Mamata da SECOM de FÁBIO WAJNGARTEN com aval do Presidente JAIR B0L$ONAR0 vai de vento em pôpa… roubalheira até dizer basta!

Os dois fazem a dupla de área do time ERÁRIO DO BRASIL SEM PORTAS NEM CHAVES equipe que joga no Campeonato Brasileiro da Corrupção, com apito permanente(?) do ex-juiz federal SÉRGIO MORO,  atual arremedo de super Ministro… da Pasta de Faz-De-Conta; tampouco tem vergonha na cara. Pior: agora se autorreduziu a esmoler de vaga de Ministro do STF.

BRIGADA CONTRA A CORRUPÇÃO BRASILEIRA – freiconvento

Taí a cara deslavada do Brasil que nós não queríamos, mas fomos –via de regra– quase que obrigados a aceitar, haja vista, o resultado das urnas . Pensáva-se que a mudança de rumo e de lado político trouxesse alguma melhoria  para a democracia tupiniquim. Mas o que vemos é que a emenda foi pior que o soneto. De um messias salvador da pátria, B0l$0NAR0 não tem nada, a não ser o meio do nome. Urdiu em surdina com FÁBIO WAJNGARTEN, seu Secretário de Comunicações, pasta subordinada diretamente ao Gabinete da Presidência da República, plano macabro envolvendo verba de comunicação. Senão vejamos: segundo reportagem do Estadão, WAJNGARTEN dono de empresa que presta serviço ao governo federal, distribuiu como valor de compra de apoio de empresas de TV mancomunadas com presidente JAIR B0L$0NAR0, como merchandising a bagatela de R$ 4,3 milhões para:

REDE RECORD do Bispo EDIR MACEDO recebeu R$ 983 mil por cinco inserções em seus programas; no Hoje Em Dia, dos âncoras César Filho e Ana Hickmann, cada um recebeu R$ 34 mil;

SBT de Sílvio Santos: Eliana recebeu R$ 269 mil para dar um testemunho em seu programa a favor de B0L$ONARO; Operação Mesquita (Otávio Mesquita) recebeu R$ 218 mil por três declarações; Ratinho (quem diria) R$ 915 mil por quatro declarações.

Supostamente essa imoralidade não seria, ou não é ilegal. No entanto tudo faz crer que os critérios que levaram a essa orgia do Erário, foi baseado em “critérios políticos”.  Sendo sabido que o que rege distribuição de verba publicitária é a audiência de cada veículo midiático. Logo, juntas, RECORD, SBT e BAND, jamais poderiam abocanhar mais de 90% de qualquer quantia publicitária, em virtude da pequena audiência individual e coletiva das três. Mas a predileção do presidente da república recaiu sobre elas. Será que parodiando certo atual senador quando era deputado estadual pelo Rio de Janeiro, “alguém” cobrou propina por tão generosa distribuição dirigida sem qualquer justificativa de impessoalidade?  

A Secretaria de Comunicações virou puxadinho do Gabinete da Presidência da República. A tramóia desmedida que empurrou a grana para o ralo sem fundo da corrupção está sob apuração do TCU, em virtude de que dessas três televisões, duas são clientes da empresa publicitária pertencente ao secretário Wajngarten, e um é ex-cliente.  

Três vivas para a República B0L$0NARA… Hip, Hip, Hurra!

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SÉRGIO MORO MINISTRO SEM RUMO QUE FLUTUA COMO BOSTA NÁGUA SEM RUMO NO GOVERNO B0L$0NARO PODE PERDER A SEGURANÇA PÚBLICA E A FANTASIA DE SUPERMINISTRO

Moro, contudo, deu sinais de rebelar-se contra as humilhações que tem sofrido ao longo desse nefasto governo ditatorial-B0L$0NARISTA, ameaçando demitir-se caso venha a perder a Segurança Pública.

JAIR B0L$0NARO deve sentir prazer quando humilha seus comandados. Sintoma de quem não bate bem da bola, psicopata. Não há outra explicação pra tanta desfaçatez. É caso psiquiátrico. Tem estopim permanentemente aceso. Não importando que seja contra héteros mulheres ou homens, muito menos de homossexuais; nordestinos, profissionais de mídias, religiosos não evangélicos, antimilitares, e quantos avessos a ditaduras etc. Tem predileção por destratar jornalistas invocando pejorativamente pelas mães deles. Tudo indica que pune a própria mãe tripudiando das genitoras alheias. Falta-lhe caráter: para o lugar de Sérgio Moro namora um petista – nada tenho contra qualquer petista ou partidários outros que sejam honestos e nada devam a Justiça brasileira – , mas é de estranhar que B0L$0NAR0 deseje e aceite uma pessoa que combate por princípio, o próprio futuro (?) chefão, na pasta da Segurança Pública atualmente pertencente ao boneco fantoche Sérgio Fernando Moro.

B0l$0NAR0 em Nova Délhi na Índia, hoje logo cedo da manhã em entrevista a repórteres disse que “no momento a chance de desmembrar a pasta da Segurança Pública é zero”; em seguida veladamente desdiz dizendo que é caso ainda em estudo. O ciúme de B0L$0NAR0 contra o subordinado Sérgio Moro que tem a preferência do eleitorado, mexe com o brio doentio e castrador do presidente: tira-lhe o sono o risco de Moro não aceitar sair vice na chapa para a reeleição de B0L$0NAR0 para a presidência, e sair – ele próprio – candidato majoritário em 2022 a Presidente da República Federativa do Brasil. Na falta de um nome ou de um líder de maior expressão política Ganharia. Mais: ganhará com certeza!

FC

Jair B0L$0NARO estaria implicado na tranferência da grana que está sendo favorecida pela SECOM por Fábio Wajngarten para a “clientela” pessoal dele?

Todas as irregularidades que são detectadas em que o presidente abraça protegendo o infrator, podem sim, estar com B0L$0NAR0 enterrado até o pescoço nessa falcatruas

BRIGADA CONTRA A CORRUPÇÃO BRASILEIRA – freiconvento

Quais razões levam o presidente B0L$0NARO a dar cobertura total ao empresário privado e chefe da SECOM, Fábio Wajngarten, investido de uma secretaria da própria presidência, cujo percentual da verba transferida para empresas de TV, e agências de publicidade chegou a 36% de crescimento, sendo ele mesmo beneficiado dessa transferência imoral ilegal? Mais: B0L$0NARO tripudia dos órgãos fiscalizadores dos atos da presidência, da impressa, e  da sociedade a quem deve prestar dos seus atos. Pior: dizendo que “se (Fábio Wajngarten) tiver irregularidade mais na frente agente vê!”. Ou seja: quer ganhar tempo pra esconder os malfeitos, prática arraigada nas governanças através dos tempos partidários.

FC

Nazismo serviu de rumo para ex-Secretário da Cultura, Roberto Alvim

Poucas horas antes de ser “demitido”, ele recebera o maior elogio do poderoso chefão da “famiglia” que destrambelha a presidência da república brasileira.

BRIGADA CONTRA A CORRUPÇÃO BRASILEIRA – freiconvento

JAIR MESSIAS B0L$0NARO: “Você aí (Alvim) é a cultura de verdade, algo que não tínhamos no Brasil. Tínhamos aqui essa ideia de fazer cultura para uma minoria, tem que fazer para a maioria”. Ao que parece, a cultura propalada tem duas caras: Adolf Hitler e Joseph Goebbels. Dupla assassina doentia, vergonha do mundo civilizado, exterminadora de mais de 6 milhões de judeus e outros. É com alguns dessa estirpe que o presidente Jair B0L$0NAR0 está cercado. Se, mas há quem duvide, procura, cercar-se de gente bem, ordeira, honesta politicamente, com poucas exceções de generais da reserva, e de uma civil parlamentar, em tese não acha. Tem a caneta tão ferina quanto a língua. O fiel da balança pende para o braço mais forte não democrático. Poucos escapam de uma peneira mais fina. Quando acontece de alguém honrado passar pelo crivo fajuto e inconsistente das escolhas políticas, o pelotão destrator formado pelos filhos Carlos, Flávio e Eduardo, correndo por fora da raia o filósofo Olavo de Carvalho, guru presidencial, cai de pau em cima do desagraciado bola da vez. Tem sido assim desde o início desse malfadado (des)governo. Não há horizonte visível para que venha a mudar pra melhor. É uma das pragas que escapou do velho mundo mesopotâmico. Aliás, daquelas bandas – mais a noroeste – a “famiglia” fugiu para o Brasil.
Vade retro B0L$0NAROS!

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Presteza de B0L$0NAR0 em demitir o secretário Alvim transparece mudança de rumo político com viés de manto sagrado costurado em pele de lobo

A demissão do ex-secretário admirador do nazista Goebbels não foi um ato administrativo simples.

BRIGADA CONTRA A CORRUPÇÃO BRASILEIRA – freiconvento

Mesmo sob forte pressão dos políticos, tribunais superiores, embaixadores estrangeiros, sociedade civil, o presidente relutava e insistia em mantê-lo no cargo. Não fosse a veemência de alguns mais fortemente atingidos pelas declarações de Alvim, Jair B0l$0NAR0 não estaria nem aí para a repercussão mundo a fora. Faz sentido. O presidente sempre foi dado a declarações totalitárias, fascistas. Seu governo de extrema direita está entremeado de afins. Não será esse episódio doentio que dará, doravante, cara nova as atitudes e impulsividades de quem não pensa antes de proferir impropérios e agir inconsequentemente. É o caso do presidente Jair Messias B0L$0NAR0. Segundo seu entendimento, comunismo se sobrepõe ao nazismo ou no máximo se assemelham. Para ele não tem tanta importância uma declaração de cunho nazi-apologético dessa natureza, ainda que vinda de autoridade da cultura brasileira. A atriz global Regina Duarte foi convidada para substituir Alvim, o amigo do nazismo, “demitido” pelo presidente B0L$0NAR0. Se aceitar – Regina que se cuide: estará fadada a terminar como uma nova Joyce Hasselmann, traída, chutada e expulsa – sem um mínimo de respeito – para fora do governo!

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Nós falhamos, reconhece Cristovam Buarque

Ex-senador faz autocrítica

‘Não demos rumo ao Brasil’ Progressismo se perdeu em utopia

Memorial JK, em Brasília; em 26 anos, falhamos ao traçar um futuro para o paísSérgio Lima/Poder360 – 13.out.2019

PODER360

CRISTOVAM BUARQUE

Durante 26 anos, a República brasileira teve 5 presidentes de um mesmo bloco político. Apesar de partidos, ideologias e comportamentos diferentes, Itamar, Cardoso, Lula, Dilma e Temer vêm do mesmo grupo que lutou contra a ditadura e defendeu posições progressistas, em graus diferentes, na economia, na sociedade e nos costumes.

Foi, portanto, 1/4 de século e de República governado por democratas-progressistas. Nesse período recuperamos a estabilidade da moeda, criamos Bolsa Escola, Bolsa Família, Mais Médicos e Minha Casa Minha Vida, tivemos uma política externa independente e presente, mas não fizemos as transformações que o Brasil necessita e que a história esperava de nós.

A observação do Brasil que deixamos em 2018 demonstra que falhamos política e estruturalmente. Não demos coesão nem rumo ao Brasil. Basta olhar ao redor para ver que deixamos nosso país com 12 milhões de adultos analfabetos e 100 milhões sem saneamento, a população igualmente pobre e a renda igualmente concentrada; estamos nas últimas posições no Pisa e muito aquém do que deveríamos no IDH.

Deixamos a economia em recessão alarmante, e com desemprego em níveis dramáticos.

No nosso período, o país ficou mais radicalizado, violento e corrupto. Com menos coesão social e política e sem 1 rumo histórico. O Estado ficou mais ineficiente, aparelhado e endividado. Nós falhamos no propósito de mudar e dar uma nova direção para o futuro de nosso país e de nosso povo. Falhamos também politicamente ao levar os eleitores a escolher 1 governo diametralmente oposto ao que nós representávamos.

Falhamos e continuamos falhando ao não entendermos que falhamos, ao nos recusarmos a fazer uma autocrítica, condição preliminar para voltarmos a nos apresentar ao povo como uma alternativa progressista. Precisamos entender quais foram nossos erros.

O primeiro foi chegar ao poder como progressistas e nos acomodarmos como democratas conservadores. Ficamos 26 anos consolidando a democracia, sem reorientar o país nos novos tempos que vivemos. Não corrigimos as falhas do passado, nem apontamos ao novo progresso. Não entendemos que depois da “curva da história” nas últimas décadas, as ideias antigas já não servem.

A geopolítica e o comércio ficaram globais, a ciência e a tecnologia fizeram a robótica e a inteligência artificial, as mudanças climáticas definiram limites para o crescimento econômico, a democracia nacional deixou de dar resposta aos problemas que ficaram planetários, a pirâmide etária se inverteu, o Estado se esgotou moral, financeira e gerencialmente. Mas ignorando as mudanças na realidade, nós insistimos nas velhas ideias e nos velhos hábitos sobre como enfrentar o problema da pobreza, da desigualdade, do desenvolvimento.

Não entendemos que a justiça social exige economia eficiente. Que no tempo da economia do conhecimento, o aumento de produtividade, inovação e competitividade dependem da educação de qualidade para todos. Que deixar cada criança para trás é deixar o Brasil para trás. Continuamos tratando educação como um direito de cada brasileiro, e não como o vetor do progresso de todos.

Falhamos ao não entender que a bandeira progressista de hoje não está mais na ideia de a economia rica educar o povo, mas na educação de qualidade fazer a economia rica. Não vimos que as transformações sociais virão da equidade no acesso à educação de base.

Não percebemos que a “utopia” dos progressistas de hoje deve ser construir coesão nacional para executar uma estratégia que em algumas décadas o Brasil tenha uma educação com a qualidade das melhores do mundo e todas nossas escolas com a mesma qualidade, independente da renda e do endereço da família de seus alunos.

Falhamos por não termos a ousadia de propor o caminho para construir responsavelmente um país onde os filhos dos pobres estudem em escolas com a mesma qualidade dos filhos dos ricos. Preferimos vender a ilusão de que os filhos dos pobres ingressarão nas universidades mesmo sem acesso a uma boa educação de base.

Falhamos porque ficamos sem bandeira que nos diferenciasse. Não apenas perdemos uma eleição: fomos para casa sem deixar uma bandeira fincada. Por isso, deixamos o povo e a juventude sem esperança, apenas desencanto com o futuro e nostalgia de algumas narrativas.

Falhamos ao acreditar que eram verdadeiras as falsas narrativas que os marqueteiros inventaram para o que teriam sido realizações nossas. Falhamos ao cair na corrupção para pagar os marqueteiros, financiar campanhas e até enriquecimento pessoal.

Ao lado da falta de uma bandeira utópica, possível, responsável, a corrupção foi a maior de nossas falhas: privataria, mensalão, petrolão são vocábulos de nosso tempo no poder. Não apenas na corrupção do comportamento, também a corrupção nas prioridades dos estádios antes das escolas, das obras inacabadas; a corrupção das mordomias e privilégios que ampliamos em vez de eliminar.

Mas estas falhas talvez não tivessem acontecido se não fosse a trágica falha de termos cooptado os intelectuais e universitários em siglas partidárias. Nossos intelectuais silenciaram na crítica à corrupção, seja no comportamento dos nossos políticos corruptos, seja de nossas prioridades.

Prisioneiros de velhos esquemas teóricos, não foram capazes, nem tiveram interesse nem ousadia para radicalizar na formulação de um novo rumo para o Brasil. Pelo erro de cooptar os intelectuais, pagamos um alto preço de não contar com a crítica do presente, nem com novas ideias para o futuro. O que o stalinismo fez com o uso da força, nós fizemos pelo aparelhamento de nossa inteligência.

Esta foi uma das causas de termos ficado contra todas as reformas. Fomos eleitos para reformar o Brasil e ficamos contra as reformas. Não reformamos o Estado mordômico do Brasil: aumentamos o número de carros oficiais e de privilégios da cúpula no poder; não reformamos a política, ao contrário, nadamos nela como peixe na água, sem disfarçar a desfaçatez.

Na economia, demos o passo certo de adotar a responsabilidade fiscal, mesmo assim deixamos de respeitá-la com o uso de truques contábeis e “pedaladas”. Nenhuma reforma fizemos no sistema financeiro e bancário; não reformamos o injusto, complicado e vulnerável sistema fiscal; mantivemos a maior carga fiscal e os piores serviços públicos da história; não tocamos no complicado e comprável sistema de justiça.

Nós falhamos ao longo de 26 anos e continuamos falhando por não querermos entender que falhamos. A mesma arrogância que tivemos no poder, com narrativas falsas, mostramos agora ao ignorar o recado que o eleitor nos deu. Como se ele, o eleitor, tivesse falhado, não nós. Mas, nós falhamos.

B0L$0NARO BAIXOU A BOLA EM RELAÇÃO AO CONFRONTO ENTRE OS ESTADOS UNIDOS E IRÃ

Era o esperado pra o dia seguinte – como sempre faz ao proferir direta ou indiretamente impropriedadesa respeito de assunto que não lhe compete e na contra-mão do que a ONU entende sobre a política que envolve o oriente médio

BRIGADA CONTRA A CORRUPÇÃO BRASILEIRA – freiconvento

O Brasil carece de um governante não impulsivo-ideológico. Quem está presidente da república é pessoa ignara e sem princípios racionais. Governa impensavelmente sem, em primeiro momento, ouvir sua própria base e a quem lhe dá sustentação fardada da ativa ou reserva, deixando atônitos quantos raciocinam e pensam o Brasil como uma nação cujo povo ordeiro exige comedimentos contra a belicosidade latente-potencial e destemperada de Jair Messias B0L$0NARO.

É hora, senhor presidente, de unir seus únicos neurônios – tico e teco – em prol da nossa nação enquanto povo que rechaça militarismo inconsequente e ideologias sequestradoras da liberdade individual e coletiva, cultural e artística, e religiosa, deixando o mundo exterior se ajustar sem interferir puxando o saco para o bola da vez que mais aprouver e convier.

Donald Trump pode ser o seu deus, mas absolutanente não é o nosso!

FC