​Partido do Trabalhadores – vulgo PT, recomeça o vandalismo como forma de “afirmação política e presencial” nas ruas com apoio total das facções centrais dos trabalhadores e movimentos ditos sociais, e partidos mercenários vendilhões a soldo de quem der mais

Por freiconvento  

Não importa quem esteja ou estará no governo. Se não for petista estará automaticamente alijado e perseguido pela facção cujo comandante-em-chefe atende por diversos vulgo, inclusive pelo epíteto que injetou no nome de batismo: Lula.

É preciso rever os critérios adotados pela segurança pública no sentido de não permitir encapuzados e portadores de mochilas e afins, de participarem livremente e sem revistas pessoais, de protestos e outras formas contestadoras. 

Censura prévia, dirão alguns; será impedir o direito pleno e inalienável de locomoção dos cidadãos, dirão outros. Os fatos demonstram que esperar e pagar pra ver só fortalecem a ideia que os vândalos são os senhores das ruas e donos da verdade. 

Sabemos que quando falta a capacidade de manter certas teses  como argumento único do que seja a verdade, parte-se para o enfrentamento. Primeiro indireto, quando se ataca patrimônio físico como forma de provocar as tropas públicas. 

Secundariamente, estas são  obrigadas a aceitar a provocação e partem para a defesa do bem material, momento em que a “resistência” se manifesta diretamente contra as forças oficiais defensoras dos bens e da sociedade civil e então o caos se estabelece.

O Estado não deve abdicar da defesa porquanto a opinião pública se dividir em partes distintas nos desacordos com o que vê presencial ou pela mídia ou de ouvir dizer… 

Muitos confundem a autoridade da força com força da autoridade. Na primeira vem em primeiro lugar o abuso da autoridade. Na segunda o Estado se manifesta de forma a não dar margem a resistência com reações adversas que possam sofrer ou permitir soluções de continuidade. Força de autoridade que cessa quando justiça e paz são restabelecidas.

Abelardo Barbosa, o saudoso Chacrinha, decerto está contrariado por ver que seu chavão serve de mote aos abusados seguidores do lulo-petismo: “Eu não vim para explicar. Eu vim pra confundir…”

FC

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