16 de agosto de 2015 – Dia D brasileiro

Valhacoutos de criminosos como Palácios do Planalto e Alvorada, todos os puxadinhos da Esplanada dos Ministérios, ex-Casa do Povo atual Congresso Nacional, Partido dos Trabalhadores (matriz oficial da criminalidade e da corrupção ativa), seus ocupantes e dormintes estão insones e em polvorosa com a aproximação do Dia D, dezesseis de agosto de 2015. 
De norte a sul e de leste a oeste, a parcela proba, decente, honrada e ética do povo brasileiro, se prepara para invadir as ruas. 

Ato simbólico que manifesta para o mundo a insatisfação com a corja que transformou o Brasil político num mar de lama, chorume fétido que sufoca tantos quanto respirem o que de lá emana. 

O covil petista através do porta-voz para assuntos terroristas, o presidente-bandido da CUT, na presença da Diumá Ladranta Du Cheff, ameaçou o povo e o esteio da nação,Suprema Justiça, reduzindo a democracia a zero, aos moldes do Partido dos Trabalhadores e partidos afins. 
A, uma vez delinquente sempre delinquente, condutora dos desrumos do país, muda estava naquele momento, muda continuou. Mas era perceptível o movimento de seus lábios. Na verdade o asqueroso presidente da CUT estava se prestando a boneco da ventríloqua ora ameaçada de impeachment. 

Mas ameaça é ameaça. O exército petista está armado até os dentes. 

Recordo que certa vez meu avô paterno, jornalista combativo contra os extrumes políticos que assolavam o Estado de Pernambuco e a cidade do Recife em especial, na década dos anos 40, ao sair de uma confeitaria no centro da cidade, deu de cara com um dos que não escapavam de suas cobranças e denúncias. Não deu outra. As ameaças que sempre deixava transparecer contra meu avô, jornalista Mário Melo, se fez acontecer. Sacou um revólver apontando-o contra a cabeça do seu combatedor. Inúmeras pessoas presenciavam o espetáculo de covardia, inclusive autoridades locais. Mario Melo, sem temer e temor, sacou também do bolso interno do paletó a arma com que sempre atacava os corruptos e lacaios a serviço do governo na época: a caneta Parker 51 com a qual escrevia seus artigos. O atacante caiu em si e recobrou o equilíbrio. Baixou a arma e num gesto de arrependimento, pediu desculpas e estendeu a mão. No que foi correspondido. 

Torçamos todos para que esse gesto se repita amanhã. Que todos se arrependam dos erros cometidos e assinem o armistício, depondo as armas e dando as mãos à consciência.

FC

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