Financiar campanha eleitoral é certeza de retorno bilionário no curto prazo

O nada bobo e extremamente sagaz empresário Abílio Diniz, do Pão de Açúcar, não deixou esfriar a conversa dele com Dilma enquanto candidata a presidente, com vistas a facilitar seu trânsito com as autoridades monetárias do Brasil. Não deu outra. Mergulhou de cabeça na intenção danosa de auferir uns trocados a mais do BNDES, para rechear seu caixa que anda meio baixo por causa da troca-sangria efetivada para o caixa do PT, como devolução de favores. Vale salientar que o empresário imagina que não há inteligência nas cabeças de quantos não comam no mesmo prato com ele.

O mote da pauta para justificar tal destempero é a fusão sob ás expensas do antigamente nosso (atual deles) BNDES: Operação imoral de um banco estatal para um pool de empresas privadas, sendo uma delas estrangeira: a rede Carrefour.  Em sua desfaçatez, na qual se julga o dono de todas as verdades, quer impor a opinião que tal operação é de estrito interesse nacional. Confunde o privado, com o que é do Brasil, e ao menos em tese, ainda pertence ao povo brasileiro.

A super ministra Gleisi, da Casa Civil, em insano ato falho chegou a argumentar em favor de Diniz que não haveria dinheiro público na majestosa bilionária cruzeta.  E não estava sozinha. Encontrou coro em outros colegas do ministério da presidente Dilma. A sinfônica de rítimo atravessado, constituiu-se em um terceto desafinado incorporando as vozes de mais duas gralhas roucas e fanhas: Guido Mantega e Fernando Pimentel, da Fazenda e do Desenvolvimento, respectivamente. Duas peças das mais importantes do governo, as quais no entanto, esqueceram de legislar em favor da retidão governamental, em prol da exigência circunstancial, e não do governo no que tange o fim que se propõe: a defesa do estado brasileiro em todas as nuances, para que se faça valer os dever, direito, dignidade, honra, e gestão honesta,  proclamando como vantajosa a negociata para o Brasil.

Cabe vigilância perene da oposição e dos poucos governistas que não rezam pela bíblia petista e peemedebista, informando a sociedade e ao Ministério Público e órgãos fiscalizadores, dos desvios de dinheiro e conduta, e cobrando decoro e lisura na condução  dos destinos da nação.

FC.

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