E o palhaço quem é?… Comédia brasileira!!!

Recomeça o show do horário político eleitoral com a dupla falso-sertanejo Ban & Dida, a mais descarada que a bandidagem eleitoral no Brasil jamais produzira.

bandida

Ban & Dida vem estrelando a comédia brasileira por três temporadas, com vistas a mais uma, com duração de outros longos e intermináveis 4 anos.

Ban iniciou a peça sozinho, assistido por Dida. Depois de duas temporadas intentou e conseguiu manter o palco armado por mais um período terminável de 4 anos. Com Dida estrelando.

O povão inerte e destituído de um mínimo de inteligência e  acostumado com a falácia fácil e de baixo nível  do super ator – inclusive nos momentos etílicos da embriaguez contumaz – imitador da oratória dos padrinhos cubano e venezuelano, este último já morando na Cidade dos Pés Juntos, lá Nos Raios Que o Partam, ouviu seu clamor para ser substituído por Dida. Foi ouvido.

Sabe Deus a que preço…

Dida, literalmente a imposta, não sabia o que estava fazendo no palco. Até ao palhaço Tiririca pediu auxílio. Não deu certo. Tiririca negou seu apoio com medo de ser plagiado e perder a boquinha do seu fácil ganha-pão-de-cada-dia…

Mas o Circo dos Horrores, (fake homônimo que não guarda nenhuma semelhança poética com Darren Shan), estrelado sob os holofotes magnânimos dos programas sociais velosos de seus  patronos, mantiveram a plateia fidedigna até que o fogo amigo começou a bombardear os palcos mambembes armados no país com luz negra.

O fracasso da peça se tornou visível. A gagueira de Dida impedia que ela monologasse coisa-com-coisa. Os neurônios Tico e Teco entraram em convulsão…

Ban correu em socorro a Dida. Foi pior. Por falta de planejamento, erigiram o último palco do circo ao pé da Torre de Babel. Pandemônio. Ninguém entendia – e tampouco entenderá –  a vomitada cacofonia da atriz de quinta categoria arrumada nos conchavos dos anos estrelados por Ban.

A verdade floresce sobre a mentira, tenha esta o tamanho das pernas que tiver.

Ban & Dida, como todos aqueles impostos, sem escrúpulos, sem competência, sem vergonha, sem um mínimo de capacidade gestora, está assistindo a derrocada num ocaso tenebroso, cujo palco se desmorona em ruína com a imagem do Brasil nele refletida.

Infelizmente.

FC

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