Dilma, a melancólica

A sensação de estar abandonada por aqueles em que acreditou e politicamente confiou, descreditou-lhe a conta dos sonhos impossíveis  do seu futuro como chefe de nação, vangloriosamente.

Mulher de personalidade extremamente forte, pensou ser fácil – após assumir o poder – arriar a imposta cangalha petralha dos ombros. 

Herdou do pai supremo e criador político a  pior das heranças,  um governo arruinado  pela corrupção, além de ministros obedientes a Lula e a José Dirceu, em seu detrimento.

Chegando a hora das prestações das muitas contas devedoras a sociedade, faltou cacife. Geral.

Lula na contramão da história calou e sumiu. Os aliados, salvo alguns que ainda pensam na chave do erário e pagam para ver o barco soçobrar, idem.

Dilma Rousseff, apelidada que foi como “mãe do PAC” e melhor gestora do que o próprio Lula – palavras dele, em verdade foi transformada em mera boneca de ventríloquo, pantomima complementar do grande circo petista.

Não tem culpa do estado politicamente insolvente que estamos atravessando. Todas as mazelas que vivenciamos já vieram de Lula nos seus oito anos de govêrno de direito. Ela apenas geriu a continuidade da disritmia que maltrata o Brasil. Cargo que executa tão bem quanto o próprio ex-chefe-chefe.

Embarcou em um trem sem volta, descarrilhante. Lamento por ela. Lamento pelo Brasil. Seu sucesso seria (será) nosso também.

Todos merecemos um melhor destino, portanto!

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