Dilma Rousseff precisa se acostumar com as sonoras vaias de suas platéias

Mais uma vez o coral de apupos não mediu distancia para a presidente Dilma. Na marcha dos Prefeitos, hoje em Brasília, prefeitos esperavam mensagens de atitudes governamentais positivas em relação ao FPM. Querem incremento de 1% na verba do Fundo de Participação dos Municípios, em contraponto a perda de arrecadação com as desonerações implementadas pelo ministro Guido Mantega, para manter aquecida a economia nestes últimos anos de crise globalizada.

A linguagem incompreensível da presidente ao anunciar a liberação de 3,5 bilhões em duas parcelas, elevou o estado de ânimo dos marchantes, que irrompeu num protesto cadenciado pelos som das vaias.

Dilma não querendo manter os ouvidos abertos para as reinvindicações dos chefes municipais, mesmo não sendo a da voz das ruas, mais palatável e mais fácil de digerir, encerrou o discurso e bateu em retirada.

Diante da falta de orador, Paulo Ziulkoski, presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), tentou substituir a presidente Dilma. Não  conseguiu. Mas conseguiu atrair pra si a continuidade dos apupos.

Ziulkoski, antes já tinha cobrado a presidente para gestionar junto ao Congresso no sentido do mesmo congelar os salários até 2015, por causa do efeito cascata nos salários das Câmaras Municipais.

Fechou seu discurso com frase de efeito: “Para que vaiar? O que tu arrumas com isso?”.

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