Brasil, a perda do selo Grau de Investimento e o peso do rebaixamento

Não faz tanto tempo assim, o sacripanta ex-presidente Lula, arvorava-se o tal quando a S&P graduou o Brasil com a distinção de Grau de Investimento, ou seja, um bom lugar para investidores internacionais; arrogava para si a confiança que passara para os avaliadores internacionais, tendo ele a frente do rumo brasileiro.

Esse mesmo senhor na deselegância que ora ostenta quando trata de tudo que confronta a atual realidade politica e econômica-financeira brasileira, com a bancarrota em que o Brasil foi mergulhado por obra dele e da presidente Dilma (ambos de frente empunhando a bandeira do Partido dos Trabalhadores, com a retaguarda rebocando as bandeiras dos aconchegados PMDB, PC, PP, PR, PTB CUT, CGT, etc.), disse que a nota não tem influencia alguma, que não vale ou significa nada. Com ele por cima da carniça valia, não é?

Nessa esteira rebaixadora foram arrastadas a PETROBRÁS e mais 30 empresas brasileiras. Parte delas ligada a infraestrutura nacional. No primeiro caso, também foi rebaixada para o grau especulativo pela Agência MOODY’S. Entrando de vez para o time dos caloteiros potenciais.

Dilma Rousseff continua sem entender que é peça preponderante no afundamento da nau Brasil. Chancelou ainda ministra de Lula, a compra da Refinaria Pasadena, causando um prejuízo de mais de 700 milhões de dólares. Vai ficar, por isso mesmo, impune?

Da Operação Lava Jato, vem a notícia que um dos já condenados pela Justiça, o lobista Fernando Baiano, que corrompia a serviço do PMDB, assinou o trato para delatar premiadamente tudo o que sabe sobre propina e corrupção envolvendo a PETROBRÁS, peemedebistas, petistas e outros:

No rol, gerentes, diretores, políticos e receptadores partidários, e muito provavelmente, graduados do Planalto, podendo respingar na cadeira presidencial e nas costas do falastrão enrustido à guisa sebastianista. Bom menino!

O governo Dilma está rachado. Michel Temer quer a cabeça dela. Sem o PMDB como suporte a ruína petista bate às portas da política brasileira. A presidente precisa pensar uma vez na vida pelo menos. Melhor entregar o cargo renunciando aos sufrágios recebidos – sabe Deus em que condições… – e poupar o Brasil do agravamento da crise institucional.

Essa estória de união visando o bem estar geral, não cola.

Não se surpreendam se Dilma também quiser reeditar antiga campanha nacional que conclamava o povo a doar ouro para o bem do Brasil, que em pontos estratégicos das cidades como artefatos arrecadadores instalavam-se tonéis e afins, para os incautos depositarem anéis, colares, pulseiras, alianças, pingentes, brincos, relógios, e tudo que reluzisse…

FC

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