EXÉRCITO É CHAMADO PARA GARANTIR A ORDEM PÚBLICA EM BRASÍLIA

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Atos graves de vandalismo e de incêndio foram cometidos no centro do poder constituído pelo exército vermelho de  LULA convocado pelo Partido dos Trabalhadores, vulgo PT, Centrais Sindicais e movimentos dito sociais. A meta é derrubar o governo Temer antes mesmo de qualquer decisão do STF, para em seguida tomar o poder a qualquer custo. Contam com a ingenuidade dos contrários a Michel Temer para ganhar suporte popular. Pobres inocentes úteis. Posteriormente conseguido o intento darão ponta-pé na bunda dos crédulos que entenderam que ficar ao lado dos quadrilheiros seria um bom negócio ou jôgo.

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BRASIL: BALAIO DE GATOS OU TORRE DE BABEL?

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O fato é que nesse momento político ninguém se entende. O conjunto desavente-opinativo é próprio da democracia. Prova cabal que todos – desde as opiniões congressista, a pública de bom senso, e às maria-vai-com-as-outras – têm voz; até os carrascos manietados pela mordaça institucional arriscam meter a língua descabida a que lugar não devem. Assim vamos atravessando a tempestade corrupta imoral e ilegal estabelecida no seio da república comprada por propinas que se entregou e deitou e rolou no esplendor desglorioso do saque ao Erário sob às vistas apaniguadas do chaveiro-mor cúmplice e estimulador de todas as falcatruas e roubalheiras de todas as ordens. O papel fundamental da oposição aos atos de um governo é apartidária. Elegemos os políticos na esperança e na confiança que cumprirão o dever constitucional de velar e zelar pelo bem público e pela sociedade civil,  sem ideologias ou “credos” a interferir no rumo da nossa nação. Mas o que se vê são legislaturas de causa própria. E o bem maior da “felicidade geral da nação” é guinada a 180 graus. O lema do quanto pior melhor assenta como uma luva perfeita. Política de inservíveis operando a infelicidade geral da nação. A oposição agora com cara de anjo apregoa a deposição sem julgamento do presidente Temer. Mas é a mesma corja que queria impedir o julgamento de Dilma e tenta impedir o julgamento de Lula. Pior. Quer a volta do sacripanta na brecha da imoral legalidade da lei, ou na marra. Praza aos céus não deixar o vazio da benção sobre o Brasil. 

O derramamento de sangue intestino se avizinha…

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A DELAÇÃO QUE É UM ESCÂNDALO

A delação do empresário da JBS é escandalosa, e não apenas pelos crimes relatados. As histórias que a cercam são de enorme gravidade, indicando, no mínimo, o pouco cuidado com que se tratou um material com enorme potencial explosivo para o País

O Estado de S.Paulo

23 Maio 2017 | 03h13

O vazamento da delação de Joesley Batista na semana passada deixou uma vez mais o País profundamente consternado, ao envolver em ações criminosas graduados personagens da vida nacional, a começar pelo presidente da República, Michel Temer. Surpreende que denúncias tão graves tenham sido divulgadas – assumindo, assim, ares de veracidade – sem que nada do que delas consta, e tampouco as circunstâncias que envolvem os fatos, tenha sido averiguado previamente. Tal açodamento foi, no mínimo, irresponsável. Haja vista as consequências da divulgação nos campos político, econômico e financeiro.

A delação do empresário da JBS é escandalosa, e não apenas pelos crimes relatados. As histórias que a cercam são de enorme gravidade, indicando, no mínimo, o pouco cuidado com que se tratou um material com enorme potencial explosivo para o País.

Em primeiro lugar, causa escândalo o fato de que a principal notícia vazada na noite de quarta-feira passada não foi confirmada e, mesmo assim, o Ministério Público Federal (MPF) não fez qualquer retificação. Foi afirmado que um áudio gravado por Joesley Batista provava que o presidente Michel Temer havia dado anuência à compra do silêncio de Eduardo Cunha e de Lúcio Funaro. Ainda que a conversa apresentada seja bastante constrangedora para o presidente Michel Temer pelo simples fato de ter sido travada com alguém da laia do senhor Joesley Batista, das palavras ouvidas não se comprova a alegada anuência presidencial. Ou seja, aquilo que tanto rebuliço vem causando na vida política e econômica do País desde a semana passada não foi comprovado e, pelo jeito, não o será, pelo simples fato de não existir.

Como o Broadcast – serviço de notícias em tempo real da Agência Estado – revelou no sábado passado, a gravação da conversa entre Joesley Batista e Michel Temer no Palácio do Jaburu não foi periciada antes de ser usada no pedido de abertura de inquérito contra o presidente. Ou seja, nem mesmo essa medida de elementar prudência foi adotada pelo Ministério Público Federal. Em razão de a denúncia envolver altas personalidades, seria curial dar os passos processuais com extrema segurança, até mesmo para evitar eventual nulidade da ação e consequente impunidade dos eventuais culpados. Tudo indica, no entanto, que o principal objetivo do MPF era obter notoriedade, e não fazer cumprir a lei.

A fragilidade da delação de Joesley Batista não se esgota nesses pontos. De forma um tanto surpreendente, o MPF não apresentou denúncia contra o colaborador, como se a revelação dos supostos crimes cometidos pelo presidente da República e por outros nomes importantes da vida nacional fosse suficiente para remir a pena do criminoso confesso. Trata-se de evidente abuso, a merecer pronta investigação da Justiça. Se, como o MPF denuncia, os crimes foram tão graves e abrangem toda a política nacional, é um grave e escandaloso erro – para dizer o mínimo – conferir perdão a quem os perpetrou e lucrou abundantemente. Note-se que a lei proíbe que se dê imunidade aos líderes de organização criminosa. Não seria essa a função dos senhores Joesley e Wesley Batista nos acontecimentos em questão?

Além disso, até o momento não foi apresentada uma possível razão que justificasse o procedimento seguido pelo MPF e pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em relação à delação de Joesley Batista. Como não estava ligado à Operação Lava Jato, o caso deveria ter sido distribuído por sorteio, e não encaminhado diretamente ao ministro Edson Fachin.

A delação de Joesley Batista ainda expõe o Ministério Público em dois pontos muito sensíveis. O delator contou que o procurador Ângelo Goulart Villela, mediante pagamento de R$ 50 mil mensais, era seu informante dentro do MP. Ora, tal fato leva a checar com lupa todos os passos do empresário nesse processo de colaboração. Além disso, um procurador da República, que atuava muito próximo a Rodrigo Janot, deixou a Procuradoria-Geral da República (PGR) para trabalhar no escritório que negocia com a própria PGR os termos da leniência do Grupo JBS. Tudo isso sem cumprir qualquer quarentena.

Ansiosamente, o País espera que avance o combate à corrupção. Tal avanço deve ser feito, porém, de forma menos descuidada.

MOTO ATROPELADA POR OUTRA E POR UM SANDEIRO EM BOA VIAGEM, RECIFE, PE

Acidente deixa um ferido na Av Domingos Ferreira, em frente ao número 1187, Boa Viagem, Recife-PE.

Foi provocado por um Sandeiro de cor prata, de placa KKW 0128. O motorista culpado bateu na moto PlacaPGD 5118, São Lourenço da Mata-PE. 

A vítima encontra-se caída na calçada à espera de socorro pelo SAMU ou CB-PE.

Um olhar sobre a malfadada existência petista

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 – Costumamos invocar para as políticas envolvidas nos destinos dos povos, chavões e rotular as recorrências em seus arcabouços de tal forma, que a confusão se instaura, e a maioria absoluta dos seguidores por sua falta de conhecimento dos rumos e ferramentas necessários para a consecução plena dos objetivos fins, não atingem o foco principal onde permeiam a corrupção e a falta de ética.

A sede de liderança gerada por fenômenos ainda indecifrados, mas sabidamente ligados às auras de alguns líderes, massificam por osmose e interligam os grupos mais diversos, pelo lugar comum que é a miséria absoluta e a fome que grassa nas regiões mais pobres. Os explorados inescrupulosamente, e aí reside a crueldade dessas falsas políticas sociais, que só visam à manutenção desse estado miserável – covalência gratificada, fundamentado na doutrina milenar da superioridade da sabedoria sobre o saber, uma espécie de objetivo político para a filosofia, que comprova e justifica sua própria existência, subliminamos  idéias ou formas que mais tarde cristalizadas na dimensão real e visível dos fatos, tornar-se-ão implementos, mudando o rumo político inicial desejado, à medida que as circunstâncias se delineiam gerando necessidades, antes não visualizadas, no contexto desses desejos, ou fora deles.

Tivemos no passado líderes que eram seguidos apenas pelo carisma que os envolviam, dando azo aristotélico em seu peripatetismo. Constata-se, assim, que essa forma de platonismo extrapola as engenharias sociais, redundando em abstrações e continuísmos que exauram as previsibilidades cotidianas, ao mesmo tempo em que corrompem os predispostos; primeiro os seguidos, revertendo nessa esteira, os conceitos morais arraigados, nas particularidades de algumas classes intelectualmente menores, quase sempre carentes e excluídas de um mínimo desejável de suporte financeiro ou da empregabilidade de arrimo. A conseqüência imediata dessa cristalização interfere diretamente nas conceituações herdadas ou de ouvir falar, ou dos cochichos, levando instantaneamente o neocatequizado a ser fonte propagadora de um ideal virtual, onde só as emoções regem e esse fato é aproveitado pelas forças políticas rumadas para o politicamente imoral e indecente e para a desonestidade.

Se o olhar semi-deus – algoz massivo -, ficasse restrito aos círculos diretórios e só atingisse os ideais e sumos filosóficos, atemporalmente tenderia a um fundamentalismo de pensamento e transcenderia para uma purificação hermética sem conseqüência entre os pobres mortais. Mas não é isso que acontece.

As determinantes manietadas em causas objetivadas idealisticamente numa provisão conceitual, essas idéias assim definidas, dão ao objeto uma estrutura especial dentro de condições profusas ou de uma condição especial; o líder é moldado pelas necessidades e aspirações dos quem a ele buscam. É bola de neve montanha abaixo.

Numa população descrente nos homens, seus olhares tendem a elevar-se para o céu. A religiosidade se manifesta em níveis perigosos, novas seitas surgem e sugam o pouco do que restou na forma de “contribuição espontânea” ou, na falta dela, pela cobrança descarada do dízimo bíblico, de quem não tem nem para si…

O olho clínico do petismo captou essa necessidade fantástica e capitalizou-a nas comparações de quem se arvora líder carismático e dono da nova verdade ético-política praticada num partido que inicialmente se dizia do povo e resgatador dos princípios da ética e da moralidade.

Na prática a “beleza” de tal figura dissociou-se de seu arquétipo. A ilusão cegou a todos que se entregaram aos encantos e cantos da falsa sereia, que na verdade é um ninho de hydras, misto de serpentes e dragões, a guardar a caverna do justiceiro (admitida na forma de palácio presidencial), como também em formatos diversos: institutos malogros, sedes de partido, palanques mambembes etc…

O essencial deixa de ser arquétipo sem nenhuma significação profunda para os eleitores até das castas mais sólidas, causando estranheza nos cientistas políticos, estudiosos da facção, descredenciando de nele votar, os eleitores que professam a vergonha austera e a honestidade como carro chefe de um governo representativo de uma nação e de um povo cansado de ser aviltado desde os idos do ano de 1500.

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UM TESTE PARA O BRASIL

O País vive o seu momento de maior instabilidade política desde a promulgação da Constituição de 1988
O Estado de S.Paulo

20 Maio 2017 | 03h05

O País vive o seu momento de maior instabilidade política desde a promulgação da Constituição de 1988. À instabilidade e à incerteza quanto ao futuro que dela advém, soma-se ainda o clima anuviado, urdido – não é demais lembrar – pela incessante campanha petista pela cisão dos brasileiros entre “nós” e “eles”. Quando o salutar debate de ideias perde força porque os interlocutores são tratados como inimigos em potencial, está formado o meio de cultura ideal para o florescimento dos arautos do caos e da irresponsabilidade.

Os afoitos que propugnam a destituição de um governo antes que estejam reunidas as provas para além de qualquer dúvida razoável quanto à sua correção não atentam apenas contra um presidente, um partido ou a sociedade – o que já seria grave o bastante –, atentam contra a própria Constituição.

É importante resgatar uma lição de nossa História. A última gambiarra constitucional feita sob uma atmosfera de instabilidade política deu duramente errado. O arremedo de parlamentarismo instituído em 1961 – como solução de compromisso para viabilizar a posse de João Goulart após a renúncia do presidente Jânio Quadros – durou pouco mais de um ano. João Goulart articulou a volta do presidencialismo a fim de recuperar seu protagonismo político, o que ocorreu, de fato, em 1963. Sabe-se o que veio depois.

Não há a mais remota chance de uma intervenção militar nos dias de hoje. O general Eduardo Villas Boas, comandante do Exército Brasileiro, veio a público – por meio de uma rede social – dizer que “a Constituição há de ser sempre solução a todos os desafios institucionais do País. Não há atalhos fora dela”. Portanto, este risco de quebra da ordem constitucional, felizmente, o País não corre mais. Mas há outros. Paira o risco dos messiânicos e dos salvadores da pátria. Paira o risco do populismo. Saídas extravagantes e casuísticas começam a ser discutidas ante a eventual hipótese de descontinuidade do governo do presidente Michel Temer.

Qualquer irresponsável que propuser ou defender uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que altere os termos do artigo 81 e institua eleições diretas em caso de vacância da Presidência e da Vice-Presidência a menos de dois anos do término do mandato estará propondo, na verdade, um golpe à ordem constitucional. Estará propondo, em última análise, um golpe contra a sociedade que se organizou em torno da Carta Magna em vigor, por meio de representantes legitimamente eleitos para um dos mais altos desígnios em um regime democrático. No caso de os termos do citado preceito constitucional não mais se coadunarem com os anseios da sociedade, eles podem e devem ser revistos, mas em um momento livre das paixões e dos interesses que, por ora, turvariam a visão daqueles designados para redigir sua alteração.

Em caso de um eventual afastamento do presidente Michel Temer, Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados, deve assumir a Presidência da República e Eunício Oliveira, presidente do Senado, deve convocar o Congresso Nacional para, em até 30 dias, eleger um novo presidente, que deverá governar o País até o dia 1.º de janeiro de 2019. É precisamente o que determina a Constituição.

Embora o noticiário dê conta de que o Estado foi tomado de assalto por interesses corporativos e a corrupção foi alçada a método de governo, não será o recurso a soluções esdrúxulas e milagreiras que propiciará o avanço institucional do País.

Este especial momento por que passa o Brasil representa um grande teste, não apenas para a vitalidade da Constituição, mas sobretudo para a própria disposição da sociedade brasileira de viver sob um regime constitucional democrático, de absoluto respeito aos ditames mais caros à democracia que a Carta Política apregoa, ainda que a ela se possa, pontualmente, fazer reparos. Afastar-se deste compromisso de observância coletiva aos mandamentos constitucionais significa o perigoso afastamento da própria essência da democracia em nome de soluções casuísticas, irrefletidas e, portanto, perigosas.