Palácio do Planalto é quem puxa os valores dos aluguéis exorbitantes para cima

O festival de ministérios custosos e completamente desnecessários criados pelo governo Lula e agora potencializado em mais dois, pela presidanta Dilma Rousseff, elevou os valores dos aluguéis e embutiu propina a título de comissão indigesta, para o PT e Cia.

A quantidade de “servidores técnicos e serviçais” – todos sem exceção, subservientes -, arregimentados nas diversas regiões do Brasil, tinha e terão (os novos dos ministérios em criação) em criação,  de “trabalhar”  e morar em algum lugar de Brasília.

Acontece que o desgoverno Dilma continua a mesma escrita do governo Lula e dispensa licitações para aluguéis cujo valor vão às alturas, configurando uma gastança de orgia desenfreada.

Com o dinheiro gasto nos aluguéis, desperdício nunca visto antes na história desse país, dinheirama jogada nos bolsos dos especuladores imobiliários sob a chancela da nau capitânea  governista-petista, o programa Minha Casa Minha Vida construiria em 2011, 2700 casas. Serão 100 milhões de reais jogados fora sem que possamos interferir para impedir esse festival de favorecimentos e lesão ao erário, as nossas custas.

Fernando Henrique deixou para Lula 26 ministérios. Lula criou mais 11. Dilma recebeu de Lula 37, mas exorbita criando mais dois para abrigar correligionários sem qualquer finalidade técnica. Só de fachada.

Tem uma bandida agraciada de Dilma por relevantes serviços prestados ao PT e a Lula e ao próprio bolso. Corrupta contumaz  e competentíssima partidária, alugou um prédio por 7 milhões de reais por ano, que implica em 575 mil por mês, só para acomodar seus “servidores”. No entanto nem ela, a ministra, tampouco seus 67 seus assessores especiais  ficam lá, aliás nem vão lá. Quando estão em Brasília nos    dois ou tres dias em que resolvem dar o ar de sua graça e fazer de conta que trabalham, ficam em prédio da Esplanada dos Ministérios, apondo uma assinatura aqui e ali; o resto do tempo é matado zanzando pelas salas  das caranguejeiras tecendo nas teias venenosas daqueles que cospem cruelmente no prato da sociedade.

O Ministério da Pesca e Aquicultura que a barraqueira conduz não produziu um quilo de peixe a mais nos dois mandatos de Lula. Este herdou de Fernando Henrique Cardoso, mas o custo herdado por ano somava 11 milhões de reais para 990 milhões de toneladas de peixes.

Dilma recebeu herança igual em tonelagem do pescado. Mas há um agravante inacreditável: Ao tempo de Fernando Henrique Cardoso, o custo de 11 milhões para manter o ministério funcionando, transformou-se num gigante branco de 803 milhões de reais , mas a produção permaneceu a mesma, 990 mil toneladas.

Expurgado a tonelada-custo-despesa de pessoal, de FHC,  da estratosférica derrama lulo-petista, encontraremos uma fuga de dinheiro de 75 vezes. Ou seja: Foram roubados do bolso da nação pelo governo Lula, 792 milhões só do ministério calaboca,  hoje sob as expensas de Ideli  Salvatti (PT).

Salve-se quem puder!

FC.

 

6 comentários em “Palácio do Planalto é quem puxa os valores dos aluguéis exorbitantes para cima

  1. João Batista Cientista político

    UM INTELECTUAL DE ALTÍSSIMO NÍVEL,PESQUISADOR AUTODIDATA PARANORMAL E SENSITIVO(HIPERESTÉSICO E CUMBERLANDISTA);GÊNIO COM QI DE 180,ESPECIALISTA EM PESQUISAR NANOTECNOLOGIA,NANOROBÔTICA E NANOCIÊNCIA.Viajei por 5 continentes do globo terrestre(conheço 26 países da europa,16 países do norte da áfrica,todo o oriente médio.Fui candidato 5 vezes: 3 vezes á vereador 1 vez á dep. estadual e 1 vez á dep.federal onde obtive 8.686 votos.
    domingo, 13 de março de 2011
    Duvido que qualquer contribuinte deste país não se depare com tanta imundice, que vem a tona diariamente dos altos escalões do governo.

    Duvido que qualquer contribuinte deste país não se depare com tanta imundice, que vem a tona diariamente dos altos escalões do governo. Para mais uma sem-vergonhice descoberta em família, à deputada Jaqueline Roriz, filha do ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz e, o seu marido Manoel Neto, foram também filmados recebendo propina do então ex-secretário de Assuntos Institucionais do governo, o delator do mensalão do DEM Durval Barbosa. Caracterizando, assim, crime de “Peculato” – quando o detentor de cargo público apropria-se de dinheiro ou desvia, em proveito próprio. Se houvesse justiça neste país, a pena da distinta poderia chegar a 12 anos de prisão. O curioso é que o vídeo só foi revelado há quase um mês, quando o pacote de dinheiro acondicionado numa mochila preta, data de anos anteriores. As imagens fazem parte de uma coleção de mais de 40 filmetes com cenas de coleta e distribuição de gorjeta. Na gravação, consta, inclusive, que a honesta deputada, insatisfeita com a quantia recebida, pede que Barbosa interceda a seu favor junto a outros colegas de governo, durante as administrações do papai e do antigo comparsa José Roberto Arruda (hoje tipo João Paulo / João da Costa). As primeiras denúncias, tornadas públicas em novembro de 2009 durante a Operação Caixa de Pandora, levaram Arruda à prisão por menos de um mês. Caso um pobre roubasse uma galinha para matar a fome, com certeza estaria no xilindró até hoje. O vídeo da propina de Jaqueline é a prova contundente de que está muito longe de se esgotar a impressionante filmografia do delator Durval Barbosa. Na época, o ex-secretário era o presidente da (Codeplan) Companhia de Planejamento do Distrito Federal, onde controlava a arrecadação de distribuição de dinheiro público a aliados do governo.

    A imundice não para por aí. Em nome do pai, a filhinha do atual governador gaúcho Tarso Genro, Luciana Genro, ex-deputada estadual do Rio Grande do Sul, que não conseguiu nas urnas mais um mandato para continuar mamando nas tetas do governo, montou um cursinho pré-vestibular que funciona em uma escola estadual de Porto Alegre, tendo como financiadora uma seguradora que tem contrato de exclusividade com o Banco do Estado (Banrisul), estatal subordinada a Tarso e, mais cinco cotas de custeio das despesas de empresas gaúchas, que renderão 500.000 reais por ano. Com o pretexto de auxiliar um projeto filantrópico, a Secretaria da Educação, também subordinada ao genitor, cedeu gratuitamente à ex-deputada vários espaços do Colégio Estadual Júlio de Castilhos, um dos mais tradicionais da cidade. De filantropia o negócio não tem nada, a não ser para si mesma, haja vista a polpuda remuneração como diretora e professora do cursinho. Segundo fontes gaúchas, Luciana segue buscando mais cinco patrocinadores para completar a receita anual de 1 milhão de reais. Ela não se beneficiará apenas financeiramente dos favores (é dando que se recebe) prestados por subordinados do pai, tem declarado objetivo político de transformar o cursinho em bandeira de sua campanha a vereadora no ano que vem. Um negócio de pai para filha.

    Por onde anda o Conselho de Ética? Mais de um mês depois de o Congresso iniciar os trabalhos legislativos de 2011, os Conselhos da Câmara e do Senado, que seriam criados para banir e punir tamanhas roubalheiras do dinheiro público, permanecem sem nenhum integrante. A Corregedoria do Senado está vazia desde outubro de 2010, com a morte de Romeu Tuma (PTB-SP), que também teve seu filho envolvido em atos impróprios no comando da Polícia Federal. Os dois órgãos seria responsáveis por investigar e decidir sobre conduta e decora parlamentar. Não é de se estranhar que Paulo Maluf seja eleito o novo presidente do Colegiado da Câmara.

    O atual Congresso Nacional tem condições de votar uma reforma política? Parcela considerável da sociedade nutre um sentimento de que a situação como está, não dá para continuar. É o efeito Tiririca: “pior do que tá, não fica!”. Um parlamentar nunca vai conspirar contra seus próprios interesses, não vai ameaçar à sua própria existência. Por outro lado, não há mobilizações de rua, nem nos lares se comenta esse assunto. A sociedade está inerte, continua enganada, calada e ausente. Por enquanto, a pressão é apenas tácita, mas resta-nos acreditar, como estamos presenciando no mundo árabe, que os movimentos de massa sempre surpreendem até os mais bem informados.

    E o novo assessor especial do Ministério da Defesa? Pasmem. Deputado federal por sete mandatos, o ex-presidente do PT, José Genoino, que para felicidade da nação não se reelegeu no ano passado, foi convidado pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, para ocupar importante cargo de confiança. O íntegro é um dos 38 réus que responde a processo no STF, pela participação no esquema do mensalão. Seu salário como assessor será de R$ 8.988 que somado à sua aposentadoria de parlamentar, de R$ 11.200, receberá mensalmente R$ 20.200, afora outras vantagens devidamente camufladas. E o teu $?
    Postado por hwhy007 às Domingo, Março 13, 2011 0 comentários Links para esta postagem
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    terça-feira, 8 de março de 2011
    A iminente queda de Kadafi e o panafricanismo.Terá esta múmia se inspirado no “amigo, irmão e líder Lula” para criar a “bolsa-quibe” de US$ 400 !

    A escalada do terror no mundo chega a assustar qualquer cristão. Os povos não mais aceitam ser dirigidos por governos totalitários, vitalícios, que nada fazem em prol das necessidades básicas da população, a não ser defenderem a ferro e fogo as vantagens que o cargo lhes oferece. Apesar da história já ter comprovado a queda de inúmeros ditadores, hoje a repugnância toma um efeito dominó. Tudo começou com o tombo do presidente da Tunísia, Zine El-Abidine Bem Ali, há 23 anos no poder. A revolta neste país serviu de estopim para uma série de rebeliões no mundo islâmico. No Egito, no dia 11 de fevereiro, foi deposto o ditador Hosni Mubarak. No Iêmen, uma coalizão de grupos da oposição propôs um plano para acabar com a crise que envolve a renúncia do presidente Ali Abdullah Saleh, acabando com um domínio de 32 anos. Marchas também ocorrem no Irã, Bahrein, Jordânia, Marrocos e, principalmente na Líbia, quando Muamar Kadafi, no posto há 42 anos, alega que só sai morto.

    Nada é eterno. Os povos árabes tiveram domínio sobre o maior e o mais duradouro império da história até ser derrotados militarmente pelos mongóis no século XIII. Desde então, seu destino foi comandado por estranhos. Foram dominados pelos otomanos, depois pelas potências européias, em especial a Inglaterra e a França e, com o fim do colonialismo no pós-guerra, pelos Estados Unidos e União Soviética. Por mais modernos, avançados, biônicos, incríveis que sejamos, não podemos nos livrar das emoções humanas, ao despertarmos para as atrocidades e malfeitorias dos dirigentes, desfrutando da falsa fama de democratas e moderados. Hoje, estamos armados da imprensa, celulares e computadores que ampliam o alcance e o sentido das consequências imediatas das revoluções.

    Com a iminente queda de Kadafi, o panafricanismo, doutrina impulsionada pelos petrodólares líbios, corre o risco de ser enterrado. Durante décadas este ditador explorou duas identidades – a árabe e a africana, em busca da fórmula que lhe rendesse dinheiro, poder e destaque internacional. Terá esta múmia se inspirado no “amigo, irmão e líder Lula” para criar a “bolsa-quibe” de US$ 400 mensais para aplacar a fome de fúria da população? Com uma trajetória acidentada, haja vista ter financiado por muito tempo grupos terroristas, tendo inclusive sofrido embargo decretado pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, agora, tem que se ver com a própria população que nas ruas exigem sua imediata renúncia. Aos 27 anos de idade, liderou o exército para a derrubada da monarquia em 1969. A história que se seguiu àquele golpe tem mais a ver com o movimento nacionalista árabe e tudo a ver com a produção de petróleo, cujas jazidas, descobertas 10 anos antes, mudaram completamente a economia do que era um dos países mais pobre da África, tornando-o o 9º maior produtor do óleo preto e gás, elevando os indicadores sociais, mas mantendo grande parte da população na pobreza.

    Da discreta farda militar, passou para roupas extravagantes até mesmo para a cultura árabe. Mas, não é apenas pelo inusitado que o ditador líbio se notabilizou. Ele mantém uma Brigada de Segurança com 1.800 mercenários alemães, norte-americanos, italianos, portugueses e, principalmente mulheres da minoria Sanusi (de natureza político-religiosa muçulmana), como segurança pessoal. A arrogância do poder absoluto dá a Kadafi a doença dos títeres que sempre se entende à prole. Seus filhos têm currículos extensos de agressões a subalternos e a mulheres em várias partes do mundo. Mas, o que realmente importa é o peso que esse país representa para a economia como fornecedor de petróleo para o mundo. Hoje, representa um risco para mais uma crise na economia global, caso os protestos interrompam o fornecimento do produto. Descendente de árabes, o deputado Paulo Maluf (PP-SP), no Hall da fama, passará a ser procurado pela Interpol juntamente com o patrício Kadafi. Muito embora agarrar o escroto, o escroque do Maluf é bem mais fácil.

    Por enquanto, estamos do outro lado dos conflitos, mas, a onda poderá tomar conta de países americanos como, por exemplo, Cuba, Bolívia, Venezuela e, tantos outros. A principal característica desses soberbos é o enriquecimento ilícito, as mordomias, o desinteresse pelos conterrâneos. Também, não estão livres de uma futura discórdia, nações que embora regida por uma Constituição (?), atinja patamares exorbitantes de corrupção, com o nosso Brasil. As reformas políticas, fiscais…, nunca sairão do papel, pois todas irão contra esses nojentos que corrompem os poderes da República. A lama e a fedentina vêm de cima, cabendo ao contribuinte, enganado, sem esperança de melhora, tapar o nariz e seguir entregando dinheiro ao Fisco, alimentando essa raça maldita. Até quando?
    Postado por hwhy007 às Terça-feira, Março 08, 2011 0 comentários Links para esta postagem
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  2. sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
    O caixa está estourado, não é nossa culpa. Pagamos nossos impostos, doamos quase cinco meses de trabalho a esses principais picaretas do poder.

    É difícil de compreender, em um país como o nosso, marcado pelas profundas desigualdades e um grande contingente da população abaixo da linha de pobreza, que exista uma Câmara composta de 513 membros e um Senado com 81 parasitas, só atuando em causa própria, aliado ao mau uso do dinheiro público. Precisamos saber o que é feito com o impostômetro que sugam dos nossos bolsos através de promessas nunca levadas a cabo. Para se ter uma idéia da tremenda bagunça política, o funcionamento do Senado brasileiro é mais oneroso para o Produto Interno Bruto, que os Senados da Itália, França, Alemanha, Canadá, Grã-Bretanha, EUA. Em relação a este último país, a maior economia do mundo, a nossa Câmara Alta representa 5,7 vezes mais do PIB. O pobre contribuinte enfrentará a herança recebida, esta sim mais maldita do que mito, quanto ao proclamado ajuste de 50 bilhões de reais do orçamento da União para 2011. Para disfarçar, a medida passou a ser chamada de “consolidação fiscal”. A discípula de Lula tenta cobrir o rombo realizado no ano passado, feito com puro viés eleitoreiro.

    O caixa está estourado, não é nossa culpa. Pagamos nossos impostos, doamos quase cinco meses de trabalho a esses vigaristas, principais expoentes do poder. Éramos, a toda hora, informados que a arrecadação de tributos batia recorde atrás de recorde. A cobrança de impostos do mês de janeiro passado atingiu marca histórica. A Receita Federal, com o aumento nas taxas de juros, recolheu R$ 91.071 bilhões, o que representa um crescimento real de 15,34% em relação a janeiro de 2010. Mesmo assim, não sabemos para onde vai nosso dinheiro, pois as escolas continuam analfabetas; as rodovias sem asfaltos, só buracos; os hospitais públicos em coma; os aeroportos em precárias condições e, vira e mexe, uma região vive apagões. Mas, os lacaios do PT/PMDB estão felizes, fingem há anos ignorar o escândalo do mensalão e tantas outras patifarias. É difícil compreender como essa assumida atitude de cegueira ética e de cumplicidade com a canalhice pode ser aceita e assimilada pela consciência de pessoas realmente honestas que permanecem anestesiadas. Para se ter uma pequena idéia da dimensão da safadeza, o Senado está comprando 28 toneladas de café de “primeira qualidade”, ao custo de R$ 336.000. Aceita um cafezinho otário?
    O pior é aceitar tudo isso de maneira passiva e subserviente.

    Como é aceitável uma instituição como o Senado, diga-se de passagem, desnecessária, que para funcionar (?) abriga um exército de servidores efetivos que preenchem 308 páginas, como consta do Portal da Transparência da própria Casa. São quase 10.000 inquilinos, sendo 3.000 comissionados e 3.500 terceirizados. Recentemente o TCU divulgou a constatação de desvio de recursos públicos nos pagamentos, excesso de gastos com horas extras (R$ 87,7 milhões), acúmulo de cargos, atos secretos, gratificações e reajustes de pensões ilegais, além de 464 apadrinhados com remuneração acima do teto constitucional – R$ 26.700. Com uma imagem extremamente putrefata, era de se esperar uma renovação na sua direção, mas, o que presenciamos foi a reeleição do intrujão José Sarney para a presidência, com toda pompa possível, testemunhando a ausência de compromisso com a sociedade. Ruim por ruim, poderíamos ter chamado Osama bin Laden, Hosni Mubarak e até mesmo Muamar Kadafi para o cargo.

    Em casa ou na rua podemos se assaltados a qualquer momento. Não importa a arma utilizada, podendo ser uma espingarda 12, um revolver 38, uma faca ou mesmo uma caneta. Pois é exatamente com uma caneta que os políticos vivem atacando a população. Querem sempre mais dinheiro no cofre, quanto mais cheio melhor, porque a chave está com eles. Querem reeditar a famigerada CPMF e isso é assaltar o povo usando uma caneta como arma. Ao invés de dizerem “mãos ao alto”, alegam que o imposto é destinado à saúde, só se for a deles. Durante todo período que esse imposto existiu o sistema de saúde só fez piorar.
    Postado por hwhy007 às Sexta-feira, Fevereiro 25, 2011 0 comentários Links para esta postagem
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  3. terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
    Para tentar cobrir o rombo deixado por Lula, a presidente Dilma agora sinaliza com aumento de impostos, a volta da CPMF, corte de 50 bihões em 2011.

    Para tentar cobrir o rombo deixado por Lula, na qual a presidente Dilma no ano passado tomou parte para assegurar sua eleição, à distinta agora sinaliza com aumento de impostos, a volta da CPMF, além do corte de 50 bilhões no orçamento de 2011. O “Cara” gastou à vontade para se projetar, consolidar o continuísmo no poder, mediante o superfaturamento das obras públicas, nas comissões fantásticas pagas aos intermediários desses empreendimentos, nos focos de corrupções que ainda atuam no entorno do poder. Nós, já achacados em cinco meses de tanto suor, podemos nos organizar e dizer basta a tanta exploração do nosso mísero dinheiro. Diante desta premissa só nos resta pensar até em desobediência fiscal, com depósito em juízo, para que o governo corte na sua suculenta carne, com excesso de companheiros, apadrinhados, super salários, mordomias, corrupções… Se algo não for feito para coibir o apetite do governo, daqui a pouco trabalharemos oito, nove meses só para pagar impostos visando cobrir as bombas de efeito retardado (inflação, câmbio, desindustrialização, gastos públicos, dividas externa/interna, balança comercial, juros, infraestrutura), deixados pelo ex. Enquanto o cabrito não berrar a predileção deste desgoverno não irá parar. Vivenciamos na carne a verdadeira face do poder no Brasil, cuja desilusão é real.

    Num discurso repetitivo, cujo cardápio a presidente já se serviu nas ocasiões de confirmação da vitória e na de posse no cargo, ela pede um pacto social para acabar com a miséria no país. Promete à continuação do PAC-2 (quando não foram concluídos 80% do PAC-1), a meta de construção de mais dois milhões de novas habitações do “Minha Casa, Minha Vida”, a ampliação da democracia, da continuidade do desenvolvimento econômico sustentável, avanço das reformas e, tantos outras promessas que estamos acostumados a ouvir de governo para governo. Este programa habitacional lançado em 2009, para alavancar a candidatura da atual presidente, mostra a cara feia da realidade. Os beneficiários não têm condições de arcar com a prestação das moradias e já estão vendendo os imóveis para voltar aos seus antigos lugares (encostas, ou beira de córregos, etc.). Reza a sabedoria popular que não se constrói uma casa a começar pelo telhado. As bonitas palavras do ex-presidente e de Dilma Rousseff, com relação à erradicação da miséria, a partir do Bolsa Família e correlatos, só mostram a falácia da demagogia.

    Não é de hoje que especialistas afirmam que as Bolsas têm que ser acompanhadas de programas que deem condições aos participantes de caminharem com as próprias pernas a começar pela educação. Tudo demonstra que a presidente está engessada pelo PT/PMDB, com liberdade apenas para cumprir o script deixado por seu criador. O mutismo e a falta de ação não representam uma estratégia de governo, mas sim a constatação de impotência diante de problemas tão diversos e de alta complexidade. Cumprindo sua árdua missão como uma sacerdotisa crente em seu senhor e conformada com seu sacrifício (?), tentará pavimentar a volta de quem não foi. Para impedir essa desgraça nacional, urge que brasileiros acima de ideologias, partidos e interesses pessoais, se unam e retomem as rédeas da Nação urgentemente.

    Os exemplos que alguns países da África e Ásia estão dando ao mundo deveria ser copiado por muitos outros, que vivem situações idênticas ou parecidas. Vivemos a égide de uma ditadura disfarçada em democracia, desempenhada por políticos e partidos no poder. Eis um fato a ser seguido pelos outrora “caras pintadas”, não devendo apenas se satisfazer com o Carnaval, cervejas, drogas, prostituição, futebol, shows…, como se isso fosse primeiro mundo. Já passou da hora de dar um basta na hipocrisia, corrupção, banditismo, oportunismo e desonestidade. Não se engane, o povo é uma represa, quando estoura tem força para mudar tudo. Este texto não é uma convocação, é um “acorda povo”, porque do jeito que a coisa anda o futuro de todos será ainda mais negro, com exceção dos políticos ladrões e família.

    No auge de tantas patifarias, convém destacar que em nome da alegria e do turismo, a prefeitura do Rio liberou R$ 3 milhões para escolas de samba incendiadas, enquanto o hospital Pedro II, na zona oeste, está fechado há três meses, após pegar fogo. Não se espante se o premiê italiano Sílvio Berlusconi, após ser condenado por ter pagado para fazer sexo com uma prostituta menor de idade, livrando-a inclusive da prisão por roubo, caracterizando abuso de autoridade, já esteja planejando fugir para nossa terrinha, haja vista servirmos de refúgio para bandidos de alta periculosidade, como o lance do também italiano Cesare Battisti. Aqui vai desfrutar das regalias franqueadas por Brasília e, independente de sua fortuna, deverá receber uma rica indenização por ser perseguido pela Justiça. Que Deus nos acuda!
    Postado por hwhy007 às Terça-feira, Fevereiro 22, 2011 0 comentários Links para esta postagem
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  4. sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
    “roubar galinha dá prisão, roubar o erário dá privilégio”. A maioria, senão todos, tem o rabo preso em alguma falcatrua.

    Congresso Nacional

    É inacreditável que não exista uma liderança qualquer capaz de se opor às diretrizes da política de conchavos e negociatas que reina no país. A maioria, senão todos, tem o rabo preso em alguma falcatrua. Para se candidatar a uma cadeira no Congresso, o postulante tem que gastar em sua eleição 10 vezes mais do que ganhará como salário em seu mandato. A maioria da dinheirama vem do caixa de estatais e de empresas ligadas ao governo, que são leiloadas entre os partidos da base aliada, representando o autêntico “toma lá dá cá”. O Congresso Nacional e os Partidos Políticos são as duas instituições menos acreditadas pelos brasileiros, sendo nada simples, diga-se de passagem, reverter esse quadro. Um péssimo desempenho construído a partir de uma série de escândalos, especialmente no campo ético, que praticamente não faz distinção de palanques e ideologias, haja vista os desvios de conduta têm sido pluripartidários.

    O rol de casos que ajudam a desconstruir a imagem das Casas (Senado e Câmara) é vasto. A legislatura passada (2007-2010), foi das mais férteis quando o assunto é desvio de comportamento. Não foram poucos, até com gozações internacionais, seja pelo inusitado, pela dimensão, ou pela quantidade de envolvidos. Desde a conhecida farra das passagens aéreas, quando o deputado federal Fábio Faria (PMN-RN), bancou a viagem de vários artistas como a namorada Adriana Galisteu, entre outros, para o “Carnatal”, o Carnaval fora de época de Natal, ao ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha, que usou a cota para esquiar em Bariloche com a família e agregados, ao ex-líder do DEM José Carlos Aleluia (BA), que viajou com a mulher e filho para vários países da Europa, passando pelas horas extras pagas a funcionários em férias (R$ 6,2 milhões), contratação de parentes sem prestar um dia de serviço, funcionários fantasmas, Mensalão, até os surpreendentes atos secretos do Senado, não publicados, usados para nomear parentes, amigos, criar cargos e aumentar salários da Casa. Um dos beneficiados com os atos foi justamente o presidente José Sarney (PMDB-AP), que teve parentes e amigos contratados pelo Senado. Na época, iniciou-se uma forte campanha envolvendo instituições da sociedade civil para a renúncia de Sarney, mas, ajudado pela farinha do mesmo saco, o então presidente da República Luis Inácio, permaneceu no cargo sendo reeleito para bagunçar a Casa pela quarta vez. Existe caso mais ridículo como o do deputado Edmar Moreira (PR-MG), aquele do castelo de US$ 25 milhões, que utilizou sua verba indenizatória para pagar serviços de suas próprias empresas de segurança. Lembre-se: “roubar galinha dá prisão, roubar o erário dá privilégio”.

    Para quê a existência de 513 deputados federais e 81 senadores fazerem parte de um avacalhado Poder Legislativo, sem contar com as centenas de assessores? Do total de deputados que hoje compõem a Câmara, apenas 36 se elegeram com votos próprios. Os demais, 477, ganharam o mandato graças ao obtuso sistema de cálculo do coeficiente eleitoral. Não há um nome sequer de envergadura nacional, cujos inquilinos defendem apenas seus próprios interesses. Além do já bagunçado plenário, resta-nos esperar (não sei o que), dos recém-empossados como o palhaço Tiririca, o ex-jogador Romário, o ex-BBB Jean Wyllys (formado na escola Big Brother Brasil de altos estudos), o ex-pugilista Popó e, até o ex-presidiário Chico das Verduras, que deixou o cárcere um dia antes das eleições. Se não for mais uma gozação política, temos que dar crédito ao deputado José Antônio Reguffe, que dispensou os benefícios que oneram os cofres públicos. Pediu à diretoria-geral da Câmara que não depositassem em sua conta os dois salários que todos recebem anualmente (14º e 15º de 26.723,13 reais cada), haja vista o trabalhador só ter direito ao 13º. Pediu também para reduzir sua “cota parlamentar” de 23.030 reais para 4.600 reais achando tratar-se de um valor viável para o desempenho da função. Quanto à “verba de gabinete” que tem direito, 60.000 reais para contratar até 25 assessores, achou mais um golpe declarado no dinheiro do contribuinte, representando um cabide de emprego doméstico.

    A Câmara, cuja população deveria ser reduzida para 1/3 e, o Senado, ser extinto, foi feita para sediar o debate dos grandes temas nacionais, mas o clima lembra tudo, menos um ambiente de trabalho. Os distintos preferem ficar de pé, contar anedotas, fazer rodinhas e comentar sobre a farra do dia anterior, falar ao celular, rodar pelo salão…, sem prestarem ao menos atenção em quem está discursando ou no que está votando. E, para a nossa maior satisfação, lá vem Sarney de novo, dizendo tratar-se de mais um “sacrifício pessoal”. Este pilantra, que deveria ser um presidiário, estreou no Parlamento assumindo uma cadeira na Câmara, em 1955, aonde já se vão 56 anos, ou quase o dobro dos trinta de Hosni Mubarak, recém expulso do governo do Egito.
    Postado por hwhy007 às Sexta-feira, Fevereiro 18, 2011 0 comentários Links para esta postagem

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  5. terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
    Dezenas de ex-governadores garantiram em poucos dias/anos, o que os trabalhadores demoram décadas de trabalho árduo para conseguir: a aposentadoria.

    Convém destacar o caso exemplar da falta generalizada de pudor que veio à tona recentemente. Dezenas de ex-governadores garantiram em poucos dias/anos, o que os trabalhadores demoram décadas de trabalho árduo para conseguir: a aposentadoria. Fruto da malandragem inclui desde um ex-presidente da República, o feudal José Sarney, onde explorou o paupérrimo estado do Maranhão entre 1966 e 1971 (ainda hoje dominado pelo clã), até o desconhecido Humberto Bosaipo, que assumiu o cargo de governador do Mato Grosso do Sul, em 2002, por dez dias. Segundo fontes oficiais, já são mais de 130 o total de agraciados com a sinecura, custando à nação milhões de reais por ano. A maior vergonha é compararmos a migalha recebida pelo cidadão, já na velhice, com o montante do parlamentar que acumula o salário com o benefício, ultrapassando a cifra de 50.000 reais por mês. Na política brasileira não tem bom sem defeito. Durante décadas ouvimos comentários sobre o procedimento íntegro de Pedro Simon, como defensor da moralidade no Congresso. Pura cascata, também sorrateiramente pediu para embolsar pensão vitalícia como ex-governador gaúcho, na contramão da Constituição. O outro bondoso Alvaro Dias agiu da mesma forma. Questionado, alegou que a gorda aposentadoria seria doada a uma Instituição de Caridade. Este vai pro Céu!

    O cancelamento dessa aposentadoria contribuiria em parte, para a credibilidade de nossas instituições e de um valioso benefício em todo país. Estar-se-ia extirpando um dos grandes males que corroe o nosso combalido erário. Quando se fala em aumento de salário dos trabalhadores, de imediato surgem autoridades da área econômica, encabeçada pelo marajá da Fazenda Guido Mantega, falando que se o acréscimo for acima de 6%, vai desequilibrar as contas públicas. E quando esses políticos resolvem por decisões próprias, criarem normas em seus benefícios, isso não gera déficit? Como o aumento de 62% nos contra cheques. É lamentável assistirmos tamanha bandalheira perpetrada por esses assaltantes de nossas contas, à custa da miséria do povo.

    Para um melhor esclarecimento aos distintos leigos, vale mencionar que afora o recente aumento por eles mesmos concedidos, alcançando à cifra de 26.723,13 reais mensais; são beneficiados com a famigerada “ajuda de custo” – 14º e 15º salário; com a “cota parlamentar” para custear os gastos com despesas de passagens aéreas, selos, telefones, combustíveis, aluguel de carros, pagamento de consultorias…, cujos valores vão de 20.030 a 34.000 reais mensais; o “auxílio moradia” em torno de 3.400 reais. Não para por aí, existe também a “verba de gabinete e assessores” com direito a 60.000 reais para contratar até 25 pessoas para seus gabinetes. Ou seja, para cada parlamentar (513 deputados e 81 senadores), é sugado dos cofres públicos, mais de 150.000 reais todo santo mês, para fazer face ao exaustivo trabalho de três dias na semana. Ufa, quase ia me esquecendo daqueles que sem recolher um único tostão aos cofres do INSS e sem contabilizar tempo de serviço, como o caso descrito no primeiro parágrafo dos ex-governadores, ainda embolsam vultosas aposentadorias vitalícias.

    Priorizar a tão preconizada reforma política, partindo principalmente de um dos principais pilantras que encabeça a lista de parlamentares, que só sobram adjetivos para impressionar a população, não passa de mais uma maquiagem, uma reforma eleitoral, para ser mais preciso. Não passam de propostas que atenda pontualmente interesse dos membros, longe de sinalizar mudanças necessárias à ética na política, por uma razão muito simples: “é uma reforma que mexe com muitos proveitos da máfia, é um reforma individual”. Luis Inácio que apesar de defender (?) a reforma jamais enviou ao Congresso projeto articulado com a base aliada em oito anos de mandato. Afora tamanhas irresponsabilidades, cumpre lembrar que o dito cujo deixou como legado um país encalacrado completamente, com inflação em alta, com os juros mais elevados do mundo, acompanhados de todos os problemas de infraestrutura, roubalheira em todos os níveis, que foram empurrados com a barriga. Gabar-se, por exemplo, de que “pagou a dívida com o FMI”, além de ser falso, escamoteia o fato de ter triplicado a dívida interna, que hoje é algo simplesmente impagável. Esta é a verdadeira herança que deverá nos custar anos de sacrifício.

    Chega de impunidades, chega de benefícios indevidos, chega de corrupção, chega de apadrinhamentos, chega de indecência, chega do uso da máquina pública, chega de ilegalidades…!!!
    Postado por hwhy007 às Terça-feira, Fevereiro 15, 2011 0 comentários Links para esta postagem
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  6. domingo, 13 de fevereiro de 2011
    A posse, das novas legislaturas na Câmara e no Senado, renovou os mandatos de dezenas de almas sebosas envolvidas em escândalos durante oito anos.

    A posse, das novas legislaturas na Câmara e no Senado, renovou os mandatos de dezenas de almas sebosas envolvidas em escândalos durante os oito anos do governo recém findo. Dos 88 deputados com processos nas costas, 59 foram reeleitos. Já no Senado, onde apenas um terço das cadeiras estava em disputa, vários corruptos cujas trajetórias políticas dispensam comentários, vão passar mais oito anos na Casa como rato atrás do queijo. São tantos que o espaço é pequeno para citá-los. Temos um parlamento mesclado de bandidos e glamorosos investidos em poderes amparados por imunidades e impunidades. Achar que Maluf, Romário, Tiririca, Popó, até o ex-BBB Jean Wyllys e o ex-presidiário Chico das Verduras lutarão pelos direitos sociais é querer muito, serão verdadeiros dragões na busca de melhorar a própria vida. Cada povo tem o governo que merece, haja vista que o quadro desastroso que aí está é fruto da ignorância do povo, a maioria enganados com esmolas eleitoreiras. Diariamente a miséria social é noticiada nos meios de comunicação e, as propaladas reformas necessárias para coibir tantas safadezas não saem do papel. A reforma política seria a primeira (considerada a mãe de todas), porque seria capaz de instalar como princípios fundamentais os valores mais desejáveis numa democracia. Seria necessário ter um processo político-eleitoral depurado dos vícios que fazem a crônica do poder e que se enraízam na forma de oligarquias. Poderia transformar em mandamentos constitucionais o que hoje é preconizado pela sociedade organizada como inadiável e irrenunciável, ou seja: “a instalação da ética na vida pública”. Mas, até que ponto nossos legisladores serão capazes de cortar a própria carne? Como esperar decência em dois colegiados, de 513 e 81 membros (Câmara/Senado), cuja história é desprovida desses valores?

    Temos um sistema político que perpetua donatários no poder em pastas sobre as quais não possuem qualquer expertise técnica. São loteamentos de cargos e verbas públicas que garantam o apoio maciço dos parlamentares aos projetos governistas no Congresso. A sede desmesurada por cargos, o empreguismo familiar sem limites, o desinteresse pelas reformas. Trata-se da prática anacrônica que desabona a democracia e ameaça concretamente a credibilidade do poder. O contínuo favorecimento de apadrinhados de um dos estados mais miseráveis da nação, como o Maranhão e, de um partido deteriorado pela disputa nas entranhas do poder, como o PMDB, tem gerado prejuízos graves para o país. Somos reféns de esquemas mofados de tão velhos, da lendária habilidade para a corrupção, precursores dos piores vícios e reprodutores de obstáculos que empatam o nosso amadurecimento como nação. Estamos anestesiados, por exemplo, com a eleição unanime, pela quarta vez, do mafioso José Sarney para a presidência do Senado. A recondução desse cacique peemedebista reflete a incapacidade do Congresso Nacional de se opor às diretrizes de uma política de conchavos e negociatas. As empresas da família são alvo de investigações da Polícia Federal desde 2007, onde nenhum das dezenas de inquéritos como tráfico de influência, putrefação, lavagem de dinheiro, apropriações indébitas…, chegou ao fim.
    Conta à história que, por uma razão ou outra, um dia os maus dirigentes caem. Vivenciamos hoje países se sublevando contra regimes ditatoriais e corruptos. É a revolta dos egípcios, tunisianos, jordanianos, iemenitas, argelinos e sudaneses, que estão indo às ruas protestarem contra seus governos. A situação é estarrecedora nestes países da Ásia e da África, principalmente na maior nação árabe com 84 milhões de habitantes, o Egito. O povo deseja a expulsão do tirano Muhammad Hosni Mubarack no poder faz 30 anos, cuja saúde frágil (câncer), planejava indicar o filho Gamal como sucessor. Lembro-me da primeira visita oficial do sábio Luis Inácio Lula da Silva, final de 2003, ao Cairo, quando anunciou, em mais uma de suas besteiras contumazes: “Mubarack é um homem preocupado com a paz mundial a fim de resolver conflitos e antenado no desenvolvimento social”.

    Torna-se imprescindível reduzir drasticamente o número de integrantes das casas legislativas, como o corte nas vergonhosas vantagens oferecidas aos mesmos. Fazer valer a lei no sentido de diminuir os atos de má conduta, desvios e delitos praticados por pessoas que têm cargos em algum lugar da máquina pública, cujo estrago começa no ponto mais alto da escala, o gabinete da Presidência da República, onde nos últimos oito anos foi feito de tudo para proteger acusados, esconder erros e embaraçar a apuração dos fatos. A pregação em favor da impunidade transformou-se numa bandeira política, num programa de governo.
    Postado por hwhy007 às Domingo, Fevereiro 13, 2011 0 comentários Links para esta postagem
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