​Ministro Gilmar Mendes desilude os esperançosos libertando José Dirceu

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Sim, jogou o terceiro balde de água fria na crença da justiça sobre a impunidade. Gilmar, flor que não se cheira, tem competência e poder suficientes para mostrar que o clamor social não basta para cimentar sua opinião em conformidade com o desejo público de punição severa, célere.

O caso Zé Dirceu angustia, mas não encerra com a falsa sensação de liberdade que possa ter e passar para seus cúmplices correligionários e admiradores anônimos. Apenas retarda mais um punhado de dias de prisão atrás das grades. Vai ficar em casa permanentemente adornado numa das pernas com uma tornozeleira eletrônica até a segunda decisão instancial. Gaiola de ouro soa melhor aos ouvidos!

Mendes provocou achicalhando, o MP e os procuradores, além de ter sido deselegante nos termos usados contra  os defensores.

Fachin, ministro relator da Lava Jato, deu o troco na medida cabível. Jogou para escanteio a segunda turma do STF composta além de Fachin e do decano Celso de Melo, ainda dos três mosqueteiros pró-petistas, o próprio Gilmar Mendes, além do inconpetente Dias Toffoli,  e do ex-presidente do STF, Lewandowsk, transferindo o julgamento do HC de Antonio Palocci para o plenário daquele tribunal. Um bom feito elegante no arrazoado.

Cabe agora a justiça marcar com brevidade o julgamento de segunda instância de José Dirceu, confirmando ou não a sentença proferida em primeiro grau pelo juiz doutor Sérgio Moro.

FC

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