PETROLULABRÁS Inacio Lula da Silva vive momentos de angústia suprema ao imaginar que a cria política e seguidora no poder central, Dilma Rousseff, cuspirá no prato corrupto que comeu  aos longos 12 anos de hegemonia petista no Brasil, denunciando-o como o capo mafioso que tudo comandava

Dilma, para se manter no poder e posar de boa moça, não tem ou terá outra saída a não ser entregar a cabeça de Lula para a justiça. Para ela se blindar e permanecer governando, deverá dar continuidade ao processo de separação dela com o PT e todos os partidos conluiados, negando em principio a si mesma, quando fez a opção pelo PT por completo desconhecimento da profundidade do arrebatamento a que se rogou quando foi convidada por Lula para fazer parte da súcia que se agigantava nos desejos de mais grandeza à custa do suor da nação brasileira.

A presidente busca a blindagem de seu nome com proteção anticarapaça. Será ela ou eles. Acontece que o “eles” de agora, são os companheiros de luta e glórias açambarcadas da realidade histórica, pela palavra fácil da equipe, e diga-se de passagem, extremamente competente para traçar metas e rumos políticos, engodo fatal a que induziu o eleitorado na crença da nova religião a que pretende ser o novo sebastianista, sapo barbudo asqueroso e infame, ex(atual de fato) presidente da republica , suplantando a retórica infame de um Edir Macedo, cujo rebanho segue-o incondicionalmete,  por exemplo.

O ocaso dilmista se avizinha. Mas erros de lógica podem ser corrigidos quando há tempo  para reflexionar. Sim, dá.  A redenção imediata implica em denunciar Lula como o grande mentor do roubo da PETROBRÁS e do já julgado mensalão petista.   Casos em que reafirmaria a indução a erros por lavagem cerebral e cataquese fulminante dos fundamentos rapinantes a que foi submetida por Lula & Cia.

Denunciando Lula, ela sairá de fininho da exposição negativa de seu nome. O ônus dos crimes seria diluído pela grande massa da população que em princípio ficaria chocada, mas sabemos que os brasileiros são dados a comoções e descomoções instantâneas (vejam o caso Eduardo Campos). A presidente legal passaria de acusada a vítima.

Lembrar de acontecimentos sempre resgata subsidios para embasamento de teses com vista ao futuro. Recentemente Dilma Rousseff veemente e indignadamente expôs, abrindo o verbo, que não era presidente do PT, e sim presidente dos brasileiros, entre outras citações. Esse gancho sugere que algo de mais valia já estava acontecendo entre as relaçoes dela com o PT e base aliada.

Vez por outra, ela punha as unhas de fora na contramão das diretrizes petistas, querendo arriar a cangalha cujo fardo a esmagava e tirava-lhe a quase nenhuma voz própria que jamais tivera eco positivo dentro da governança.

Praza aos céus que Dilma invoque o direito de tentar a delação premiada. Ao contrário de Lula, que irá para a cadeia logo logo, a guardiã das chaves das grades será ela.

Por outro lado, a comoção levará a presidente a condição de salvadora da pátria. Decorrencias virão. Mas é bom lembrar que os deuses já existem. Todos. Não cabe mais uma santa no Olimpo ou outros céus.

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