No dizer da anta-presidente Dilma Rousseff os Brasileiros são todos corruptos

Em seu parco intrínseco entendimento, quando um dos seus únicos neurônios (tico ou teco, em separado – jamais juntos),  atine para não unir coisa-com-coisa, essa não coisa transformada em verbo sai para os quatro ventos do mundo através da latrina bucal da presidente que oraliza malfazeja pensamentos cruéis e imbecis em relação a alguém, seja individual ou coletivamente.

Sempre foi de seu feitio transferir responsabilidades pessoais e de seu nefasto desgoverno, desde quando integrava os quadros da PETROBRÁS, presidindo o Conselho Fiscal.

Na pior canetada autorizou a compra temerária e superfaturada da quebrada usina petrolífera americana de PASADINA, outorgando para nós o prejuízo de mais de 1 bilhão de Reais.

Quinta-feira passada, a maléfica ao discursar durante a cerimonia da diplomação para sua próxima legislatura, saiu com mais essa pérola insana:

“É preciso uma nova consciência, uma nova cultura, fundada em valores éticos profundos. Ela tem de nascer dentro da cada lar, dentro de cada escola, dentro da alma de cada cidadão e ir ganhando de forma absoluta as instituições”.  

Não, Dilma Vana Rousseff. O Brasil não é composto de corruptos. O Partido dos Trabalhadores é que é uma agremiação criminosa composta e comandada desde a tribuna de honra por um corrupto nojento, aquele que lhe deu razão de existir políticamente.

Corruptos são todos os aproveitadores do erário: A senhora, seus cupinchas e tantos quantos frequentam as páginas policiais diária e escandalosamente.

Os brasileiros honestos, decentes, probos, desde os miseráveis e pobres na forma da lei, remediados, ricos e milionários, são os ignotos que pagam a conta na forma de impostos sobre o furto superqualificado e fraudulento, praticado à sua ordem ou à sua ineficiencia gerencial, que nos leva a crer que pense que governar o Brasil é o que mesmo que governar a lojinha de R$ 1,99 de sua propriedade a qual sua desqualificação como proprietária-gerente levou a falência.

Presidente Dilma, a nova consciencia que a senhora invocou nesse fajuto discurso, cabe sim.

Cabe nas casas de seus companheiros; Cabe nas escolas abjetas da desonestidade, por voces frequentadas; Cabe nas almas desclassificadas dos aproveitadores do bem alheio. A senhora inclusa.

 

FC

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