O Brasil desperdiçou a chance de ser passado a limpo. Dilma Rousseff medrou. Borrou as calcinhas.

Quando pensei que o Brasil finalmente começara a passar a limpo a institucionalizada corrupção grassante desde o primeiro dia do governo petista sob a batuta do grande maestro Lula, eis que a continuadora da obra assaltante do erário brasileiro vestida de pele de cordeiro despiu-se sem qualquer resquício de vergonha e ética.

A presidente intimidou-se ante a velada (?) ameaça pública de Alfredo Nascimento, ex-ministro dos transportes, de abrir o bico perante a nação quando disse que não fizera nada sozinho. Pior. Que se aproveitaram do fato (o governo) da ausência dele do ministério por estar em plena campanha visando ser eleito para governador de seu estado, soltando grana a rodo para as candidaturas atreladas ao PT, algo em torno de 20 bilhões. Toda a dinheirama entrou e saiu pela rubrica do MT.

O constrangimento foi visível. A tropa de choque petista chamou a presidente à razão. Foi atendida. De imediato algo misterioso e incoerente se interpôs entre o verbo e a prática.

A chefe da nação assumiu pessoalmente o comando das ações em favor da corrupção coligada, no sentido de aplacar a ira do Partido da República. Um ato a 180 graus do que o grito da sociedade clama.

Cargos importantes estão sendo loteados e postos a venda. Amigos e escudeiros de rabo preso estão sendo jogados para escanteio em nome da “governabilidade”. É o caso de Eduardo Campos (PSB-PE), governador de Pernambuco, fidedigno babão petista, cuja mãe, deputada federal Ana Arraes (PSB-PE), cotada pela presidente para a presidência do TCU, é traída e forçada a “abrir mão” graciosamente em favor do deputado Sérgio Carneiro (PDT-BA).

PDT baiano tem cacife. É dono de um dos dois votos que foram retirados da assinatura em favor da CPI do Ministério dos Transportes. O senador João Durval (PDT-BA) aceitou a oferta de Dilma sob a forma de promessa para a indicação do planalto para a candidatura de seu filho ao perpétuo cargo de ministro do TCU.

O caso Ministério dos Transporte-PR, nem bem esfriou, surgiu novas denúncias envolvendo o Ministério da Agricultura e o ministro Wagner Rossi, do PMDB. Rossi é afilhado de Michel Temer, também peemedebista. Uma súcia só.

A presidente Dilma, mais uma vez, sai em defesa do acusado, o que é praxe em governo corrupto. Ao longo da semana veremos o desenrolar dos fatos. Fatos que são previsíveis. Será mantida a tese da defesa e ao final quando se constituir provas contundentes que mostrarão a verdade contra o governo virá o pedido de demissão do ministro, e uma varredura na lixeira do ministério quando será demitida parte da corja numa tentativa de desviar o foco da roubalheira em favor dos bolsos cuecas e calcinhas governantes e assessoria direta e indireta.

FC.

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