Brasil cabralino – país de políticos de muitas facetas, políticos de pouca valia, ou políticos de nenhuma vergonha na cara?

Sérgio (Ex?) Arrogante Cabral Rousseff Lula da Silva, foi bom aluno. Tornado um bom corrompido, ou quase, julgou-se o rei da cocada num estado federativo cuja marca com copyright, tentou emplacar nos bankers dos morros, outeiros e baixadas, “defendidos” por traficantes em alguns momentos protegidos por esse mesmo estado, cuja força policial pública, extracampo, recebia propina para não ser molestada.

A nova situação de segurança trouxe benefícios imediatos para os habitantes abaixo dos morros da área litorânea e até certo ponto das zonas norte e oeste. Segurança visível e sentida por quem circulava nas áreas nobres da capital carioca. Mas não demorou muito, o princípio da isonomia foi reivindicado por toda a cidade e dela para o resto da população do Estado do Rio de Janeiro.

A grita da sociedade, sempre ela, mostrou pra Cabral o caminho desejado e perseguido pelo cidadão de bem. Caminho esse que foi incorporado como se de sua lavra fosse. Apossado, mandou sua turma trabalhar – as cabeças pensantes da segurança fluminense, civil e militar – emprenhar uma barriga de aborto, cuja vagina desse saída para os traficantes que quisessem mudar de ares. Por exemplo: Adotar a baixada e as zonas fora da capital, como um limbo onde ficariam de mentirinha, até que nova condição ideal fosse apresentada e conquistada a AR 15 e muita droga.

E assim a história Cabral versus traficantes se fez na figura das “pacificações”. Mas parece que algo não deu certo no trato bandido. Colarinho branco X Sem colarinho branco.

Certo poeta nos meados do Século XX, cunhou bonito o politicamente correto: “O morro não tem vez….”, mas “…quando derem vez ao morro toda cidade vai cantar…” . Cantou bonito pra Cabral ver. E ouvir. E falar.

Mas a memória falhou. Sérgio esqueceu que o lema da Boca Maldita, confraria originária de Curitiba e que a posteriori marcou presença na zona sul do Rio de Janeiro, cuja expressão central “NADA FALO, NADA OUÇO, NADA VEJO” é uma antítese ao tema. Petulante, literou a expressão.

Politicamente elevou a voz que suplantava todas as outras. Achando pouco, armou cadafalsos onde deu voz ventríloquas aos carrascos;

Não bastando, pôs protetor de ouvido para não escutar ninguém – nem os pares, tampouco as ruas;

Por fim, trocou os ósculos escuros por vendas. Cegueira total impediu-o de ver os andores e as carruagens se apresentarem diante dele desfilando pacificamente a princípio, pedindo passagem.

Era o delineio do ocaso de um governo que ilhou alijando-se do continente.

Os protestos legítimos, temperados por minorias com atos de extrema violência física e também de vandalismos, refletem a ansiedade dos gritos calados ainda nas gargantas. Cabral deixou a pequena gravidez crescer e parir múltiplos. Negando a paternidade, apelou inclusive para o direito pessoal de pai de filho, marido de esposa, patrão de empregada, e protetor de cães, para que não o acuassem em seu endereço residencial.

Protestos de pequena monta, quando são encarados como irrelevantes por atos falhos de avaliação, quando não preponderados como fatos merecedores de crédito, estes crescem na intensidade e se avolumam aumentando a área de ocupação a qual, agigantada, pode degenerar em turba… Coisa elementar recorrente desde que passou a ser moeda corrente no mundo inteiro. Mas Cabral desentendido, mudo, cego e surdo, fez que não era com ele.

Os sonhos cabralino de grandeza extrapolaram os “aceitáveis” desmandos político-partidários e coligações malfadadas, malfazejas.

Para os eleitores impressionáveis, Cabral já sofrera aviso do imponderável manifestado na Bahia, quando escapou do acidente, por que não embarcara, do helicóptero de um empresário amigo, que deixou um lamentável saldo trágico de vítimas fatais.

Contudo, sua gana por voar cada vez mais alto, não o rogou. O helicóptero – agora o do governo, a seu serviço – o escândalo que o envolveu parece ter demarcado o limite entre o sonho de grandeza aliado ao exibicionismo pessoal, o qual degringolou.

O governador fluminense acompanhando a direção da política regida por Brasília, tenta se recuperar do golpe sofrido, instituindo uma culpa pela metade:

Queixa-se dos auxiliares que o ajudaram a não ver o que acontecia;

Queixa-se do otorrino;

Queixa-se do oftalmologista.

Só não se queixa dele mesmo. Sozinho!

 

FC

4 comentários em “Brasil cabralino – país de políticos de muitas facetas, políticos de pouca valia, ou políticos de nenhuma vergonha na cara?

  1. Resumindo: acho que está na hora dele embarcar em uma de suas caravelas (ou helicópteros, caso assim prefira) e tirar seu time de campo. O único problema é que isso vai abrir caminho para Lindberg Farias, que detonou os cofres públicos de Nova Iguaçu, e se eleito governador, vai ter um cofre maior à sua inteira disposição. Não tem jeito: se correr, o bicho pega. Se ficar, o bicho come!

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  2. É realmente lamentável. Rio de Janeiro um Estado tão gostoso, uma Cidade tão maravilhosa, como
    temos visto em versos e prosas, temos que dá um basta nisso tudo, vamos fazer valer nossa voz
    e nossa força. PROTESTAR.

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