O traste ignominioso, é mais nojento que cancro duro em gente imunda.  Mistura piorada de charlatão com bandido de meia tigela. É tão acachapante quanto os outros “cumpanheiros” na luta para continuar a roubar o Brasil dos brasileiros. Quem sabe, o pior deles.

Mentiroso contumaz jamais abriu a boca para falar a verdade institucional. Sabe que está blindado. Logo, protegido contra as garras da lei. Mas seu reinado tem prazo de validade quase vencido.

Quando sonha com Aécio Neves ganhando a eleição o pesadelo não lhe deixa mais dormir. Se fechar os olhos o monstro horroroso da Justiça cortar-lhe-á suas muitas cabeças, tal qual  uma Hidra peçonhenta merece.

Mais o pesadelo não acaba aí. Ele tem a certeza que irá pra cadeia juntamente com a cria política, mulher azeda, que certamente voltará para a masmorra donde nunca devia ter saído. Três anos de cadeia não foram suficientes para educá-la  para a decência. No mínimo continuou a olhar o crime de soslaio e por baixo dos olhos. Só assim se justifica as vistas grossas para os escândalos principalmente no caso Petrobras: Presidanta, grande protetora da impunidade.

Mas ele tem a possibilidade de escapar da cadeia, bastando pra isso fugir da nossa Justiça e se homiziar na Itália, terra que não tem Tratado de Extradição firmado com o Brasil.  O salafrário conseguiu cidadania no rastro da ex-primeira inutil dama, sua primeira mulher “oficial” me engana que eu gosto:

Alguém sabe quantas Rosemarys Noronhas passaram por suas garras pegajosas?…

No AeroLula ou fora dele?

Semi-deus; semi-demonio

Publicado: 19 de outubro de 2014 em Blogroll

semidemonio

Final triste, melancólico, de um líder a principio, sebastianista mais agora satanista pontual, ao perceber que perdeu a credibilidade e que sua palavra de um quase semi-deus, tem o mesmo efeito da palavra de um semi-demonio diante daqueles que no passado o adoraram: descrédito total. Pior. Agora retira votos daqueles antigos apoiadores em benefício de seus adversários.

Lula encarna a presidência da república como um bem pessoal, carne que não larga o osso; ventríloquo de Dilma. Mas a boneca um tanto rebelde, teve seus dias de Pinocchio… Então a coisa desandou. Tornou-se transparente demais. A casa caiu… em cima de um formigueiro que não suportou mais tanto ser pisado impunemente.

A expressão vivo morta de zumbi sem destino a pensar aonde foi que errou.

PT e suas figuras de sustentação super estimaram a resistência dos pilares de sustentação. Ao abandonar o princípio da legalidade e optar cooptando conscientemente pela institucionalização da corrupção, assumiram o risco da ruína generalizada do partido criado para salvar o país justamente da desgraça a que deram causa.

Dilma Rousseff embarcou de gaiata nesse trem desgovernado.

Desembarque presidente. O trilho acabou.

Pernambuco ergueu a voz em nome da decência, lisura, honradez e honestidade, ao bradar nas urnas eleitorais para o PT que “… por aqui não passam”… por aqui não entram mais.

Foi um basta geral. O resgate demorou doze anos. Importa que os pernambucanos conseguiram se livrar do jugo petista impondo-lhe a verdade de seu desejo.

Lula e Dilma (nessa ordem) foram julgados e condenados ao ostracismo. Tentaram impor as candidaturas de Armando Monteiro, PTB-PE, para governador, João Paulo, PT-PE, para senador, e uma bancada para a câmara federal. Todos foram rechaçados fragorosamente pelos eleitores.

O resgate:

Paulo Câmara, candidato a governador pelo PSB-PE, foi eleito com quase 70% dos votos válidos;

Pelo senado, Fernando Bezerra Coelho, PSB-PE, reduziu João Paulo ao tamanho que lhe cabe. Zero a esquerda.

Para a Câmara dos Deputados, PT (e conluiados) não elegeu nenhum mísero candidato para a legislatura federal. A bancada pernambucana na Casa do Povo, para a próximo quadriênio estará livre e saneada do chorume que mina sua voz através daqueles que denigrem os valores políticos, morais e legais, faltando com a confiança aos que neles votaram.

O povo pernambucano fez jus aos desejos e anseios do finado líder político Eduardo Campos, PSB-PE, candidato a presidência da republica morto em circunstancias-meio ainda não explicadas para a sociedade brasileira. Ele tinha o sonho de retomar o Brasil das mãos criminosas dos que ainda gerem nossa nação. Cunhou com todos os méritos a expressão que ecoará para sempre nos ouvidos dos verdadeiros patriotas: “Não vou desistir do Brasil”.

Eduardo, não desistimos do Brasil.

E o palhaço quem é?… Comédia brasileira!!!

Publicado: 19 de agosto de 2014 em Blogroll

Recomeça o show do horário político eleitoral com a dupla falso-sertanejo Ban & Dida, a mais descarada que a bandidagem eleitoral no Brasil jamais produzira.

bandida

Ban & Dida vem estrelando a comédia brasileira por três temporadas, com vistas a mais uma, com duração de outros longos e intermináveis 4 anos.

Ban iniciou a peça sozinho, assistido por Dida. Depois de duas temporadas intentou e conseguiu manter o palco armado por mais um período terminável de 4 anos. Com Dida estrelando.

O povão inerte e destituído de um mínimo de inteligência e  acostumado com a falácia fácil e de baixo nível  do super ator – inclusive nos momentos etílicos da embriaguez contumaz – imitador da oratória dos padrinhos cubano e venezuelano, este último já morando na Cidade dos Pés Juntos, lá Nos Raios Que o Partam, ouviu seu clamor para ser substituído por Dida. Foi ouvido.

Sabe Deus a que preço…

Dida, literalmente a imposta, não sabia o que estava fazendo no palco. Até ao palhaço Tiririca pediu auxílio. Não deu certo. Tiririca negou seu apoio com medo de ser plagiado e perder a boquinha do seu fácil ganha-pão-de-cada-dia…

Mas o Circo dos Horrores, (fake homônimo que não guarda nenhuma semelhança poética com Darren Shan), estrelado sob os holofotes magnânimos dos programas sociais velosos de seus  patronos, mantiveram a plateia fidedigna até que o fogo amigo começou a bombardear os palcos mambembes armados no país com luz negra.

O fracasso da peça se tornou visível. A gagueira de Dida impedia que ela monologasse coisa-com-coisa. Os neurônios Tico e Teco entraram em convulsão…

Ban correu em socorro a Dida. Foi pior. Por falta de planejamento, erigiram o último palco do circo ao pé da Torre de Babel. Pandemônio. Ninguém entendia – e tampouco entenderá –  a vomitada cacofonia da atriz de quinta categoria arrumada nos conchavos dos anos estrelados por Ban.

A verdade floresce sobre a mentira, tenha esta o tamanho das pernas que tiver.

Ban & Dida, como todos aqueles impostos, sem escrúpulos, sem competência, sem vergonha, sem um mínimo de capacidade gestora, está assistindo a derrocada num ocaso tenebroso, cujo palco se desmorona em ruína com a imagem do Brasil nele refletida.

Infelizmente.

FC

Verborreia ridícula da filósofa petista Marilena Chauí sob a chancela do sempre presente presidente de fato do Brasil, Lulla da Silva, vomita fel e excrementos fétidos, chorumosos, contra os brasileiros classe média.

Qual a classe social que essa senhora pertence, assim como os líderes políticos do PT,  incluídos aí, o próprio molusco-em-chefe com voz de gralha rouca e falastrão, a pantomima fantasiada de “presidenta”, além dos bandidos julgados e condenados do mensalão?

Assistam ao vídeo:

por freiconvento

Não bastasse a de Estocolmo, emparelhada a de Vira-Latas, conseguimos criar mais uma: Síndrome Alemã.

O país inteiro (?) vibrou com a vitória apertada de 1 X 0 sobre a Argentina na final da Copa das Copas. Brasileiros em massa em nossas lindes e fora delas torceram e saíram radiosos com a vitória do nosso algoz maior, seleção que impôs a nós a vergonha e dupla humilhação para o mundo inteiro ver, decantar e rir.

Primeiro pela vergonhosa derrota po 7 X 1 em tempo normal; segundo pelo fato tornado público da seleção ter diminuído o rítimo compressor para não degringolar desespero total e a bancarrota do placar perder a conta…

Tudo o mais, obras prontas ou inacabadas, espetáculo esportivo puro e decente, ou mesmo de pão e circo, não serve de parâmetro de glória.

Não trouxemos a Copa 2014 até aqui como simples mote para agregar qualquer valor durável de maior ou menor valia ao estado brasileiro, ainda que muito bemvindo.

O Brasil vendeu ao longo de quatro anos para nós brasileiros uma seleção qual peixe de primeira. Idem para o mundo. Nós acreditamos. E o mundo?

Copa das Copas ou Copa da Derrota das Derrotas?

FC.

 

Publicado: 24 de maio de 2014 em Blogroll

My Sweet Lords