Prêmio Nobel de Literatura de 2017

Escritor nipo-britânico é autor de sete romances
Guilherme Sobota, O Estado de S. Paulo
05 Outubro 2017 | 08h01
Atualizado 05 Outubro 2017 | 08h26
Kazuo Ishiguro é o Prêmio Nobel de Literatura de 2017. O anúncio foi feito nesta quinta-feira, 5, em Estocolmo. A Academia atribuiu a distinção a ele “que, em seus romances de grande força emocional, revelou o abismo sob a nossa ilusória noção de conexão com o mundo”. Depois da escolha pouco ortodoxa em 2016, com Bob Dylan, a premiação voltou a escolher um escritor mais tradicional: Ishiguro é conhecido por seus sete romances, lançados entre 1982 e 2015.

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Kazuo Ishiguro, na época do lançamento de The Buried Giant (O Gigante Enterrado), em janeiro de 2015 Foto: Andrew Testa/The New York Times
“Se você misturar Jane Austen e Franz Kafka, e adicionar um pouco de Marcel Proust, e aí misturar, mas não muito, pode-se ter uma ideia do trabalho de Ishiguro”, disse a secretária permanente da Academia Sueca, Sara Danius, logo após a divulgação. “Ele desenvolveu um universo estético muito próprio.”

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Questionada sobre a obra pouco numerosa de Ishiguro (são sete romances desde 1982), Danius disse que a Academia recompensa um corpo de trabalho, “mas esse conceito pode significar muitas coisas”.

“Ele é muito interessado em entender o passado, não para redimi-lo, mas para explorar o que deve ser esquecido, para sobreviver, em primeiro lugar, como indivíduo ou sociedade”, concluiu.

Ishiguro nasceu em Nagasaki, no Japão, em 8 de novembro de 1954, mas sua família se mudou para o Reino Unido quando ele tinha cinco anos. Ele só voltaria ao Japão depois de adulto.

Depois de se graduar em filosofia e escrita criativa no fim dos anos 1970, ele lançou seu primeiro romance, A Pale View of Hills, em 1982, e desde então se dedica totalmente à literatura.

Mais informações em breve.

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Quem diria… PT segue firme na defesa de Aécio Neves

 

O Globo

Executiva Nacional do PT divulgou nesta quarta uma nota em que afirma que o Senado “precisa repelir” e não pode aceitar decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de afastar Aécio Neves das atividades parlamentares.

Na nota, o partido diz não ter motivo para defender Aécio, apontado como líder de uma campanha de “ódio e mentiras” que resultou no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, “mas temos todos os motivos para defender a democracia e a Constituição”.

Quadrilhão criminoso PARTIDO DOS TRABALHADORES, vulgo PT, retorna à tentativa de restabelecer  santificadamente a imagem do bandido contumaz condenado pela Justiça a cumprir pena de prisão de nove anos e meio, LUIZ INÁCIO INÁCIO LULA DA SILVA

freiconvento

PT se arvora como a mais nova Tribuna Eclesiástica do mundo ocidental e beatifica o pária de Caetés, Garanhuns-PE, nascido, segundo ele mesmo, “pobre paupérrimo miserável e analfabeto, de mãe, assim como ele, nascida pobre paupérrima miserável e analfabeta”, como ente ímpar da iconofilia brasileira.

A romaria com vistas à eleição presidencial em 2018 começou pelo nordeste, berço de figuras religiosas geralmente veneradas como deuses vivos, qual justamente e não por simples coincidência, é o caso dele, o Lula.

Autoatribui a santificação com a realização de grandiosos e contundentes milagres: acabou com a fome e a miséria das populações desassistidas onde esmoleres passaram a “consumir à mesa filé-mignon” todos os dias; na outra ponta por reação inercial criou desemprego nas indústrias de fármacos. Explico: População de barriga cheia e saúde de primeiro mundo não necessita de vitaminas e complementos alimentares. Logo por falta de demanda de doentes famélicos tais drogas não se fabricariam mais… Mas não deixou os novos sem-emprego entregues à sorte madrasta. Há o Bolsa-Família. A consecução milagreira se faz presente. Como empregados de laboratório ainda passavam certa necessidade. A dignidade não estava completa. Agora premiados-dependentes de programa social (sinônimo de fartura à mesa), foram elevados a categoria dos que se empanturram do tal filé.
Lula argui nos seus torvelinhos de idéias maquiavélicas que o próprio Cristo representante de Deus não foi capaz de realizar tanta proeza. Mas não tripudia integralmente Dêle. E confessa: É verdade que Jesus em nome de Deus aqui e ali trouxe algum alento para uns poucos privilegiados, escolhidos a dedo. Mas é fato que o místicismo imponderável tem novo patrono: O cara-novo-deus dono do poder absoluto no Brasil e no mundo não mora no céu. Nunca morou. Mora em São Bernardo, SP, num apartamento comprado milagrosamente pela multiplicação em tempo recorde da pouca grana que declarou ter à Receita Federal. Multiplicação que estava para seus poucos ganhos tal e qual a bíblica multiplicação dos pães e peixes, cuja sobra – enfatizou – sobrou um dinheirinho bastante pra comprar o triplex no Guarujá e o sítio em Atibaia, todos em São Paulo…

Antonio Palloci, ex-braço direito e ex-ministro de Lula, e ainda ex-ministro de Dilma Rousseff, especialista ao lado de Lula em corrupção ativa e passiva, sabedor das entranhas do PT e do lulo-petismo, reconheceu abertamente que o PT já não é un partido político. Extrapolou o limite do ético-legal e galgou o patamar seitico-religioso. Isso mesmo: Virou uma seita religiosa. Como não existem seitas religiosas sem deuses, não deu outra: São Luiz Inácio Lula da Silva, à revelia do Vaticano é o santo semi-deus-mártir brasileiro, quiçá do mundo!

FC

P.S.: Há rumores de uma beatificação também em vida de uma tal de Dilma…

A FERA ROSNOU DIA 13 DE SETEMBRO EM CURITIBA

freiconvento

Ontem, dia 13/09/17, Luiz Inácio Lula da Silva, o biltre ícone petista e patrono singular do lulismo por ele mesmo, foi inquirido mais uma vez pelo juiz Sérgio Moro.
A desfaçatez é sempre a mesma.
Lula mente vil e descaradamente sem que se dê conta que a sociedade civil o repudia por isso; que a nação quer a verdade como resposta; que não há mais lugar para proselitismo criminoso, tampouco espaço para manutenção da corrupção e legislar em causa própria…

Sérgio Moro, insígne juiz, observador tenaz das causas legais, não se afoba e com paciência de Jó, escuta as pseudo lamúrias do coitadinho que o mundo antes elogiava, mas agora exige o pagamento por ter sido enganado indiscriminadamente por tal criatura do mal, que se mostra vestindo um manto sagrado só merecido por gente de bem, proba, honesta.

Lula quando abre a boca destila impropérios qual alambique que escorre chorume fétido.

Perdeu a capacidade de oralizar convencimento natural.

A ferocidade interior é latência de predador, malígna própria. Onomatopeicamente aflui ameaçadora contra quem não está com ele.

Transgride o bom senso. De acusado passa a ser acusador. Desrespeita o próprio rito ouvidor e do julgamento se rebelando contra o magistrado que o interpela.

Sabe que a mídia mostra-o online para o mundo e passa recado nas entrelinhas, no qual convoca a todos, seguidores e apoiadores, que a hora do confronto direto nas ruas está próxima; que sua prisão é iminente; será o estopim detonador para o sangue intestino escorrer nas ruas, praças e avenidas, erguida a bandeira facista do “nós”, causa petista e lulista, contra “eles”, a parte da sociedade brasileira que não sucumbiu diante de promessas vãs, corrupção e outros “malfeitos” que levaram ao afundamento político e moral da nossa nação, e a derrocada económica que nos tornou mais miseráveis pela perda de empregos e de não conseguir levar sustento digno para nossas famílias, nossos filhos.

FC

LULA é denunciado por seu ex-braço direito ANTONIO PALOCCI

freiconvento

A fila andou. Finalmente alguém abortou o mêdo de quebrar o pacto do silêncio imposto pelo PT aos líderes da maior quadrilha institucional jamais vista no Brasil e no mundo.
ANTONIO PALOCCI abriu o jogo diante do juiz SÉRGIO MORO. Durante mais de quatro horas depôs contra o capo-bandido e demais chefes petistas. Não poupou ninguém. Desceu a minúcias falando inclusive sobre um pacto de sangue entre LULA e o empresário EMÍLIO ODEBRECHT. O ex-ministro confirmou que LULA é o dono do sítio de Atibaia e do triplex; que recebeu o terreno do Instituto Lula também como propina, portanto.
Dia 13 de setembro vindouro o crápula ora denunciado enfrentará o juiz MORO novamente. Diante do exposto e das duas novas denúncias contra o já condenado biltre pelo mesmo juiz a nove anos e meio de prisão, qual responde ainda em liberdade, poderá receber voz de prisão se faltar com o devido respeito a MORO. O cerco se fecha cada vez mais em torno do que ainda resta da quadrilha que assolou o Erário brasileiro por mais de 13 anos consecutivos. Na delação PALOCCI não esqueceu de falar sobre a participação ativa da anta-ex-presidente, DILMA ROUSSEFF, e da não menos bandida-senadora atual presidente do PT, GLEISI HOFFMANN, mulher de PAULO BERNARDO, outro ladrão contumaz a serviço do PARTIDO DOS TRABALHADORES, entre outros de menor valia entre seus pares petisto-criminosos.

FC

Assombração

Se o Brasil deu a sorte de se ver livre de Dilma antes que ela pudesse completar sua grande obra, o mesmo não se pode dizer de seu partido, o PT

O Estado de S.Paulo
01 Setembro 2017

Há um ano, o Brasil se livrava definitivamente de Dilma Rousseff. A conclusão do processo de impeachment, em agosto de 2016, fechou um dos capítulos mais tresloucados da história nacional, representado por uma presidente que se julgava exímia administradora, mas que, em menos de seis anos, condenou o País a um retrocesso econômico de duas décadas – e será necessário outro par de décadas para a plena recuperação, isso na hipótese de o eleitor ter aprendido a lição e não se deixar mais seduzir por um discurso irresponsável como o que elegeu e reelegeu Dilma Rousseff.

Se o Brasil deu a sorte de se ver livre de Dilma antes que ela pudesse completar sua grande obra, o mesmo não se pode dizer de seu partido, o PT. Como se sabe, no momento em que se sacramentava o impeachment, em 31 de agosto de 2016, uma vergonhosa manobra regimental do então presidente do Senado, Renan Calheiros, em dobradinha com os petistas e com o aval de Lula da Silva, permitiu ao então presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, manter os direitos políticos de Dilma ao mesmo tempo que a cassava – uma aberração legal tão evidente que sua constatação dispensa consulta à Constituição. Assim, a ex-presidente pode perfeitamente candidatar-se a qualquer cargo eletivo, mesmo tendo sido deposta da Presidência por crime de responsabilidade.

O problema é que, tendo destruído a economia do País, Dilma é um ativo tóxico em qualquer palanque. Conforme mostrou recente reportagem do Estado, nem o PT sabe o que fazer com a presidente cassada.

É claro que os petistas que não gostam de Dilma a criticam pelos motivos errados. Para eles, a ex-presidente deveria ter interferido na Polícia Federal para impedir que a Lava Jato crescesse e que os escândalos de corrupção derivados das investigações atingissem em cheio o PT e seus principais dirigentes.

Além disso, essas alas petistas acreditam que Dilma é um problemão para a candidatura de Lula da Silva à Presidência em 2018. Segundo o raciocínio dessa turma, Lula, como se não bastasse ter de provar que é a “viva alma mais honesta deste país”, embora seja réu em diversos inquéritos por corrupção e já tenha sido condenado em um deles, ainda precisa convencer os brasileiros de que a profunda crise econômica legada pelo governo de Dilma Rousseff não é fruto da enorme incompetência de sua pupila. Trata-se de uma tarefa hercúlea até mesmo para o inegável talento demagógico do demiurgo de Garanhuns.

O fato é que Dilma paira sobre o PT como uma assombração. Especulou-se, nos últimos tempos, que ela poderia se candidatar ao Senado pelo Rio Grande do Sul ou pelo Rio de Janeiro, mas muitos petistas acreditam que essa candidatura seria prejudicial ao partido, não apenas porque as chances eleitorais de Dilma seriam remotas, atrapalhando candidatos mais fortes, mas principalmente porque colocaria em evidência, na campanha, aquilo que o PT quer esconder, que é justamente o legado da desastrada presidente.

Oficialmente, o partido mantém o discurso de apoio a Dilma. A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, disse que “Dilma é a grande liderança que encarna a injustiça contra o PT” e que, se decidir se candidatar em 2018, “vai ter muito voto”. Mas o próprio Lula tem dificuldades em lidar com sua criatura. Na tal “caravana” que está empreendendo pelo Nordeste, em escancarada campanha eleitoral antecipada, Lula já teve de admitir que Dilma cometeu erros na condução da política econômica, ainda que atribua a crise a sabotagens do deputado cassado Eduardo Cunha, quando este presidia a Câmara.

Conforme reportagem do Estado, Dilma já disse a amigos que, no momento, está inclinada a não se candidatar a nada, pois prefere as viagens internacionais, para denunciar o tal “golpe” de que se diz vítima, e a convivência com artistas e intelectuais. Decerto Lula está torcendo para que Dilma se decida a desistir da política e se limite a frequentar reuniões lítero-musicais e a andar de bicicleta. Afinal, se ela resolver subir no palanque, os eleitores haverão de se lembrar do que ela fez ao País – e Lula terá dificuldade para esconder o fato, incontestável, de que é ele o pai da criança.