“De repente não mais que de repente”…

Sumiram as cobranças do PT em favor das denúncias contra o PSDB paulista no caso SIEMENS, e de resto no país. Tudo começou por ação do “fogo amigo” petralho-lulopetista. Quem acendeu sabia onde chamuscaria mais na frente.

O governo Dilmista acusou o golpe. Tenta por toalhas frias nas brasas que agora teimam em ficar mais quente diante do fato das denúncias dos “mui amigos”, as quais atingiram em cheio o reduto final desejado.

SIEMENS, é useira e vezeira de governos de múltiplas idelologias ao longo do tempo. Marca presença no Brasil desde sempre.

Na área de energia, não por acaso, na PETROBRÁS, cujo presidente do Conselho de Administração no governo Lula, foi a atual também presidente do Brasil, senhora Dilma Rousseff, os escândalos vêm sendo fritados em óleo cru salgado, a contragosto governamental.

A surdina rebocada até o PAC, contempla os 10 maiores contratos assinados em sua gestão petrólifero-corrupto-politiqueira diretamente, e aos repassados em terceirização para a subsidiária Chemtech, nas refinarias Abreu e Lima (PE), e Premium 1 e 2 (MA).

Nunca jamais em tempo algum neste país, o bombardeio intestino tem feito tantas vítimas entre os alibabares. Pior. Os proto denunciados oposicionistas do PSDB, no mínimo sairão ilesos ou poucos chamuscados, caso não se constituam provas cabais contra eles.

Alckmim, por acaso ou por tabela, acertou em cheio na administração da PETROBRÁS e noutros empreendimentos dos governos Lula e Dilma.

 

FC

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