A Noite das Castanhas

Estórias da Igreja Católica III – A Noite das Castanhas

por freiconvento

O Papa Alexandre VI (Rodrigo de Bórgia) foi eleito as custas de votos comprados, reza a história. 

Comemorou o feito numa festa a la bacanal regada a muita luxúria, vinho, prostitutas, sexo grupal explicito e outras aberrações  para deleite da Corte Vaticana que comparecera em peso.

Sessenta dançarinas versadas em prostituição e aprovadas com selo de excelencia emitido à boca miúda pela nobreza da Cúria Romana, fizeram as vezes da casa num espetáculo bailante de fazer inveja as putas asiáticas de nossa era…

Primeiro dançaram vestidas. Ou quase. Depois, completamente nuas!

Naquele segundo ato após o já Papa Alexandre VI espalhar castanhas por todo o salão-palco, as mulheres-damas, de todo respeito, se acocoravam e numa apresentação de rara beleza e plasticidade, cada uma delas  recolhia somente com a habilidade conferidas pelos grandes lábios de  suas bucetas (precursoras da atual dança das garrafas de vinho e outros etílicos onde as rolhas são retiradas),  para delírio dos presentes e gáudio do patrono, Sua Santidade Papa Alexandre VI.

O terceiro ato fora reservado para machos virís que tivessem tesão para numa disputa sexual aquele que fodesse o maior número de prostitutas seria o premiado com o galardão FODEDOR DAS CASTANHAS, a ser reconhecido em todas as casas suspeitas das lindes sociais européias. Diplomação única, exclusive! 

Alexandre VI também seria póstero por seu lema familiar: “Família que fode unida é mais incestuosamente feliz!”: Fodia com a filha Lucrecia Borgia; 

Cardeal Cesar Borgia, filho de sangue de Rodrigo Bórgia (Papa Alexandre VI), a mesmo tempo, fodia a irmã Lucrecia Bórgia! 

Lucrécia teve vários casamentos. O primeiro foi anulado por questões legais e morais. Por ter apenas 13 anos de idade, não pode ser consumado. Por um ano ficaram em endereços diferentes. Mas Lucrécia se manteve ativa transando com as mãos na cabeça pra não perder o juízo… Quem sabe, seu último reduto poderia lacrado com teia de aranha por falta de uso? Então deitou-se com deuses e o mundo. 

Era mulher sábia de cultura generosa. Uma das tias zelara por sua excelente educação.

Pra encurtar e deixar essa história ficar mais enfadonha, vamos encontrar Lucrecia em seu leito de morte em decorrencia do ultimo parto. Nessa época tinha se convetido a decencia como tantos que se dedicaram a vida devassa e nojenta, quais ao pressentir o chamado do céu ou do inferno, se arrependem.

Mãe de 9 filhos, morreu jovem aos 39 anos. Foi levada ao túmulo vestida com o hábito sacerdotal.

freiconvento

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