Dilma e a sessão de abertura da Assembléia da ONU

A fala inicial da presidente brasileira ao contrário do que muitos entendem, não foi por qualificação, agraciamento ou qualquer outro tipo de prêmio político. Desde 1947, quando o grande estadista Oswaldo Aranha, foi indicado pelo presidente Eurico Gaspar Dutra, para chefiar a Missão Brasileira, naquele organismo internacional, o Brasil após ter tido reconhecimento mundial com a eleição de Oswaldo para Presidente da ONU (reeleito em 1948), que um presidente brasileiro abre a sessão solene de abertura daquela assembléia.

Vejo nessa saudação, uma das vozes com reticência. O fato contingencial arregimentar que alude conflito de gênero ao insistir no apoderamento feminino como solução de gestão nas esferas dos governos e empresariais privados.

É preciso balizar a métrica dos sentimentos, emoções e ideologias, sem apologia, com lógica de capacidade individual, e não de classe, nas mais diversas categorias.

Perceptivelmente, classistas já levantam a bandeira dilmofeminista no calor entusiasta da emoção edulcorada por palavras de ordem, esquecendo do lado malandro da presidente.

Bastou uns “mulheres acima de tudo”, para que as decepções se diluíssem como por encanto.

A posição que se espera de um presidente é que ele administre o país desenvoltamente sem se dobrar aos malefícios oriundos do partilhamento do poder com os asseclas aliados.

Numa honesta administração os espaços técnicos são preenchidos por gente competente independentemente do sexo. Auxiliares diretos, idem. Nos outros escalões, os concursos públicos dizem quem assume os cargos que justificaram a disputa. Competência é comum nos dois gêneros da mão de obra trabalhista. Pode ou não ser renhida. Que assuma o mais capaz, sem qualquer “reserva de cotas”.

Um comentário em “Dilma e a sessão de abertura da Assembléia da ONU

  1. Como mulher, gostaria eu de poder acreditar no discurso dessa Anta; mas, infelizmente, a única coisa que sinto é ânsia de vômito ao saber que o
    meu país está sendo representado na ONU por uma besta que, tal qual seu antecessor, promove-se interna e externamente , em cima de bravatas, fantasias e mentiras!!! É o cúmulo da desfaçatez pregar na ONU que a Saúde no Brasil vai bem! Que cara-de-pau!!! Enquanto a Anta discursava na ONU enaltecendo os avanços realizados pela administração petista na Saúde no Brasil, um pobre coitado politraumatizado aqui no Rio, rodava mais de sete horas dentro de uma ambulância, batendo de hospital em hospital em busca de atendimento, sem sucesso. Isso pra não dizer dos jornais noticiando mais de 100.000 mortos por ano por infecção hospitalar.
    ARGHHHHHHHHHHHH , que mentirosa nojenta!!!

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