

 

FC

Eles moram sozinhos em uma ilha deserta em São Paulo

UOL.COM.BR

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 Jorge de Souza – Colaboração para Universa

David, há mais de cinco anos, não sabe o que é calçar um sapato. “Não consigo mais andar com isso”, diz. Maria, a mulher dele, não se lembra quando foi a última vez que pintou as unhas. “Acho que foi no Natal”, arrisca. Sem sapato, sem esmalte, sem TV nem geladeira, os dois vivem felizes da vida no lugar que escolheram para morar, depois de uma vida quase inteira nas grandes cidades do Brasil e dos Estados Unidos: a primitiva Ilha das Couves, no litoral norte de São Paulo, onde, é sério, não existe nem luz elétrica.

Mas viver sem energia nem é o que mais chama a atenção na marcante mudança de vida que o casal Maria Miller (uma ex-psicóloga brasileira que viveu 20 anos nos Estados Unidos) e David Ferdinand (um ex-executivo americano do ramo da hotelaria) optou por fazer, quando decidiu se mudar para a deserta Ilha das Couves – e sim justamente o fato de ela ser deserta. Não vive mais ninguém naquela ilha. Só eles dois. E tem sido assim desde que Maria e David chegaram ali, sete anos atrás, vindos de Miami, onde viviam.

Objetivo: apenas viver bem

A decisão de mudar radicalmente de vida (e ponha radical nisso!) começou quando David passou a visitar o Brasil a negócios e aqui conheceu o caiçara Manuel Gonçalves, hoje com 92 anos, que buscava alguém para tomar conta da ilha que possuía no litoral de São Sebastião. David vibrou com a ideia de virar uma espécie de Robinson Crusoé moderno e não precisou fazer muito esforço para convencer a brasileira Maria a retornar ao seu país de origem.

Tinha tudo para ser uma experiência apenas passageira na vida daqueles dois seres totalmente urbanos, mas se transformou numa definitiva nova forma de vida, em estreito (estreitíssimo!) contato com a natureza. “Hoje, gastamos nosso tempo com o que realmente importa na vida, que é viver bem”, resume Maria. “Na ilha, temos tudo o que precisamos e não sentimos falta de mais nada”, garante.

“Nem de ‘electricity’”, endossa, com convicção e forte sotaque americano, David, que se transformou em um improvável “gringo caiçara”, que só anda descalço, mas conversa com a mulher apenas em inglês — que, por isso mesmo, virou “idioma oficial” naquela esquecida ilha do litoral paulista, embora ela fique bem em frente de uma das praias mais urbanizadas do Litoral Norte paulista, a de Juqueí.

Deserta, mas no Airbnb

Casal vive na única casa que existe n Ilha das Couves, sem luz elétrica

A doce rotina do casal consiste, basicamente, em passar os dias admirando a paisagem, lendo livros deitados em rede na varandinha da casa onde moram (de madeira, com apenas quatro cômodos, banheiro do lado de fora, única “construção” da ilha) e preparando comida com o que existe no pedaço de terra: verduras de uma horta, coco, mamão, manga, banana, goiaba, ovos que uma dúzia de galinhas oferecem e peixes que, quase todos os dias, os pescadores que visitam a ilha em busca de água para os barcos deixam de cortesia para o casal. “Nós só comer fish 100% fresh”, gaba-se David.

Para o “continente”, como eles se referem às praias do litoral de São Sebastião, algumas delas a 15 minutinhos de barco da ilha, só vão bem de vez em quando e apenas para comprar arroz e feijão, que não dependem de refrigeração, já que, sem energia elétrica, não há como ter geladeira, e um pouco de gasolina para o geradorzinho que recarrega a bateria do celular, único contato do casal com o resto do mundo – e que também pouco é usado.

Sem dinheiro, nem solidão

Dinheiro para o resto? Eles garantem que não precisam. Só mesmo para pagar as travessias esporádicas ao continente, porque, embora vivam numa ilha, nem barco eles têm. Quando precisam sair da ilha, chamam, pelo celular, um dos barqueiros de Barra do Sahy, a 15 minutos de distância, que cobra R$ 50 pela travessia. “É o nosso Uber”, brinca a culta Maria, que explica que não ter barco próprio foi uma escolha, para poder “interagir com a comunidade caiçara”. “Eu aprender portuguese com ‘éles’”, completa David.

Solidão? Eles também juram que não sentem “Temos um ao outro e nos damos muito bem”, diz Maria — e nem poderia ser diferente numa ilha onde não existe mais ninguém, só o vira-lata Léo e o gato Brad Pitt (“porque, afinal, ele é um gato”, ela explica). “Quando discutimos, nossas brigas duram menos de um minuto, porque logo cai a ficha de que não faz sentido ficar de mal com o companheiro num lugar onde só há nós dois”. E completa, brincando: “a Ilha das Couves faz bem até para o amor”.

Muito verde e uma prainha

Maria Miller, que vivia com o marido em Miami, agora prefere o sossego da ilha

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Vista de longe, a Ilha das Couves (não confundir com a ilha do mesmo nome que existe em Ubatuba) não passa de um grande cocuruto de mata densa e fechada, no meio do mar. Mas, uma vez lá, vem a surpresa. Ao contrário do que o seu visual selvagem sugere, a Ilha das Couves nada tem de inóspita. Ao contrário, é muito agradável, com frondosas árvores frutíferas e o intermitente canto de passarinhos, o que explica o sucesso que tem feito entre os hóspedes do seu camping anunciado na internet.

A ilha tem, também, uma prainha — “prainha” mesmo, com não mais que dez metros de largura —, usada pelo casal para se refrescar e curtir o mar, ali costumeiramente frequentado por tartarugas e outras criaturas marinhas. “É o nosso Discovery Channel”, diverte-se David, fazendo graça com uma das dúvidas mais comuns de quem visita a ilha: como alguém pode viver sem televisão? E sem geladeira? E sem chuveiro de água quente?

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Toponímia bajulatória ou insensatez no ocaso de um meiopresidente em ano eleitoral

Relendo sobre atipicidades de um ano eleitoral vi que é filme visto, revisto, previsto: só muda a data

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2010 não foi um ano atípico em que pese o desastre provocado pela inépcia presidencial quando custeou de forma lesiva e abusiva, imoral e ilegalmente, a campanha eleitoral da presidente Dilma Rousseff, como objeto de autoafirmação pessoal e política partidária. Misturou alhos aos bugalhos. As comportas do erário foram escancaradas sem qualquer critério justo ou racional. Em tempo de circo tripudiante da dignidade humana não poderia faltar o pão. Não faltou. Nem o diabo aguentou amassar tanto joio sem trigo e entregou a governancia do inferno brasileiro para as hienas petistas e apaniguadas espalhadas aos quatro cantos das lindes nacionais.
A cooptação generalizada funcionou as mil maravilhas. Dinheiro escorreu para os bolsos dos ministros, governadores e prefeitos da quadrilha presidencial. Nunca se viu tanta desfaçatez no Brasil, quiçá, no mundo… 2010 gerou herança mentirosa para 2014, eleição que não fez por menos tornou-se pra lá de maldita para os tempos atuais…

2018 eleições chegando. O circo dos presidenciáveis ainda está sendo armado
mas o perfil continua o mesmo de sempre: quem está por cima da carniça não quer largar; mas tem carne nova no horizonte. Atrás dela novas hienas se avizinham.
Está na hora do governo TEMER escancarar as portas do Erário-açougue.
Caberá ao eleitor jogar no forno de incineração toda a matéria pútrida e zelar velando para não reabastecerem com novas e velhas podridões!

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PESQUISA DE OPINIÃO OU ATO FALHO

Brasil um país de brazucas quase meio-a-meio de opiniões divergentes quanto ao entendimento do que seja Justiça

Instituto Data Folha divulgou que 57% dos entrevistados acham correta a prisão após julgamento de segunda instância; obviamente 43% está no entendimento contrário ou dúvida.

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Pesquisa que não qualifica a ideologia dos pesquisados e não pesam o valor do “amor” que se tem por esse ou aquele condenado (um político de grande demanda: LULA, por exemplo), estará fadada ao descrédito e ridículo.
Os números resultantes estão muito próximos. Quer dizer: pouco mais da metade dos opinadores desejam justiça imediata. O restante acha que houve injusta precipitação e condena a forma rápida de prender o agora insoltável, à luz do nome do exemplo citado. Na verdade o “paciente injustiçado” caso houvesse protelação para mais uma instância, agonizaria mais ainda.
Nesse enfoque, LULA preso e longe das más companhias terá o tempo que lhe resta com lucidez e vida, para refletir no silêncio isolado da cela, sobre os horrores praticados e/ou promovidos praticado por ele!

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LULA EM BREVE SAIRÁ DA SEDE DA POLÍCIA FEDERAL ?

Sérgio Moro parece querer manter LULA preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba por mais algum tempo

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Contudo, o diretor do Complexo Médico Penal de Pinhais, presídio onde estão presos outros membros da Lava Jato informou que a cela de LULA está pronta a sua espera.

A muito provável próxima morada do ex-presidente está situada fora de perímetro residencial, com bastante espaço no meio do mato para os “cumpanheiros” montarem acampamento sem que levem prejuízo da população local.

LULA estará muito bem servido naquele presídio que abriga além dos ilustres hóspedes, pavilhões para doentes mentais e loucos perigosos.
Dependendo do tipo de surto que o semi-deus – dito por ele mesmo – maior que JESUSCRISTO, possa vir a ter, bastará encaminhá-lo para o Pavilhão 5, ou 6.

A cela que o diretor do presídio escolheu para o ex-presidente terá mais regalia que na atual, a começar pelo espaço físico e por ter janela voltada para o lado de fora.

Nove Dedos poderá também a seu pedido, pedir a companhia permanente de alguns detentos para quebrar a solidão de agora.

Além de tudo, LULA estará com tudo e muito prosa se resolver vencer a ojeriza a leitura: em teoria teria redução de pena a cada livro que ler…

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LULA ESTÁ PRESO A UMA SEMANA E O BRASIL NÃO EXPLODIU

Afora meia dúzia de gatos escaldados acampados em Curitiba a “paz e a tranquilidade” se mantém dentro do padrão de sempre.

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Não houve espocares políticos de canhões ou bazucas. Rajadas de fuzis e tiros de pistolas só as de costumes nos morros,favelas e comunidades do Rio de Janeiro, onde a Intervenção Federal ainda não disse a que veio, tampouco dá mostra que dirá.
Estamos tão zens que o presidente TEMER aproveitou para dar uma voltinha mundo a fora entregando o governo a uma ilustrissima mulher, presidente do STF, doutoura ministra CARMEN LÚCIA.

Assim caminharemos para
a segunda semana de LULA vendo o sol nascer quadrado, e os otários seus defensores presos pelo lado de fora.

Nesse momento faz muita falta uma chuva diluviana. Expulsaria a milícia petista acampada, ao mesmo tempo que lavaria as ruas da podridão deixada por quem não tem mais nada além do emporcalhamento como herança após sua nefasta passagem.

FC