João Paulo ex-prefeito petista do Recife, responde por mais dois processos de improbidade administrativa 

Petista inconvicto ou petista por conceniência ou petista corrupto como sói acontece com todos que professam o confisco do bem público e alheio em benefício próprio, andou em turras com o Covilato Partido dos Trabalhadores – PE. Tentou chantagear invocando que se deixasse a quadrilha, ele, carro chefe dos votos levaria consigo a maior parte dos eleitores a seu reboque. Não aconteceu nemhuma coisa nem outra. 

Enquanto prefeito recifense, praticou o turismo internacional por pura inveja daquele a quem vivia babando-ovo, comandante-em-chefe da nação e primeiro usuário do avião presidencial impropriamente epitetado de AeroLula 51. 

João Paulo babava indisfarçável certa parte de Lula na esperança de ser visto e arrebatado das instâncias provincianas para cargos de primeiro escalão. Não surtiu o efeito desejado. 

Nem o fato de ter imposto a um parque público que seria criado na praia de Boa Viagem, zonas nobre e sul,  recifense, o nome de Parque Dona Lindú, como homenagem a mãe de Lula, mulher, segundo o próprio biltre então presidente da república, heroína que nascera analfabeta. 

Mais tarde essa aberração única no mundo, também pariria outro analfabeto ( e assim persistirá até morrer) que no futuro constituir-se-á no maior ladrão do Erário que jamais existira no Brasil e no mundo em todos os tempos. 

O prefeito ainda assim não conseguiu sensibilizar seu chefe maior e permaneceu no ostracismo político a que fora relegado. Têm dente de coêlho Talvez no ímpeto da emoção boqueteira em vez de mamar, mordeu!

Dilmábandonada por tudo e por todos

por freiconvento

Perdida no espaço que desconstruiu, a (ex) presidente de fato, agora afastada por força legal, curte ruminando o abandono a que está submetida. 

A debandada a partir dos “amigos” e correligionários é total. Teve como contribuição efetiva a aversão explícita total e irrestrita na forma de arrependimento denotada por seu criador político o ex-presidente Lula, ao deserda-la.

Dilma com seu comportamento arredio e violento com os ministros, secretários, assessores e funcionários desde os Palácio do Planalto e Palácio da Alvorada, até a extensão do alcance direto de suas afiadas e animalescas garras cruéis, impunha cabresto com rédea curta, antolhos e mordaça, desconsiderando opiniões e sensatez política e administrativa de quantos ousassem mostrar-lhe caminhos alternativos melhores ou menos danosos à sociedade.  

Instituiu o verbo DESMANDAR como superlativo do poder pelo poder intransigente, pessoal, jogando para as latrinas a interatividade “paterno”-partidária, reservando-se da primeira a última palavra como desmandatária suprema.  

Psicopatia não é condição que isenta responsabilidades de quem foi sufragado para cargos executivos. Principalmente na reeleição. Então porque ela, Dilma, psicopata de carteirinha, voltou ao “cortiço político” donde ainda não saíra? 

Está estampada no surto de sociopatia coletiva que mistificou aliada às mentiras, compra de votos e (talvez) falsificação da urnas. 

Convenhamos. É sabido que desvios de personalidade faz com que hábitos vistam monges… Ou presidentas: Cleptomaníacos pleiteiam-se tesoureiros ou chefes setoriais etc. 

Também nas exceções, outros ofícios correlatam com desviados. Ex: Medicina, tarados ginecologistas/urologistas/pediatras… 

Dilma Rousseff recém-nascida vestiu as roupas que tomara de assalto a Clepto, o parteiro que a pegou. 

Mais tarde carapaçada, roubou, feriu e contribuiu para assassinatos de forma no mínimo indireta, voltada para a predileção por explosivos. Justiça seja-lhe feita: Com extrema competência!  

Essa Hydra monstruosidade humanoide imparida e felizmente acéfala foi redescoberta por Lula, outra competência ainda mais criminosa.

Juntos, agiram impunemente por três mandatos. Os dois primeiros sob a batuta direta do falso molusco dedeta! 

Diz um provérbio que “Deus age certo por linhas tortas”. 

Olhando por essa ótica, nos leva a pensar que Dilma foi desenhada e concebida de uma cagada numa noite escura, tenebrosa e sob saraiva, à guisa de BURACO NEGRO, com finalidade única de barrar o projeto de Poder Supremo da quadrilha PARTIDO DOS TRABALHADORES comandada por Lula e demais biltres daquela laia. 

Algum leitor mais desabrido que eu teria melhor explicação? 

freiconvento  

UM OLHAR SOBRE A MALFADADA EXISTÊNCIA PETISTA

por nandopernambuco

Costumamos invocar para as políticas envolvidas nos destinos dos povos, chavões e rotular as recorrências em seus arcabouços de tal forma, que a confusão se instaura, e a maioria absoluta dos seguidores por sua falta de conhecimento dos rumos e ferramentas necessários para a consecução plena dos objetivos fins, não atingem o foco principal onde permeiam a corrupção e a falta de ética.

A sede de liderança gerada por fenômenos ainda indecifrados, mas sabidamente ligados às auras de alguns líderes, massificam por osmose e interligam os grupos mais diversos, pelo lugar comum que é a miséria absoluta e a fome que grassa nas regiões mais pobres. Os explorados inescrupulosamente, e aí reside a crueldade dessas falsas políticas sociais, que só visam à manutenção desse estado miserável – covalência gratificada. 

Fundamentado na doutrina milenar da superioridade da sabedoria do saber sobre o saber, uma espécie de objetivo político para a filosofia, que comprova e justifica sua própria existência, subliminamos Idéias ou Formas cristalizadas na dimensão real e visível dos fatos, tornar-seão implementos, mudando o rumo político inicial desejado, à medida que as circunstâncias se delineiam gerando necessidades, antes não visualizadas, no contexto desses desejos, ou fora deles.

Tivemos no passado líderes que eram seguidos apenas pelo carisma que os envolviam. Constata-se, assim, que essa forma de platonismo extrapola as engenharias sociais, redundando em abstrações e continuísmos que exauram as previsibilidades cotidianas, ao mesmo tempo em que corrompem os predispostos; primeiro os seguidos, revertendo nessa esteira, os conceitos morais arraigados, nas particularidades de algumas classes intelectualmente menores, quase sempre carentes e excluídas de um mínimo desejável de suporte financeiro ou da empregabilidade de arrimo. A conseqüência imediata dessa cristalização interfere diretamente nas conceituações herdadas ou de ouvir falar, ou dos cochichos, levando instantaneamente o neocatequizado a ser fonte propagadora de um ideal virtual, onde só as emoções regem e esse fato é aproveitado pelas forças políticas rumadas para o politicamente imoral e indecente e para a desonestidade.

Se o olhar semi-deus – algoz massivo -, ficasse restrito aos círculos diretórios e só atingisse os ideais e sumos filosóficos, atemporalmente tenderia a um fundamentalismo de pensamento e transcenderia para uma purificação hermética sem conseqüência entre os pobres mortais. Mas não é isso que acontece.

As determinantes manietadas em causas objetivadas idealisticamente numa provisão conceitual, essas idéias assim definidas, dão ao objeto uma estrutura especial dentro de condições profusas ou de uma condição especial; o líder é moldado pelas necessidades e aspirações dos quem a ele buscam. É bola de neve montanha abaixo.

Numa população descrente nos homens, seus olhares tendem a elevar-se para o céu. A religiosidade se manifesta em níveis perigosos, novas seitas surgem e sugam o pouco do que restou na forma de “contribuição espontânea” ou, na falta dela, pela cobrança descarada do dízimo bíblico, de quem não tem nem para si…  

O olho clínico do petismo captou essa necessidade fantástica e capitalizou-a nas comparações de quem se arvora líder carismático e dono da nova verdade ético-política praticada num partido que inicialmente se dizia do povo e resgatador dos princípios da ética e da moralidade.

Na prática a “beleza” de tal figura dissociou-se de seu arquétipo. A ilusão cegou a todos que se entregaram aos encantos e cantos da falsa sereia, que na verdade é um ninho de Hydras, misto de serpentes e dragões, a guardar a caverna do justiceiro e suas quatro dezenas de escudeiros.

O essencial deixa de ser arquétipo sem nenhuma significação profunda para os eleitores até das castas mais sólidas, causando estranheza nos cientistas políticos, estudiosos da facção, descredenciando de nele votar, os eleitores que professam a vergonha austera e a honestidade como carro chefe de um governo representativo de uma nação e de um povo cansado de ser aviltado desde os idos do ano de 150o.

nandopernambuco 

Dilma Rousseff está em palpos de aranha

freiconvento

O fato de não negar caixa 2 indica que algo mais grave está para aflorar e apontar o novo destino dela: Fazer companhia a Monica Moura, marqueteira-delatora no calabouço da Polícia Federal enquanto não sai a sentença que a levará de volta a um presídio federal. Vá lá, estadual, municipal ou de segurança máxima também serve! 

Petistas não alinhados com ela devem estar horrorizados por não ter defendido o PT e a causa lulista-petista.

 Não negar caixa dois é confirmar que existe. 

Lula em seu primeiro governo, já dera entrevista na França reconhecendo que todos os partidos se valiam dessa prática criminosa. 

Foi uma das poucas vezes que não faltou com a verdade que manifestou em sua fraudulenta e perniciosa existência. 

Dilma na qualidade de boneca de ventríloquo nada mais fez que reproduzir seu criador. 

Lula por outro lado, jamais pensaria que ela reengenhando a voz dele, que a boneca serviria de carrasco falante (carrasco não tem voz, é o braço executor do estado na sentença de morte).

Próximo passo dela quando for presa pode ser a quebra do pacto de silencio não assinado, de quem é líder e/ou capo petista. 

Morrer assassinada pelos seus “cumpanheiros” é como morrer honrosamente praticando seppuku, também conhecido por nós ocidentais, como harakiri (suicídio)!

freiconvento

BOA MORTE, UMA IRMANDADE DE EXALTAÇÃO À VIDA! AIYÊ-ORUN

De tudo um pouco – Blog de Leni David
por GUSTAVO FALCON
A história da confraria religiosa da Boa Morte se confunde com a maciça importação de negros da costa da África para o Recôncavo canavieiro da Bahia, onde o gênio aventureiro ibérico edificou belas cidades como a de Cachoeira, segunda em importância econômica na Bahia durante três séculos. O fato de ser constituída apenas por mulheres negras, numa sociedade patriarcal e marcada por forte contraste racial e étnico, emprestou a esta manifestação afro-católica, como querem alguns, notável fama, seja pelo que expressa do catolicismo barroco brasileiro, de indeclinável presença processional na rua, seja por certa tendência para a incorporação aos festejos propriamente religiosos de rituais profanos pontuados de muito samba e rega-bofe. Há que acrescentar ao gênero e raça dos seus membros a condição de ex-escravos ou descendentes deles, importante carac terística social sem a qual seria difícil entender tanto aspectos ligados aos compromissos religiosos da confraria, onde ressalta a enorme habilidade dos antigos escravos para cultuar a religião dos dominantes sem abrir mão de suas crenças ancestrais, como também aqueles aspectos ligados à defesa, representação social (porque não?) política dos interesses dos adeptos.

Origem Remota e uma Luta Antiga

No Brasil Colonial e depois, já no país independente mas ainda escravocrata, proliferaram irmandades. Para cada categoria ocupacional, raça, nação – sim, porque os escravos africanos e seus descendentes procediam de diferentes locais com diferentes culturas – havia uma. Dos ricos, dos pobres, dos músicos, dos pretos, dos brancos, etc. Quase nenhuma de mulheres, e elas, nas irmandades dos homens, entraram sempre como dependentes para assegurarem benefícios corporativos advindos com a morte do esposo. Para que uma irmandade funcionasse, diz o historiador João José Reis, precisava encontrar uma igreja que a acolhesse e ter aprovados os seus estatutos por uma autoridade eclesiástica. Muitas conseguiram construir a sua própria Igreja como a do Rosário da Barroquinha, com a qual a Boa Morte manteve estreito contato. O que ficou conhecido como devoção do povo de cando mblé. O historiador cachoeirano Luiz Cláudio Nascimento afirma que os atos litúrgicos originais da Irmandade de cor da Boa Morte eram realizados na Igreja da Ordem Terceira do Carmo, templo tradicionalmente freqüentado pelas elites locais. Posteriormente as irmãs transferiram-se para a Igreja de Santa Bárbara, da Santa Casa da Misericórdia, onde existem imagens de Nossa Senhora da Glória e da Boa Morte. Desta, mudaram-se para a bela Igreja do Amparo desgraçadamente demolida em 1946 e onde hoje encontram-se moradias de classe média de gosto duvidoso. Daí saíram para a Igreja Matriz, sede da freguesia, indo depois para a Igreja da Ajuda.

O fato é que não se sabe ao certo precisar a data exata de sua origem. Odorico Tavares arrisca uma opinião: a devoção teria começado mesmo em 1820, na Igreja da Barroquinha, tendo sido os gêges, deslocando-se até Cachoeira, os responsáveis pela sua organização. Outros ressaltam a mesma época, divergindo quanto à nação das pioneiras, que seriam alforriadas Ketu. Parece que o “corpus” da irmandade continha variada procedência étnica já que fala-se em mais de uma centena de adeptas nos seus primeiros anos de vida. Historicamente essa data parece fazer sentido. Desde o início do século passado o Recôncavo viveu uma atmosfera de progresso e novas técnicas agrícolas e industriais ali são introduzidas. Em que se pese as dificuldades momentâneas da economia açucareira, o fumo ganhou novo alento quando começa a interessar, após a independência políti ca do país, ao capital alemão. A inauguração do serviço de navegação a motor favorece esses bafejos de renovação econômica, estimulando a integração do Recôncavo com a Capital da Província e o aumento dos seus negócios, o que favorece a construção de sólidos laços entre os negros escravos de muitas cidades, sobretudo de Salvador e Cachoeira. Jeferson Bacelar chama a atenção para o fato de que a década de 20 do século passado, sobretudo os seus três primeiros anos, é marcada por acentuado processo de agitação e acirramento dos ânimos da população baiana, boa parte da qual, sem distinção social, encontra-se envolvida na luta pela Independência, aqui caracterizada por forte espírito anti-lusitano e refregas armadas.

O clima de distensão entre senhores e escravos, suscitado por essa “unidade” momentânea, contribuiu para permanentes deslocamentos dos negros pelas cidades do Recôncavo, onde os senhores manifestaram incomum aten ção na resolução do conflito e, para defenderem seus interesses, armaram os escravos e os utilizaram contra os portugueses. Dessa excepcional conjuntura resultaram inúmeras iniciativas religiosas e civis dos escravos, entre as quais, quem sabe, a própria Irmandade da Boa Morte. O pesquisador Antônio Morais Ribeiro associa seu surgimento às senzalas, apostando na conjuntura abolicionista pós-Revolta dos negros islamizados na Bahia que se deu em 1835 e foi barbaramente esmagada. Quem sabe daí o toque claramente muçulmano na morfologia tradicional dos trajes de grande força e rara beleza, realçados pelo uso do turbante, como assinala Raul Lody.
Antônio Morares acredita que uma das presumíveis líderes da Revolta Islâmica, Luiza Mahim, em pessoa, esteve envolvida na constituição da Irmandade, após a sua fuga de Salvador para o Recôncavo. Conjecturas à parte, estas confrarias – religiosas ou não – como foi o caso da estudada pelo antropólogo Julio Braga – a Sociedade Protetora dos Desvalidos – faziam mais do que cultuar santos católicos e orixás patronos dos seus afiliados. Ao tempo que aparentemente atendiam exigências eclesiásticas e legais, constituíam-se em verdadeiras associações de classe, reservadas, e por trás de suas aparências de fachadas davam curso aos interesses secretos dos seus membros. Respeitadas instituições de solidariedade eram a um só tempo expressão viva da permuta interétnica e ambíguo instrumento de controle social cujos participantes “administravam” criativamente. A confraria sempre obrigou aos seus membros a colaborarem. Jóias de entrada, anuidades, esmolas coletadas e outras formas de renda sempre foram usadas para os mais diversos fins: compra de alforria, realização de festejos, obrigações religiosas, pagamento de missas, caridade, vestuário. No caso da Boa Morte, integrada por mulheres bastante simples e quase todas idosas – entre 50 e 70 anos – os recursos arrecadados em vida buscaram sempre, a concessão de um funeral decente, cujo preparo, face a dupla militância religiosa de suas adeptas, exige rigor e entendimento, além de um certo pecúlio fúnebre.
As Obrigações Corporativas e a Manifestação de Agosto

A historiografia dessas notáveis mulheres cachoeiranas continua a desafiar a inteligência de jovens pesquisadores. Seus rituais secretos ligados ao culto dos orixás também estão a requerer leitura etnográfica que respeite, naturalmente, os limites à manutenção dos segredos, tão importantes na manutenção dessa vertente religiosa. O que tem ressaltado é o aspecto externo do culto referido quase todo ao simbolismo católico e a sua apropriação afro-brasileira. Durante o começo do mês de agosto, uma longa programação pública atrai a Cachoeira gente de todos os lugares, no que Moraes Ribeiro considera o mais representativo documento vivo da religiosidade brasileira, barroca, íbero-africana. Ceias, cortejos, missas, procissões, samba-de-roda colocam cerca de 30 remanescentes da Irmandade, que já possuiu mais de 200, no centro dos acontecimentos da provincian a cidade e, ultimamente, nos principais órgãos noticiosos da capital e tele-jornais.
A festa propriamente dita tem um calendário que inclui a confissão dos membros na Igreja Matriz, um cortejo representando o falecimento de Nossa Senhora, uma sentinela, seguida de ceia branca, composta de pão, vinhos e frutos do mar obedecendo a costumes religiosos que interditam o acesso a dendê e carne no dia dedicado a Oxalá, criador do Universo, e procissão do enterro de Nossa Senhora da Boa Morte, onde as irmãs usam trajes de gala. A celebração da assunção de Nossa Senhora da Glória, seguida de procissão, em missa realizada na Matriz dá curso à contagiante alegria dos cachoeiranos que irrompe em plenitude, nas cores, comida e bastante música e dança que se prologam por diversos dias, a depender dos donativos arrecadados e das condições de pecúlio do ano.

Hierarquia e Culto

Como todas as confrarias religiosas baianas, a Irmandade da Boa Morte possui uma estrutura hierárquica interna para gerir a devoção diária e doméstica de seus membros. A direção é composta por quatro irmãs responsáveis pela organização da festa pública de agosto e substituídas anualmente. No topo da administração da vida da Irmandade da Boa Morte está a Juíza Perpétua, posição de maior destaque e atingida por status adquirido, ocupada pela mais idosa adepta. A seguir, situam-se os cargos de Procuradora-Geral, Provedora, Tesoureira e Escrivã, estando a Procuradora à frente das atividades executivas religiosas e profanas. Para serem aceitas as noviças, além de estarem vinculadas a alguma casa de candomblé – geralmente Gêge, Ketu ou Nagô-Batá, na região – e professarem o sincretismo religioso, deverão se submeter a uma iniciação qu e impõe um estágio preparatório de três anos, conhecido pelo nome de “irmã da bolsa”, aonde é testada a sua vocação. Uma vez aceita, poderá compor algum cargo de diretoria e a cada três anos ascender na hierarquia da Irmandade.
Não é demais lembrar que todas dividem irmanamente as atividades da cozinha, coleta de fundos, organização das ceias cerimoniais, das procissões do cortejo, além dos funerais das adeptas seguindo os preceitos religiosos e uma determinação estatutária tácita. As eleições são realizadas anualmente procedendo-se a apuração dos votos pelo curioso sistema de contagem de grãos de milho e feijão, indicando o primeiro atitude de rejeição e o segundo aceitação. Em que pese as diferenças hierárquicas e os preceitos relativos a cada posição, todas as irmãs estão niveladas como empregadas de Nossa Senhora. Além de irmãs de devoção, são algumas vezes, irmãs de santo e quase sempre “parentes” – os africa nos e seus descendentes no Brasil alargaram o conceito de parentela estendendo o vínculo a todos aqueles que são filhos de uma mesma nação. É notável como a ancestralidade africana se reelabora no interior das instituições religiosas baianas e como as irmandades leigas acabam prestando renovado serviço a esse processo de intercurso cultural. É admirável que, a propósito de celebrarem a morte, essas mulheres negras cachoeiranas tenham sobrevivido com tanta majestade e garbo. O mais incrível é que o sistema de crenças tenha absorvido com tamanha funcionalidade e criatividade os valores da cultura dominante, realizando, em nome da vida, complexos processos de apropriação como o evidenciado na descida da própria Nossa Senhora à Irmandade, a cada ciclo de sete anos, para dirigir em pessoa os festejos, investida da figura de Procuradora-Geral, elebrando entre os vivos a relatividade da morte. Tais elementos podem ser constatados tanto na simbologia do vestuário , quanto nas comidas de preceito que evidenciam recorrentes ligações entre este (Aiyê) e o outro mundo (Orun), para utilizar aqui duas expressões já incorporadas à linguagem popular da Bahia.

Assim como as confrarias, a devoção a Boa Morte foi muito comum na Bahia Colonial e Imperial. Sempre foi uma devoção popular. Na Igreja de Nossa Senhora do Rosário na Barroquinha ela ganhou expressão e consistência. Aliás, ali era um espaço de notável presença gêge-nagô e as características dos festejos descritos por cronistas como Silva Campos atestam sua semelhança com os praticados ainda hoje em Cachoeira. Deve-se dizer que ali teve origem uma das mais respeitáveis casas de candomblé da Bahia; fundada no século XVIII, a Casa Branca do Engenho Velho da Federação que vem sendo estudada com muito brilhantismo por Renato da Silveira. Devoção popular e mais que isso, racial, na medida em que agregou principalmente negros e mestiços. Suas origens rem ontam ao Oriente tendo sido adotada por Roma no século VII. Já dois séculos depois a festa da Assunção de Nossa Senhora está disseminada por todo o mundo católico. Trazida de Portugal para o Brasil – onde era conhecida como Nossa senhora de Agosto – ganhou interpretação peculiar, características próprias e por causa disso, a devoção sempre criou atritos com as autoridades da Igreja. Sua difusão entre a comunidade baiana, entre outras coisas, deveu-se ao fato de que a mediunidade popular característica dos cultos africanos sempre relativizou o problema da morte, na medida em que os adeptos do candomblé acreditam em reencarnações sucessivas. Emprestou, portanto, ao culto originalmente católico elementos do seu sistema de crenças e componentes sócio-históricos da dura realidade escravista que fez do cativeiro sofrível martírio para os que vieram na diáspora. De sorte que a devoção a Nossa Senhora da Boa Morte passou a ter também um significado social , permitindo a agregação dos escravos, facultando a manutenção de sua religiosidade num ambiente hostil e delimitando um instrumento corporativo de defesa e de valorização do indivíduo, tornando-se, por todas essas razões, um inigualável meio de celebração da vida.

                                                                              GUSTAVO FALCON                             (Professor da UFBA e pesquisador do Centro de Estudos Afro-Orientais)

BRIGADA CONTRA A CORRUPÇÃO BRASILEIRA
https://freiconvento.wordpress.com

WhatsApp venceu a Lei e a JUSTIÇA!

Bomba! Bomba! Bomba!…

por freiconvento

SARNEY não está acima da lei conforme o desejo e a tentativa do biltre falastrão criador do LULOPETISMO, ideologia nefasta que suplantou o extinto comunismo que muitos incautos retrógrada e saudosamente insistem em saudar de forma avessa quando evocam à guisa de ainda existir, e ser causa continuada da podridão política no Brasil e mundo a fora.

LULA, o onisciente santificado, transformaria pressentimento em matéria factível. Apedeuta-que-sabe-tudo, logrou o árbítrio que de alguma forma seria o grande vencedor.

SARNEY oficialmente não ganhou o galardão da impunidade. Este foi redirecionado para o mensageiro da moda, WHATSAPP.

Pior. O aplicativo foi eleito pela JUSTIÇA sem votos ou qualquer tipo de consulta popular. Inconsequentemente privilegiou seu uso para notificar pautas e processos para os cidadãos. Matreirice desavergonhada sob manto supostamente legal.

Outros veículos similares TELEGRAM, ICQ (precursor deles), Yahoo Messenger, Skype, Facebook etc., foram alijados propositalmente. A escolha teve diretividade para proporcionar a perpetuação da impunidade e da corrupção petista. Agora os traficantes a serviço dos cartéis das drogas têm como “cumpanheiros” indevássaveis, presidentes de Supremo Tribunal Federal, Superior Tribunal de Justiça, e outras cortes onde grassam o desvirtuamento da Constituição Federal.

Nessa esteira infame seguem o Congresso Nacional e os partidos políticos, não escapando da fila certas esferas militares “cumpanheirada” da presidente afastada, construtoras e afins, bancos federais e estaduais, autarquias, estatais, governadores e prefeitos, deputados e vereadores; e o povão gostando…

Não sabem os incautos, massa manipulada abertamente pelos donos do poder, que esse aplicativo da hora, está sendo subsidiado por quem usa (de forma independente pontual ou maníacamente), e por quantos não utilizam esses serviços da telefonia celular. O que é “bom” para alguns, pode ser desnecessário ou inócuo para outros. Mas um amoral com poder de mando supremo determinou ser bom pra todos. Não é! Vejamos: Telefônicas não riem atoa e graciosamente para assinantes. WAHTSAPP muito menos. Então quem paga?
O serviço em questão é de um grupo internacional privado. As tarifas “sem custo” obedecem o rito econômico global. O custo tarifado excedente embutido nas tarifas “ não pagas, gratuitas” é dividido injustamente pelo número total de usuários da telefonia celular, logo não aparece em sua conta em rubrica específica e leiturável; e o povão gostando…

Deixa de ser simples questiúncula para se transformar no manto protetor da permissividade, pornografia inclusive infantil, conspiradores, lesas-pátria, politicagem criminosa danosa ao Erário, moral e bons costumes.

Tudo a partir de quem tem as chaves protetoras da lei, tendo a cabeça pensante do presidente da Suprema Corte avalizando os desmandos e malfeitos, o “diabo”, agora também investido na figura de boneco de ventríloquo do maior bandido que a política brasileira jamais produziu, LULA DA SILVA.

Frei Convento

Quem é, quem é?

Sessão Relembrando Pra Não Esquecer…

Formou-se em direito pela faculdade de São Bernardo do Campo, e nos governos petistas de lá foi secretário de governo e de assuntos jurídicos. 

Entrou para juiz do Tribunal de alçada criminal de Sâo Paulo, indicado pela aberração que é o “quinto constitucional”, uma vaga que não depende de concurso público, e é preenchida por indicação em lista tríplice da OAB local. 

A partir daí ele foi para o TJ de São Paulo, também sem concurso, evidentemente, até porque para o TJ é nomeação do governador; e a seguir foi para o STF, também, evidentemente, sem concurso. 

Ou seja, toda uma carreira na administração superior da justiça construída “na boquinha”, a partir dos serviços prestados como secretário do PT em São Bernardo do Campo. 

Faltou dizer, que ele chegou ao STF porque a mãe dele era muito amiga da Marisa Letícia em São Bernardo (SP) e foi ela (a “primeira-dama” inútil) que pediu ao Lula para indicá-lo ao STF.  

Lembrem-se, a internet tem um poder fantástico! É o famoso ditado a união faz a força, na prática virtual!

O juíz mais pilantra e corrupto do judiciário brasileiro?

É o mesmo ministro Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski, o qual entre outras mandou interromper uma investigação onde juizes são acusados de receber R$700.000,00 de auxílio moradia. (ah!! ia me esquecendo, ele também recebeu)!