Prefiro o cheiro pútrido dos petralhas aos odores sadios da multidão

O ex-ditador-presidente general João Figueiredo ao deixar o poder cunhou a expressão “Prefiro o cheiro dos cavalos ao cheiro do povo. Me esqueçam!”

O ministro Barroso, do STF, inspirado no defunto general, em mais uma de suas companheiradas visando derrubar as condenações dos mensaleiros dos Zés, Dirceu e Genoíno, João Paulo  e caterva, repetiu com outras palavras o ditador Figueiredo sem dar-lhe o devido crédito.

Para o juiz ministro a voz da multidão clamante por justiça não serve de direção para o estrito cumprimento da lei.

“Não julgo multidões, julgo pessoas”.  Aí foi demais. Qual juiz julga além das pessoas?

Não está em jogo a petisto-ideologia-fim. Assim como seus integrantes, aqueles afinados com a corrupção e a desfaçatez, PT não tem honra, tampouco sentimentos.

Ministro Barroso tem o olhar apaixonado por seu ídolo, o herói petista José Dirceu. Paixão e interesses pessoais, em juízes, são armas mortais contra a democracia e a justiça.

FC

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