SENHORA (AINDA) PRESIDENTE DILMA ROUSSEFF

Ontem, dois de dezembro do ano de dois mil e quinze, foi um dia atípico na vida dos brasileiros que não pactuam com sua forma estranha de governar o Brasil.
Havia certa dose de ceticismo entre aqueles que sempre duvidaram da capacidade da nação em soerguer-se do fundo sem fim em que a política malversada, malfazeja, decantada perversamente como sendo sempre a melhor para o Brasil de todos os brasileiros.
O presidente da Câmara dos Deputados, deputado Eduardo Cunha veio a público informar da aceitação do pedido de IMPEACHMENT apresentado em conjunto de três mãos, de pessoas de conduta ilibadas, um dos criadores arrependidos do Partido dos Trabalhadores, Dr. Hélio Bicudo, o ex-ministro de estado e jurista dos mais conceituados, Dr. Miguel Reali Júnior, e a não menos ilustre advogada e Professora de Direito da USP, Dra. Janaína Paschoal.
De frente para as câmaras de TVs e microfones do Brasil e do mundo, a senhora apequenou-se. A nação esperava uma defesa eloquente sobre as acusações que pesam contra seu governo e seu modo de governar evidenciadas no calhamaço de 900 páginas que foi apresentado pelos juristas supracitados.
Mais uma vez a senhora se esquivou de enfrentar com galhardia e fronte altiva de frente e olhando para os olhos dos brasileiros, convictamente.
Não olhou. Não exerceu demonstrando qualquer sentimento, qualquer respingo de vergonha pessoal e funcional, na defesa do que lhe impetraram no pedido de IMPEACHMENT.
O que se viu, foi uma tentativa vã, frustrada de tentar sensibilizar os eleitores e a opinião geral, se dirigindo indiretamente ao Presidente da Câmara, Eduardo Cunha, numa falsa defesa que não cabia num momento de acusação de coisa séria, com devaneios inconvictos onde o mote foi o de dizer que não tem contas bancárias na Suíça e tampouco ocultou bens que por ventura possua.
A senhora precisa ter um mínimo de dignidade e vergonha na cara quando se dirigir a mim, a minha família, e ao resto da nação e ao mundo.
Não fui seu eleitor nem do sacripanta que a envolveu nessa trama degradante que se constituiu nos quatro governos corruptos de seu partido, o covil petista.
O ex-presidentro Lula 9dedos, cafajeste de índole doentia, teceu, junto com Michel Temer e outros caciques, numa de suas ausências protocolares nos EUA (não sei se a revelia da senhora ou com sua concordância), trama sinistra para tentar voltar em 2018 como o salvador da pátria. Novamente!
Usou e abusou do cavalo de batalha em que foi transformado o não menos obsequioso que a senhora, e sugador do Erário, Eduardo Cunha.
O enfoque que pesava sobre a senhora presidente da república foi dividido em proporção desleal com e contra o presidente da câmara, com respingos em seu próprio governo. Ou desgoverno!
A senhora em contrapartida, também tramava debilmente contra seus pares. A merda que saía de seus atos e falas destrambelhadas, as quais chegavam às pás do ventilador corrupto conhecido com PT, suplantava qualquer odor pútrido ou mal cheiroso nos quatro cantos do país. Nos quatro ventos da nação.
Lula em surdina, por trás das cortinas nas coxias do teatro enlameado e cheio de bosta na fachada, exige emoldurado na figura de Eduardo Cunha sua saída do governo senhora presidente. Custe o que custar. Ele não vê a hora de sair em caravana pra mostrar prepotentemente para o povo que é a única esperança de novo. Sempre. Que a senhora foi um erro. Mas erros se corrigem.
Enquanto isso a oposição reluta em abraçar a causa do IMPEACHMENT. Sabe que enfrentará as desgraças fomentadas nesse governo que agoniza, por três anos consecutivos.
Temer é saída desejada para quem sabe da missão quase impossível de governar com o povo, pelo povo, para o povo.
Como ex-vice, tentará entrar no Palácio do Planalto pela porta dos fundos. A carga nas costas será maior que seu tamanho como gestor presidencial se não conseguir reunir uma coalizão plural que arque com a divisão das responsabilidades de trazer o Brasil para o eixo da moralidade e redenção socioeconômica, até que nova eleição seja convocada ou vencida no prazo, em 2022, reeleja pelo voto soberano nas urnas, quem mais for sufragado.
A senhora, presidente DILMA VANA ROUSSEFF, peca o pecado infame da sede de poder em sua inconsequente vontade de permanecer na vitrine do mundo político, talvez como autoafirmação as avessas de uma incompetência latente.
O PARTIDO DOS TRABALHADORES a quem serviu enquanto permitia o roubo e o sangramento das instituições sob sua guarda, não a quer mais, exaurida as possibilidades de continuar o saque institucionalizado.
Repito o que já falara antes em artigo correlato:
Jogue a toalha. Saia andando e desça pela rampa do Planalto na ordem inversa, entregando o cargo que tão mal representou, SENHORA AINDA PRESIDENTE DILMA VANA ROUSSEFF.

FC
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