Enfim caiu o presidente-bandido da CBF

Não adiantou muito a panelinha composta pelo quadrilheiro corrupto-mor chefe da nação futebolística brasileira, com o outro, o corrupto-chefe(ex-chefe(?)) que insiste em não largar  o osso gordo e bem nutrido da nação geral brasileira.

Primeiro a desculpa esfarrafada de licença médica. Depois por completa e tardia falta de sustentação política, resolve “pedir demissão” e entregar o cargo “graciosamente”, arrazoando motivação queixosa de incompreensão danosa sobre sua pessoa, cuja personalidade ilibada foi ferida na sua honra pessoal.

Teixeira e Lulla são farinha do mesmo saco. Sem tirar nem por!  O azar do ditador do futebol, foi a pedra que encontrou em seu caminho, a “flor que não se cheira”, herdeira direta de pai comum dos dois. Algo feio existe (ou existiu) entre a capo maior, “dona chefa”, e o capinho imaculado e bento, pra boi dormir…

O tempo, em política sempre tardio – mas inexorável, dirá a verdade desse universo indecoroso que gira em torno do caso Ricardo Corrupto Teixeira no  comandesmando da CBF, sem explicação, tampouco, sentença condenatória.

É o novo conceito petista, o de efeito sem causa; impunidade geral e irrestrita regulando qualquer gerenciamento legal promovido por instâncias políticas e/ou judiciais, em favor dos afilhados e simpatizantes contribuintes da causa, e por ela.

O ventilador está ligado, falta tão somente direciona-lo para o foco dos holofotes iluminadores desse governo desregrado sob regência marron.

O mercado brasileiro terá de importar máscaras protetoras pra tanta fedentina…

FC 

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