José Dirceu calando, seguiu o ordenamento mafioso do PT

Bandido julgado, condenado, apenado, reincidente, reencarcerado, cumpriu à risca a ordem de calar ou morrer. Alega, o inocente, que não tendo conhecimento dos crimes que lhe são imputados, não poderia versar sobre o que não praticou. 

Culpa da Boca Maldita. No passado, em Curitiba, a confraria divulgou para o mundo o lema: Nada falo, nada ouço, nada vejo. Este era um contraponto que já espelhava o Grande Irmão, versão terreal (no final da década de 1930) do Onipotente, Onipresente, Oniciente. 

Partido dos Trabalhadores, organização criminosa e corrupta, contemporânea da redemocritazação brasileira, que hegemoniza a 13 anos a ladroíce no país, pegou carona às avessas. Na hora de roubar, furtar ou melindrar as instituições, tudo ouve, vê e sabe. Com minúcias. Mas na hora de pagar  a sociedade a dívida contraída compulsoriamente,  nada sabe, nada ouviu, nada viu. Tem mais. Quem ousar enveredar e reconhecer o que desconhece, rompendo a lei do silêncio, morrerá. Zé Dirceu certamente não quebrará a lei que ele mesmo foi um dos que a instituíram. 

FC

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