Brasil: Caoscracia, Democracia ou Supremacia?

O Banco Central rendendo-se diante das pressões vindas do Palácio do Planalto, baixou a taxa de juros.

Perdemos o estabilizador da economia? Sim. Perdemos! O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil, organismo criado para reger um sistema onde raposa não possa ter a chave do galinheiro precisa de independência política. É instituição apartidária onde dedo indicador não pode e não deve ter vez. Não é o que acontece em nosso país. O Ministro Guido Mantega, da Fazenda, ruminou ventrílocamente sem qualquer ênfase ou veemência da necessidade da redução imediata de juros. Ventrilocava sob o relho da presidente. Ela, mais tarde em forma de entrevista, daria sentença ajuizando entre o Ministério e o Banco Central, numa mensagem claríssima para que os juros “baixassem” imediatamente. Manda quem pode; obedece quem tem juízo. Cinco conselheiros votantes tiveram.

Dois não tiveram. O instituto da razão manifestando-se os sublimou. A coragem moral que só age na fortaleza do bom caráter, a qual exerce intransigentemente os princípios da legalidade, impediu que abdicassem do exercício de direito em prol de uma determinação impositiva de uma nefelibata.

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