A bandida Boba da Corte de boba não tem nada…

 

Tem gente que se faz de burra visando à condescendência pública. Pior. Tem certa gentalha que é burra, encabrestada, antolhada, que precisa de relho pra seguir adiante. Pior ainda. Tem certa figura desonesta de nascença que quando sorri tem nas fuças a expressão que lembra uma voraz cadela com uma linha dental que ao ser exposta sugere estar preste a atacar quem passar ao seu alcance.

Esse arremedo de mulher grotesco-animalesca inominável pode ter sido fruto da mistura zoo-humana entre um monstro originário de uma nação banhada pelo Mar Negro e uma nativa das bandas de Banânia, país de faz-de-conta encravado no meio da corrupção sul-americana-bolivariana, situado a leste do continente que corta, ao norte, desde a margem sul do Rio Oiapoque até a margem norte do Arroio Chuí, na fronteira com o vizinho Uruguai.

Essa mistura de raças trans-desumana formatou uma personalidade doentia, tão desatina quanto ávida de transgressões, mentirosa, equivocada e resistente à obediência civil.

Na juventude militou em guerrilha, pois se dera bem na aplicabilidade de sua nefasta idiotia quando eclodiu certa revolta militar que a ungiu com prisão em cadeias públicas. Mas não demorou muito tempo enjaulada. A facção terrorista a que pertencia sequestrou o então embaixador americano em Banânia, o qual serviu como objeto de troca pela vida dela e de outros terroristas de sua laia.

No estado situado no extremo sul de Banânia, a coisa se regenera em figura coberta com manto quase sagrado beirando santificação heroica e entra a serviço governamental local.

Com o passar do tempo, eis que surge uma nova facção criminosa na capital de Banânia, fantasiada de partido político popular e batizada como salvadora da pátria. Aleluia!

Mas o tempo, não perdoa mentiras tampouco enganações sistemáticas visando a engabelar todo um povo ordeiro através de catequese e bombardeios míticos incondizente à realidade dos fatos.

São Sebastião do Pau Ôco, líder nacional da facção, conhecido pegador de mulheres (mais tarde transformaria uma aeronave presidencial numa aeronave bordel a serviço presidencial), engraçando da madona de meia tigela, lança-lhe um repto cujo horizonte – confidenciou-lhe – apontava desde então para a corrupção que engendraria entre os pares futuros, sem esquecer-se dos malfeitos e desmandos que mais tarde seriam efetivados nos saques ao Erário de Banânia.

Dito e feito!

A madona sucumbe diante dos encantos da santificada gralha barbuda, e se deixa arrebatar pelo raio trator da facção.

Após rápida demanda de tempo, ela é alçada da domesticidade sul estatal e aterrisa em um palácio cuja rampa muito famosa é passarela obrigatória para os vilões daquela republiqueta que brinca de ser país.

Assumiu uma secretaria e depois com a queda de um super ministro por corrupção ativa e formação de quadrilha, um tal Zé sei lá das quantas, tomou o lugar dele… Tão bem tomado quanto.

São Sebastião do Pau Oco de imediato pagara-lhe pelos “bons serviços” nomeando-a Ministra Chefe de certa casa. Mas o reinado oficial do santificado comedor, digo, gestor nacional, estava chegando ao fim. Num gesto de prestidigitação transforma-a numa boneca inflável de ventríloquo. Ato contínuo indica-lhe para dar continuidade à grandiosa obra começada por ele. Por enquanto ainda havia uma estatal que ainda não tinha ido à bancarrota. Era a petrolífera de Banânia, uma das maiores empresas prospectora de petróleo e derivados do mundo real lá fora.

Indicada, eleita fora.

Começa o saque a petroleira e muitas coisas mais. Quando ministra, já assinara “sem saber” o que estava assinando, a compra de uma sucata de refinaria nos Estados Unidos, por uma vultosa fortuna em dólares, operação superfaturada que rendeu milhões de reais em propinas para todos que daquela falcatrua compartilharam… Menos para ela (?).

Os malfeitos criminosos desde o primeiro desgoverno da facção se avolumaram de forma a exceder o conjunto dos crimes praticados em todos os governos republicanos ao longo da história político-criminal de Banânia

Nunca, jamais na história de um país dito civilizado, se corrompeu e roubou tanto a ponto de todo o ministério de São Sebastião do Pau Oco ser denunciado ao Ministério Público, julgado e condenado a cumprir sentença prisional. Amém!

Mas o governo desdita (vá lá: desgoverno) não se intimidou. Manteve o mesmo ritmo nos malefícios de toda sorte e natureza.

Findo o primeiro desgoverno do segundo reinado da facção, a coisa ficou mais preta. Para ganhar uma eleição fazemos o diabo, disse a inominável Coisa. Mentiu como nunca ninguém mentiu. Usou dinheiro roubado na campanha eleitoral em 2014 como jamais candidato algum usara… Ousara!

É tempo de IMPEACHMENT.

Só assim Banânia terá o regaste da decência e do reconhecimento universal da nobreza que seu povo faz jus!

 

freiconvento

Deixe uma resposta

Faça o login usando um destes métodos para comentar:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s