BRASIL ACÉFALO: O EX-QUASE-FOI-PRESIDENTE TEMER ENTREGOU SEM LUTA, DE MÃO BEIJADA E DE JOELHOS, O CONTROLE DO GOVERNO PARA A BADERNA DAS ESTRADAS BRASILEIRAS

O governo TEMER vergonhosamente capitulou diante de meia dúzia de salafrários senhores das rodovias e da verdade.

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Brasileiros do bem assistem de mãos amarradas a derrocada da democracia. Estamos na anarquia que aponta para antecedência de uma presunçosa tomada de poder na forma de uma ditadura intervencionista, ou a não menos ruim como saldo nefando da perda de mando do PALÁCIO DO PLANALTO, CONGRESSO NACIONAL e da JUSTIÇA, a volta da tomada do poder pelo capo-petista maior bandido institucional de todos os tempos.

TEMER arreganhou as portas da PETROBRAS e sabe-se mais lá o que, sem qualquer enfrentamento, sem qualquer exigência democrática que impusesse o fim desse movimento ilegal que ora deita e rola na mamata das tetas governamentais em detrimento da ordem, paz e tranqüilidade da nação ordeira tupiniquim. O resultado não poderia ser outro: gozaram da decisão presidencial e manterão o movimento na ilegalidade do fato, a qual tem aumentado seu efetivo com inclusões espúrias de outras categorias e “simpatizantes” do terror a qualquer preço.

RAUL JUNGMANN, ministro da segurança, outro molenga falastrão institucional apesar da JUSTIÇA por liminares determinar a liberação de alguns bloqueios, inclusive, se necessário, com o uso da força policial, não tomou a menor iniciativa ou providencia prática para cumprir e fazer cumprir a ordem judicial, sequer optou pelo instituto das multas como elemento de pressionar os “líderes” dos “caminhoneiros”.

O Estado brasileiro, a partir de agora, estará entregue a qualquer facção ou grupo dito social que se julgar no direito de mandar e desmandar nos destinos de nosso povo, sob o beneplácito do imprestável presidente da república e seus sequazes.

 

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Viu-se locaute descarado, a greve de patrões, que é proibida; quem apoiou safadeza é trouxa; pagará com seu bolso privilégios dos nababos

Publicada: 25/05/2018 – 4:12

Com o chamado acordo que o governo celebrou com os supostos caminhoneiros, perderam o conjunto dos brasileiros e a eficiência econômica, e ganharam os cartorialismo grevista e a tática do locaute. Atenção! Desde sempre, essa paralisação de caminhoneiros foi uma greve de patrões e de potentados do transporte de carga. Quando se olham os Itens do acordo, isso fica mais do que evidente. Nem é preciso ter tanta sagacidade.

Quando é que se dá mesmo o locaute? Quando as empresas, e não os trabalhadores, promovem a paralisação. Usam a sociedade como bucha de canhão para chantagear o governo. E foi precisamente isso o que se viu. As perdas são imensas, de todos os lados. E tudo porque um setor da economia estava insatisfeito e percebeu uma janela política para encostar o governo contra a parede. Antes que avance, vamos ao que diz o texto legal, como de hábito.

A Lei de Greve em vigência, vejam vocês, foi votada em plena ditadura: é a 7.783, de 28 de junho de 1989. Garante liberdade ampla para a paralisação do trabalho, fazendo restrições aos serviços essenciais. Essas restrições já foram revistas pelo Supremo. Se o Brasil se sustentasse sobre os ombros de um Atlas, fiquem certos que ele teria direito à greve, ainda que o país fosse largado à deriva, nas esferas. Somos um povo bonzinho, certo?

Lembro: este que escreve é contra o chamado “direito de greve” para servidores públicos — qualquer servidor — e para quem presta serviços essenciais. “Ah, não seja antidemocrático, Reinaldo!” Ora, claro que não! Vigorasse meu ponto de vista, se o cara quisesse trabalhar com direito de greve, bastaria não ser servidor nem prestar serviço essencial. E pronto! Ou alguém o obriga a fazer tais escolhas? Acho que não.

Você nem precisa ligar o desconfiômetro no modo “hight” para perceber que fomos vitimas de um locaute, com alguns caminhoneiros emprestando a cara para maquiar a natureza da chantagem. No modo “Quiet”, a sua ficha vai cair. Alguns caminhões, é verdade, bloquearam algumas estradas. Mas ninguém viu filas quilométricas de veículos. Ora, eles nem mesmo saíram das empresas, que cruzaram os braços. Suas respectivas associações não recorreram à Justiça pelo seu, digamos, “direito de trabalhar”. Ao contrário: apoiaram os grevistas. O locaute é proibido pelo Artigo 17 da lei 7.783.

Olhem os oito itens principais do acordo que pode suspender a greve, incialmente, por 15 dias, depois dos quais se fará uma reunião. Lá está a manutenção da desoneração da folha de pagamentos das empresas de transporte. A quem interessa isso? A caminhoneiros autônomos? Ora… A matemática elementar nos diz que os autônomos deveriam preferir que o custo das grandes empresas, por unidade de caminhão, fosse maior do que o deles, certo?

Mais um: a gigantesca Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) poderá licitar junto a cooperativas e autônomos até 30% da demanda por frente sem licitação. Isso é contra o país. Trata-se de uma licença para um ente público contratar a preço maior o que pode ser a preço menor. Coopeativas e empresas vivem uma relação simbiótica. Aquelas fecharão os contratos, e estas executarão o trabalho, rachando o sobrepreço.

Você, meu bom brasileiro, que apoiou a greve, ainda que espiritualmente, porque também não gosta do reajuste dos combustíveis vai pagar a conta de empresas gigantescas que resolveram arrancar da sociedade a compensação por seus investimentos pretéritos em caminhões, que andavam sem o devido retorno em razão do baixo crescimento econômico. Você não tem de onde arrancar a compensação. Elas têm: do seu bolso. E usaram algumas auto-intituladas lideranças de caminhoneiros como fachada.

Esse foi um dos capítulos mais vergonhosos da história recente do país.

Greve dos caminhoneiros é comandada de dentro da prisão em Curitiba

Caminhoneiros pobres inocentes

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É justo prejudicar uma nação inteira por causa de um movimento cruel que visa tão somente aumentar os lucros de uma categoria motorizada?
Essa é uma orquestração política comandada pelo chefe supremo da quadrilha que se estabeleceu em Brasília, tomou de assalto a Petrobrás e demais estatais, e agora preso passou a comandar de dentro da cela na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba.
Praza aos céus não terminar num cerco institucional em Brasília para barganhar a libertação do capo-petista como moeda de troca, pra depois tomar o poder e o presidiário sair da cadeia direto pra cadeira da Presidência da República novamente. Dessa vez por golpe desavergonhado, imoral, ilegal.
Fiquemos de olhos bem abertos. Virou moda no Brasil bandidos comandarem o crime de dentro dos presídios. LULA é mais um deles!
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COGNITIVOS

Essa maravilha da natureza intitulada Cérebro Humano, órgão capaz de aglutinar e processar informações ilimitadamente, capaz de discernir as dicotomias e fazer escolhas com foco inteligente, padece de mal permeável que manobra a inversão de valores e o conhecimento racional ao atingir a percepção induzida que transforma a realidade em algo perverso de menos valia escravizando o sentimento de justiça e amor em terror e ódio.

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Tem sido assim através das eras dos aperfeiçoamentos sociais desde os bandos às comunidades. Doutores da psique se esforçam em teses que justifiquem a apropriação de uma mente sadia e proficiente por um cognitivo paralelo espécie de brecha ou buraco de verme que transcende de outra dimensão paralela cujo permeio não é via de dois sentidos.

Capturado não tem volta

A repetição constante de uma mentira ou meia verdade através de meios individuais e massivos tem a propriedade de fixar tais ditos transformando-os em verdade. Perde-se a personalidade e adota-se a intrusão. Princípios filosóficos envolvem a mistificação de líder cujo teor aural e carismas arrastam no primeiro momento numa hipnose geral sem distinguir grupos sociais ou indivíduos. Difere do aristotélico peripatetismo onde os seguidores iniciados seguiam o mestre e líder natural ao ar livre enquanto este lhes ensinava para o bem. Ponto pacífico.

O que vemos hoje no Brasil é uma nova liturgia política cujos paradigmas estiolam dando lugar a excrementos morais e novas crenças de personalidade estapafúrdias onde o antes como base moral nunca existiu. A fidelidade partidária, por exemplo, anula o caráter e a vontade própria tornando servilidade em elemento de composição do ego de um indivíduo, estendendo os valores aos moldes personificados de todos os eus.

Tais fenômenos no passado começariam a se manifestar nos portadores de cabrestos e arreios eleitorais por força da ignorância e do analfabetismo sistêmico. Acontece que as pobrezas de espírito de do bolso, agora percebemos, não eram preponderância para tais maus costumes.  O tão sonhado anel nos dedos que era o diferencial entre o culto e o inculto entendia-se, portanto divisor das mazelas éticas, já não faz parte do elenco social que visa o bem estar político-ecoconômico-social.  Urdiu-se a crudelidade ideológica eleita que fora como parâmetro referencial do certo ou errado, do eu (nós) e eles, causa e efeito de, e a partir de.

Imagine se um líder nefando tomando vulto de carapaça causal sem origem social, sem eira ou beira, má índole e predestinado, desde a primeira infância, emérito portador de maus costumes dado a pequenos furtos no meio das feiras livres nas ruas poderia chegar ao poder supremo de uma nação de respeito.

Ele existe. Ele chegou à dominação pelo voto, e a dominação das vontades alheias na parcelas que o mistificaram semideus, um auto-arvorado maior que Jesus Cristo. Dogmas foram erigidos em redoma protetora.  Cangalhas pousaram sobre ombros servis. Está vacinado em definitivo contra as honestidade, decência, e boa vontade com os homens e mulheres de bem. A culpa é da cognição imunizada, dirá os estudiosos da mente. Salvo conduto operado pela maravilha que é a nossa vontade quando entra em parafuso. Perdido o senso do ridículo, a bíblia comportamental é escrita pelos partidos políticos e por líderes do mal, e implodida dentro do ninho adverso do conjunto do comportamento humano agregado as idiossincrasias da perda da razão lógica.

 Isolacionismo    

O eu referencial passa a isolar todos aqueles que não professarem em gênero e grau a ideologia rebocada. Primeiro em casa. Depois o círculo familiar é atingido e por fim as relações externas de amizade. A intolerância se imiscui de tal forma que torna impossível a manutenção social extra grupo-ideologia. Exclui inclusive a religiosidade se a orientação política divergir do seu pensamento.

Credo

A verdade distorcida atinge as camadas insurgentes da razão. Obseda a inteligência. Enrijece a vontade.  Perde-se o tino e o timer. Já não há luz, só trevas.

O apedeuta formal e líder supremo disso se valeu para conquistar a alma daqueles dependentes de liderança político-espiritual cuja personalidade em si jamais existiu de fato. Criou o inferno austral onde agregou Sem-Vontades, e Sem-Caráter. Primeiro iludiu vestindo manto sapiente social e honestidade; depois ergueu a catedral da luxúria corruptiva e da perdição moral legal social cujos alicerces sistêmicos e a cumplicidade dos líderes conluiados elevaram aos píncaros da insensatez desabrida e escancarada, a derrocada do ERÁRIO público, e a esperança de um povo que acreditou piamente na redenção da política brasileira.

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BRIGADA CONTRA A CORRUPÇÃO BRASILEIRA
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O carrasco da Varig na Cadeia

Por Cláudio Magnavita*

Como José Dirceu fez da aviação um grande balcão de negócios para beneficiar a Tam e a GOL

Ao ser condenado a cumprir em regime fechado a pena de 32 anos, Jose Dirceu começa a pagar parte dos seus pecados. O maior deles é o de ter sido o algoz da Varig.De todos os inimigos que teve, José Dirceu, como chefe da Casa Civil, foi o mais feroz. Hoje, sabemos os motivos pecuniários que levaram o capitão-mor do PT a atuar em favor da TAM e, de certa forma, da recém nascida GOL.

Com a TAM, o jogo foi mais escancarado. Envolveu uma relação pessoal de Dirceu com o cunhado e sucessor tampão do Comandante Rolim, Daniel Mandelli, que ocupou a presidência da aérea por um curto e nefasto período. Era uma amizade Caipira, com forte sotaque dos “Rs”. A TAM Executiva foi a asa petista no translado eleitoral do Lula. Um documentário sobre os bastidores da campanha tem a sua melhor parte feiro a bordo dos jatinhos da empresa. Estes voos habilitaram a TAM a cobrar caro. O texto de uma medida que dividia a Varig em duas chegou a ser redigida na casa Civil. Os voos internacionais passariam para a TAM, e os domésticos para a Gol. A redatora do texto foi a então chefe jurídica de Dirceu, a charuteira Denise Abreu, que depois foi infernizar a aviação na ANAC. Esta partilha foi urdindo em um jantar que reuniu o condenado Dirceu, o embaixador José Viegas, então Ministro da Defesa, Daniel Mandelli pela TAM e o hoje sumido Constantino Junior, principal executivo da Gol na época.

A medida jurídica que liquidava a Varig só não foi em frente porque o seu texto vazou. Medalhões da aeronáutica ficaram assustados com a transformação da solução da Varig em um balcão de negócios. O presidente Lula chegou a receber em um voo do Aerolula uma copia do texto, que até então estava sendo negociado por Dirceu, sem o aval presidencial. Viegas deixa o ministério e assume José Alencar, que aborta definitivamente a jogatina de Dirceu. Com o vazamento ficou claro o porquê Zé Dirceu barrava qualquer aceno de solução para a empresa, seja encontro de contas da ação de defasagem tarifaria ou a entrada do BNDES como custodiante das ações da Varig. Todos as propostas apresentadas eram engavetadas, enquanto o negocio era feito para ceder o espolio para a TAM e Gol.

O curioso é que no apagar das luzes da Varig, quando ela vivia de soluços e tinha como presidente Marcelo Bertini, ele foi chamado pelo escritor e jornalista Fernando Morais para um conversa em Ipanema, com uma figura importante. Era o Zé Dirceu tentando vender seus serviços a Bottini e aos novos acionistas. Ele voltou enojado com a proposta que recebeu e, principalmente, de quem propôs. Até no final Dirceu quis pegar na alça do caixão para ganhar algo. Com a Lava Jato, a caixa preta da aviação começa a ser aberta. A própria TAM surge na semana que Dirceu é levado ao cárcere, no noticiário por ter financiado com caixa 2, através do Mandelli, a hoje presidente do PT, Gleisi Hoffmann. A Gol esta envolvida com Eduardo Cunha, e o seu acionista Henrique Constatino vivendo um inferno astral. E ainda não abriram a caixa preta da relação das aéreas com a BR Distribuidora e nem com a Secretária de Aviação Civil, que teve dois dos seus ex-ministros, Moreira Franco e Elisio Padilha, sob a lupa do Ministério Público.

Nas redes sociais, o variguianos comemoram o pedido de prisão de Dirceu. Porém, ele agiu assim não por amor a aviação, e sim por estar a serviço de interesses empresariais que o financiavam. O ciclo de punição se fecha quando todos estes negócios paralelos estiverem expostos.No DNA da GOL, uma mágica de berço precisa ainda ser explicada. Como uma novata ganhou todos os slots que queria nos aeroportos centrais e virou a queridinha do DAC nos seus primeiros meses? Hoje a história é que cobrará a fatura destes negócios que foram “esquecidos”. Outro capitulo é o fim do Snea, o quase centenário Sindicato Nacional das Empresas Aéreas, colocado para dormir, e o surgimento de uma associação civil com mais flexibilidade para proteger o negócio da aviação comercial.

A TAM (hoje LATAM) não esta isenta desta bagunça criminal. A fusão só agravou a sua exposição. Foi feito um instrumento jurídico capenga que permitiu, sem alterar a lei, a transferência do seu controle para os chilenos. A empresa mãe no Chile é mestre de relações intimas com os Governos, ainda mais quando seu ex-sócio volta à presidência da República. A família Amaro esta rica e não brinca mais com aviões. O Brasil vive das sobras de frota dos chilenos. Perdemos a nossa empresa de bandeira, ou seja, os efeitos nefastos de José Dirceu na aviação se perpetuam até hoje. A luz da faxina que ele mofe na cadeia e veja o sol nascer quadrado pelos dias que lhe restam, sonhando com as praias de Cuba, que poderiam ter lhe dado um exílio dourado.

*Cláudio Magnavita é jornalista especializado em aviação comercial