Barbosa e Ayres Britto por gratidão na fase petralha de seus pensamentos e conduta fizeram vista grossa aos fatos gritantes que não calavam a necessidade de punir severamente o Presidente da República que lhes nomeara para o STF

No início do julgamento do Mensalão, o clamor social exigia punição severa para todos os envolvidos. José Dirceu ao perceber que serviria sozinho de bode da expiação do seu chefe Luís Inácio Lula da Silva, não quis aceitar a palma dos martírios por falta de vocação e coragem para tanto.

Zé Dirceu deu nome a boiada e ao aboiador o qual em vez de cantar o bom cantar melosa e arrogantemente com a chave do erário em riste, aos gritos, exigia do gado que deixasse o cofre da nação brasileira limpo; que nada acumulasse ou fosse transferido para a sociedade como bem comum, além das habituais esmolas: “ Nunca fiz nada sem a autorização do presidente Lula”, defendeu-se Dirceu.

A dupla infernal togada pagando o preço das nomeações deu crédito a voz do gralha rouca de Garanhuns nos dizeres de suas pérolas: “Fui traído”; “Eu nunca soube de nada…”…

A justiça nesse momento deixou de ser apenas cega. Foi acometida de surdez e de mudez.

O ex-presidente que continua a exercer o poder na figura de sua cria e ciente de sua força política e do mal que pode fazer a quem tentar chamar-lhe a atenção, arvorou-se juiz dos juízes do Supremo Tribunal Federal no evento da O.A.B. na comemoração dos 25 anos da Constituição Federal de 1998, ao dizer: “ Se tudo no país pode ser renovado, por que um juiz tem que ficar a vida inteira?”

E assim terminou sob intervenção infringente o conto de fadas engendrado no STF, aquele dos dois gratíssimos juízes. Um  deles  já recolhido por força estatutária a viver e reflexionar  seus atos em casa no seio familiar. O outro sentindo o odor fétido pútrido da casaca presenteada pelo salafrario ex-atual comandante-em-chefa, e nova-velha metamorfose ambulante, trocou-a por uma rescendente a democracia e bom direito. Tardiamente.

Lula  não foi responsabilizado. Não sofreu nenhuma punição cabível a seus desmandos: Era uma vez um menino malvado analfabeto vocacional, nascido de mãe que também nascera analfabeta…

FC

2 comentários em “Barbosa e Ayres Britto por gratidão na fase petralha de seus pensamentos e conduta fizeram vista grossa aos fatos gritantes que não calavam a necessidade de punir severamente o Presidente da República que lhes nomeara para o STF

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