… tá caindo nas mãos de Sérgio Moro

Autor desconhecido 

Um engenheiro caminhava por uma estrada, quando percebe um balão voando baixo.

O balonista lhe acena desesperadamente, consegue fazer o balão baixar ao máximo possível e grita:

– Pode me ajudar? Prometi a um amigo que me encontraria com ele às 2 horas da tarde, mas, já são 4 horas e nem sei onde estou. 

Poderia me dizer onde me encontro?

O homem da estrada responde:

– Sim! Você se encontra flutuando a uns cinco metros acima da estrada, e está a 33 graus de latitude sul e 51 graus de longitude oeste.

O balonista escuta e pergunta, com sorriso irônico:

– Você é engenheiro?

– Sim, senhor! Como descobriu?

– Simples! O que você me disse está tecnicamente correto, porém, sua informação não me é útil e continuo perdido! 

Você tem que me dar  uma resposta mais satisfatória pois se eu continuar perdido a culpa será sua.

O engenheiro raciocina por segundos e depois afirma ao balonista:

– E você é petista!

– Sim, sou filiado ao PT! Como descobriu?

– Fácil!

Veja só: Você subiu sem preparo e sem ter a mínima noção de orientação!

Não sabe o que fazer, onde está, e tampouco para aonde ir!

Fez promessa e não tem a menor ideia de como conseguirá cumpri-la! 

_Espera que outra pessoa resolva o seu problema, continua perdido e acha que a culpa do seu problema passou a ser minha!

-Só mais um aviso: seu balão furou e vai cair a qualquer hora! Pela direção do vento, vai cair talvez em Curitiba!!!

FC

Eduardo Cunha deixa no ar cheiro de Delação Premiada 

freiconvento

Seria o caminho natural de quem é preso pela Lava Jato, não fosse a “Omertá”, lei do silêncio da máfia italiana, adotada pelo Covilato Partido dos Trabalhadores, também conhecido nos meios das marginália nacional e internacional pelo vulgo PT, verdadeira pedra no caminho não só dos petistas arrependidos; idem para os aliados coligados e apaniguados.
Eduardo Cunha talvez não faça parte desse pactuoso silêncio dos cemitérios, cuja quebra decreta a pena de morte e arrasta de roldão para as tumbas perpétuas quem ousar testemunhar contra Lula e contra o PT. O exemplo mais caricato tem o emblemático caso que levou o ex-prefeito petista Celso Daniel a ser fuzilado mortalmente por abrir a boca e denunciar o sapo barbudo de nove dedos e a troupe petisto-quadrilheira…

  1. Cunha solto representa um poder paralelo mesmo fora da política oficial. Preso, agigantou e transformou-se no fantasma que atormenta a vida política no Congresso Nacional, e o sono de quantos lesaram o Erário burlando a lei vendendo sentenças, promovendo benesses a empresários, e para aqueles que auferiram indevida e corruptamente lucros das estatais brasileiras, incluído ele próprio. 

Delatando, pouco sobrará dos políticos congressistas, quiçá, da equipe ministerial e secretariado do presidente Michel Temer, o qual também sairá no mínimo, chamuscado.

Eduardo Cunha ao mesmo em que é visto como um bandoleiro a serviço próprio, prestou um imenso serviço a nação ao por em pauta o IMPEACHMENT de Dilma Vana Rousseff. 

Serviço que continuará a ser prestado e de valor inestimável.

Será visto mais tarde como o grande baluarte da limpeza sistêmica da corrupção brasileira, pelas denúncias que fará e fatalmente atingirá de morte os maus políticos e empresários que a despeito da Operação Lava Jato, e do pulso forte do juiz Sérgio Moro, teimam em continuar a lesar o Brasil.

FC

Eduardo Cunha deixa no ar cheiro de Delação Premiada?

Seria caminho natural de quem é preso na Lava Jato, não fosse a “Omertá”, lei do silêncio, pedra no caminho dos petistas, dos apaniguados e dos coligados.
Eduardo Cunha faz parte desse pactuoso silêncio dos cemitérios, cuja quebra decreta a pena de morte e arrasta de roldão para as tumbas perpétuas quem ousar testemunhar contra o PT. Caso emblemático que levou o ex-prefeito petista Celso Daniel a ser fuzilado mortalmente por abrir a boca e denunciar Lula e a troupe petiso-quadrilheira…

Cunha solto representa um poder paralelo mesmo fora da política oficial.  Preso, agigantou e transformou-se no fantasma que atormenta a vida política na Câmara Feďeral, e o sono de quantos lesaram o Erário burlando a lei vendendo sentenças, promovendo benesses a empresários, e auferiram indevida e corruptamente lucros das estatais brasileiras, incluído ele próprio. 

Delatando, pouco sobrará dos políticos congressistas, quiçá, da equipe ministerial e secretariado do presidente Michel Temer, o qual também sairá no mínimo chamuscado.

Eduardo Cunha ao mesmo em que é visto como um bandoleiro a serviço próprio, prestou um imenso serviço a nação ao por em pauta o IMPEACHMENT de Dilma Vana Rousseff. 

Serviço que continuará a ser prestado e de valor inestimável. Será visto mais tarde como o grande baluarte da limpeza sistêmica da corrupção brasileira, pelas denncias

Será visto mais tarde como o grande baluarte da limpeza sistêmica da corrupção brasileira, pelas denúncias que fará e fatalmente atingirá de morte os maus políticos e empresários que a despeito da Operação Lava Jato, teimam em continuar a lesar o Brasil.

FC

Eduardo Cunha deixa no ar cheiro de Delação Premiada?

Seria caminho natural de quem é preso na Lava Jato, não fosse a “Omertá”,  pedra do caminho dos petistas. 

Eduardo Cunha não faz parte desse pactuoso silêncio dos cemitérios, cuja quebra decreta a pena de morte e arrasta de roldão para as tumbas perpétuas quem ousar testemunhar contra o PT. Caso emblemático que levou o ex-prefeito petista Celso Daniel a ser fuzilado mortalmente por abrir a boca e denunciar Lula e a troupe petiso-quadrilheira…

Cunha solto representa um poder paralelo mesmo fora da política oficial.  Preso, se agigantou e sevtransformou no fantasma que atormenta a vida política na Câmara Feďeral, e o sono de quantos lesaram o Erário burlando a lei vendendo benesses a empresários e auferiram indevida e corruptamente lucros das estatais brasileiras, incluído ele próprio. 

Delatando, pouco sobrará dos políticos congressistas, quiçá, da equipe ministerial e secretariado do presidente Michel Temer, o qual também sairá no mínimo chamuscado.

Eduardo Cunha ao mesmo em que é visto como um bandoleiro a serviço próprio, prestou um imenso serviço a nação ao por em pauta o IMPEACHMENT de Dilma Vana Rousseff. 

Serviço que continuará a ser prestado e de valor inestimável. Será visto mais tarde como o grande baluarte da limpeza sistêmica da corrupção brasileira, pelas denncias

Será visto mais tarde como o grande baluarte da limpeza sistêmica da corrupção brasileira, pelas denúncias que fará e fatalmente atingirá de morte os maus políticos e empresários que a despeito da Operação Lava Jato, teimam em continuar a lesar o Brasil.

FC

SERVIDORES PÚBLICOS NÃO SÃO LADRÕES 

Eduardo Perez Oliveira – Juiz Estadual – TJGO
Para meu espanto, hoje me deparei com uma frase supostamente dita pelo Sr. Luis Inácio Lula da Silva, a saber:

“O político, por mais ladrão que seja, todo ano tem que enfrentar o povo, sair na rua e pedir voto. O funcionário público não. Ele faz concurso e fica lá, com o cargo garantido, tranquilo”

Eu fiquei em dúvida se era verdade, já que tem tanta mentira por aí sendo espalhada. Chegaram a inventar, vejam só, que os procuradores tinham dito não possuir provas contra o Sr. Luis Inácio, somente convicção, o que é uma tremenda inverdade. Não se pode mesmo acreditar em tudo na internet.

Verdade ou mentira, fiquei aqui pensando se essa frase faz sentido.

Eu estou Juiz de Direito, aprovado em concurso público, também em outros cargos antes de lograr esta graça. Como a memória da gente é falha, eu me esforcei para lembrar como foi o processo.

Conferi, cuidadosamente, se eu não tinha sido financiado por alguma empreiteira. Também verifiquei se eu não tinha obtido meu cargo desviando dinheiro de alguma empresa pública, fazendo aí um caixa 2 para me apoiar. Pode ser a idade, mas não me veio à memória disso ter acontecido.

O que me recordo é do esforço dos meus avós, dos meus pais e dos meus familiares, mas muito esforço mesmo, para garantir educação, sem luxos. Também não me é familiar ter participado de esquemas ou ajustes partidários. Não dava tempo, saindo de casa para trabalhar às sete da manhã e voltando às nove, dez horas da noite, só com o horário do almoço para abrir os livros e enfrentar o escárnio.

Eu lembro de ter estudado muito, da frustração em razão do pouco tempo, das dúvidas se algum dia eu chegaria lá. Eu me recordo bem do dia da minha prova oral, num estado onde não conhecia ninguém, tremendo diante dos examinadores de uma banca absolutamente imparcial presidida pelo Desembargador Leandro Crispim.

Quem sabe estaria mais calmo se eu tivesse feito coligação, se uma mão lavasse a outra, se algum ajuste, talvez aquele esquema… Mas não daria certo. Veja você que eu estava prestando um concurso público e até a fase oral eu não tinha rosto, e  a banca (que injustiça!) também era formada quase que absolutamente por gente concursada, magistrados aprovados em um concurso semelhante.

Não iria adiantar caixa 2, apoio parlamentar, conversa de bastidor. Eu estava ali para ser examinado imparcialmente pelos meus conhecimentos. Era só Deus e eu.

Vai ver, pensei, que meu caso é um daqueles fora da curva, uma das tais histórias malucas. Quem sabe a regra não fosse a interferência política e econômica nos concursos.

Conversei com vários colegas juízes e, fato estranho, todos confirmaram que não fizeram caixa dois, nem coligação, nem tiveram conversas de bastidores. Estudaram, com muito esforço, alguns com privação, e foram aprovados em um concurso impessoal e imparcial.

Para não dizer que é coisa de juiz, essa tal elite, falei com meus amigos procuradores, promotores, escreventes, oficiais de justiça,  policiais civis e militares, delegados, professores, médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos e tantos outros aprovados em concurso público de provas e títulos.

Todos deram a mesma resposta: lograram êxito após muito estudo, de forma limpa e transparente.

“Mas nenhuma empreiterazinha?”, insisti. “Quem sabe alguma verba de emporesa pública?”. Não. Foi estudo mesmo.

O mais curioso é que todos tiveram que apresentar certidão de antecedentes criminais, logo, nenhum podia ser ladrão. Nem ladrão, nem outra coisa. Algumas carreiras fazem sindicância de vida pregressa. Ai do candidato que não possui um passado ético, com certeza não entraria pela estreita porta do concurso público.

Aproveitei e, ainda meditando sobre a frase, me peguei pensando se todo ano, ou melhor, a cada quatro anos (alguns, oito), eu precisava enfrentar o povo.

Realmente, se o Sr. Luis Inácio disse isso, ele está certo. Eu não enfrento o povo anualmente. Aliás, eu não enfrento o povo. Não tenho medo da minha gente, nem litígio com ela. Eu sou povo também. Pode parecer surpresa, mas concursado faz parte da nação.

Eu não enfrento, eu atendo. Eu recebo preso. Eu recebo mãe de preso, pai, vó, filhos, esposa de preso. Recebo conselheiro tutelar. Recebo advogado. Recebo as partes também. Ouço a vítima do crime, ou, em situações mais tristes, os que sobreviveram a ela. Eu vejo o agrícola que vai pedir para aposentar. Vejo o cidadão que não tem medicamento, da mãe que busca escola pro filho, o neto que busca uma vaga de UTI pro avô.

Eu cansei de ver o piso do fórum gasto de passar tanto calçado, de chinelo usado a sapato caro, de gente que vê no Judiciário seu único porto seguro. Gente que não conseguiu vaga em escola, em creche. Que não conseguiu remédio. Que se acidentou na estrada esburacada. Que trabalhou nesse calor inclemente do Centro-Oeste por quarenta anos ou mais, com a pele curtida de sol, e quando foi pedir aposentadoria disseram a ele que não tinha prova. Não sou quiromante, mas eu aprendi a ler a mão e o rosto desse povo. Aprendi a falar a língua deles, não porque eles vão votar em mim, mas porque é minha obrigação para aplicar a lei.

Essa mesma gente que os políticos enfrentam (enfrentam, vejam vocês!), segundo a tal frase, eu atendo todo dia. É meu dever, e com que prazer eu realizo esse dever!

Eu atendo essa gente que vem acreditando há décadas nesses políticos que, como um fenômeno natural, aparecem apenas de forma episódica e em determinadas épocas. Um povo que acreditou que teria saúde, educação, segurança, lazer, trabalho, aposentadoria, dignidade e tantos direitos básicos só por ser gente, mas não tem.

Esse mesmo povo que vota, que deposita na urna sua esperança, a recolhe depois despedaçada, cola o que dá e procura o promotor ou o defensor público, servidores concursados, quando não um nobre advogado dativo ou pro bono, para pedir ao juiz esse direito sonegado. São os concursados que garantem esse direito.

São os juízes que aplicam a lei criada pelos políticos eleitos para o Legislativo, e nessas horas em que a lei é dura e talvez não tão justa, quando devemos fazer valer o seu império, só nos resta ouvir e consolar.

Juízes, é preciso dizer, não são máquinas, porque nessas engrenagens desprovidas de coração que formam o sistema, é a nossa alma que colocamos entre os dentes do engenho para aplacar seu cruel atrito.

E quando estamos sozinhos, nós sofremos, nós choramos, porque lidamos também com a desgraça do povo, do nosso povo, do povo do qual fazemos parte e que não enfrentamos, mas atendemos.

Perguntei aos meus amigos promotores, defensores, escreventes, analistas, oficiais de justiça, professores, policiais, guardas civis metropolitanos, agentes carcerários, bombeiros, militares, médicos, agentes de saúde, enfermeiros e tantos outros, se eles por acaso enfrentavam o povo, mas me disseram que esse povo eles faziam era atender.

É também a alma deles que lubrifica essa máquina atroz que é o sistema.

É à custa da alma do concursado que o Estado se humaniza. Que o digam nossas famílias, nossos amigos… que digamos nós, quando abrimos mão de tanta coisa para cumprir nossa missão, quando para socorrer um estranho muitas vezes alguém próximo a nós precisa esperar.

Forçoso que se concorde, nós não enfrentamos o povo a cada dois, quatro anos. Nós o atendemos dia e noite, nós olhamos seu rosto, tentamos aplacar sua angústia em um país em que tudo falta, quando um médico e sua equipe não tem nem gaze no hospital público.

E fazemos isso porque amamos nossa profissão, seja ela qual for, não porque precisamos de votos. Nós chegamos onde chegamos com dedicação, não com esquemas, e sem lesar o patrimônio público ou a fé da nação.

São servidores públicos concursados que estão descobrindo as fraudes que corroem nosso Brasil, do menor município à capital do país, e serão servidores públicos concursados a julgar tais abusos. São servidores públicos concursados que patrulham nossas ruas, que atendem em nossos hospitais, que ensinam nossas crianças.

Nós não precisamos prometer nada para o povo, nós agimos.

Realmente, é preciso temer pessoas que possuem um compromisso com a ética, não com valores espúrios.

#servidorespublicosnaosaoladroes

Eduardo Perez Oliveira – Juiz Estadual – TJGO

O tenebroso pós-eleições municipais versão 2016

Vejo com muita apreensão o fato eleitoral de criminosos presos e/ou respondendo processo em liberdade, tenham sido eleitos eleitos vereadores no último dia 2 de outubro de 2016, por ato solene através da manifestação com votos favoráveis as suas eleições, no Brasil inteiro.

É sabido de poucos que a legislação eleitoral não responde diretamente pelas leis patrocinadas pelo Congresso Nacional em desfavor da sociedade civil brasileira. 

Está o STE obrigado a cumprir e fazer valer a lei específica que impõem como direito de todo cidadão que não tenha seu processo “transitado em julgado”, de estar de posse de todos os direitos civis – inalienáveis nessa condição, porquanto apto a concorrer aos certames eleitorais em todas as esferas: vereador, deputados estadual, distrital e federal, senador, governador de estado, presidente da república.

A premente imoralidade desse fato é deprimente. Pior, anula a aplicabilidade da propalada lei da ficha-suja como fator de inibição a candidato a eleição ou re-eleição. Já explico: 

Um indivíduo curricularmente eivado de crimes de quaisquer natureza mesmo condenado em tribunal de primeira instância, logo de juízo singular, é-lhe facultado recorrer às instâncias superiores porque o regimento da lei (ficha-suja) diz que só um colegiado de juízes pode condenar em definitivo quem quer que seja processado…

A demanda protelatória nos tribunais superiores leva tempo em demasia. Alguns casos a morte do recorrente chega primeiro que a sentença definitiva.

Logo, o fator “ficha-suja” é conversa pra boi dormir, ou exprime a previsibilidade do imprevisível na antítese óbvia…

Fato destoante de uma realidade talvez só vista no Brasil foi visto pelo mundo através da mídia televisiva. 

Um bandido preso por crimes diversos incluídos 5 assassinatos em primeiro grau chegou algemado escoltado por policiais civis na sua secção eleitoral para votar, presumo, nele mesmo. Na saída do local pequena multidão de correligionários e admiradores aplaudiu-o na calçada no curto trajeto entre o portão de saída e o camburão da polícia…

Um segundo caso tão grave quanto, envolveu uma mulher traficante internacional de pessoas (mulheres). A traficante já estivera presa, mas recorreu e está respondendo ao processo em liberdade… 

Há uma infinidade de casos correlatos subjúdice. 

O TSE nada pode fazer contra a criminalidade intrusa na corrente eleitoral, está de mãos amarradas. 

Resta o bom senso das Câmaras Municipais em não diplomar essas figuras nefastas na contra-mão dos eleitores que os elegeram. 

Quem elege bandidos e corruptos não o faz graciosamente. São tão criminosos quanto eles.  

FC