por freiconvento

O Blog Catageral publicou em setembro de 2010 denúncia de Verônica Maldonado, uma suposta ex-amante de Dilma Roussef.


Segundo a pobre vítima que teria sido ex-empregada doméstica da denunciada, a mesma foi pasto e colchão durante mais de 15 longos anos. Um período de renúncias e dedicação fidelizada; sem dar-lhe a mínima explicação, Dilma teria trocado-a por Lula. A moça, que fora por tanto tempo prejudicada, resolveu exigir seus direitos na justiça, finalmente.

Se a denúncia e o fato forem legítimos, será uma atitude perigosa. Verônica Maldonado é candidata a vítima de morte “natural” súbita sem qualquer explicação racional, espiritual ou científica.

A reportagem a seguir, evidencia a via crucis que a relegada ex-mulher teria de trilhar na justiça comum:

“Dilma Rousseff é Lésbica, mas nunca quis assumir nosso romance publicamente”

A declaração é de Verônica Maldonado, uma doméstica que afirma ter tido um longo romance com a atual candidata à presidencia da república, Dilma Rousseff.

“Nos relacionamos durante mais de quinze anos, mas quando surgiu essa oportunidade em Brasília, ela nunca mais quis saber de mim”

Verônica afirma possuir fotos, cartas e outros documentos que comprovam a relação duradoura e pretende pleitear na justiça o direito à uma pensão mensal.

“Afinal nós tivemos um relacionamento durante mais de qinze anos, período em que deixei de trabalhar, estudar, apenas para ficar com ela. Acho que tenho direitos como qualquer outra mulher!”

Segudo o advogado de Verônica, Dr Celso Langoni Filho, a possibilidade de ganho de causa é concreta, uma vez que sua cliente é capaz de comprovar a existência de uma relação estável e duradoura. Ele cita o caso da Justiça de Pernambuco, que tomou uma decisão inédita este mês ao reconhecer a união estável de duas lésbicas para fins de pagamento de pensão.

“A decisão da juíza Paula Maria Malta, da 11ª vara da família e registro civil da capital pode abrir jurisprudência para que outros juízes sigam o parecer” Afirma Celso Longoni.

Em sua decisão, a juiza alegou que o artigo 226 da Constituição diz que a família é um bem da socedade e que tem proteção especial do estado. A lei se refere ao relacionamento entre homem e mulher, mas não fala em pessoas do mesmo sexo.

freiconvento

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